sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Fui, como ervas, e não me arrancaram (1) - Retratos e Pinturas


* Victor Nogueira
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Retratos e Pinturas
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Passei por aqui depois de passares pelo Ao (es)correr da pena e do olhar. O que lá está [no Mu(n)do Phonographo] não são recordações, são bocados do que registei na data que finaliza cada texto. Não vivo de tristezas emboras as mágoas deixem marcas. Como as alegrias ou aquilo que se perdeu.
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No (es)correr [e no Mu(n)do] são bocados do passado e nada mais que isso. Posso ir momentâneamente abaixo, mas é por pouco tempo.
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A pintura que te enganou e te fez perder a aposta era usada numa determinada época. Conheci em Setúbal uma casa que já foi demolida e uma das salas estava pintada como se fosse de vidro, crescendo as plantas e prolongando-se pelo «vazio» do tecto. Um trabalho desses, hoje, sairia muito dispendioso.
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Setúbal. 2007.11.01

1 comentário:

Estrela Cadente disse...

O castigo da teimosia que não se cura