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quinta-feira, 7 de maio de 2020

A direita democrática e os 55 dias do primeiro “25 de Abril”

* Victor Nogueira

1. - A direita democrática e os 55 dias do primeiro “25 de Abril” - ESTA É UMA VISÃO DA DIREITA. MAS BASTANTE ELUCIDATIVA. PORQUE MOSTRA COMO O POVO E OS TRABALHADORES. MAIS OU MENOS ORGANIZADOS, NA RUA E NOS LOCAIS DE TRABALHO TORPEDARAM A FARSA ENCENADA ENTRE OS "LIBERAIS" DE MARCELO CAETANO E A ALA SPINOLISTA DO MFA, PARA QUE HOUVESSE APENAS UMAS OPERAÇÕES DE COSMÉTICA, MUDANDO-SE ALGUMAS VAREJEIRAS MANTENDO-SE EM FUNÇÕES A PIDE/DGS E A ILEGALIZAÇÃO DO PCP..
MAS EM 25 DE NOVEMBRO, COM A DECLARAÇÃO DO ESTADO DE SÍTIO NA REGIÃO MILITAR DE LISBOA. SPINOLISTAS, "POPULARES-SOCIAIS-DEMOCRATAS". "POPULARES-DEMOCRATAS-CRISTÃOS". SOCIALISTAS SOARISTAS, SALGUEIRISTAS, EANISTAS E MELO-ANTUNISTAS, MAS NÃO SÓ, SE DERAM AS MÃOS PARA ACABAREM COM A REVOLUÇÃO. EM NOME DO "SÚCIALISMO" EM LIBERDADE. MÁRIO SOARES CHEGOU MESMO A PEDIR A INTERVENÇÃO DA NATO E A INVASÃO DE PORTUGAL PARA "ESMAGAR" O QUE ELE DIZIA SER A "COMUNA DE LISBOA" (E DO ALENTEJO). DESIDERATO QUE NÃO CONTOU COM O APOIO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ENTÃO, O GENERAL COSTA GOMES.
CONTUDO, COSTA GOMES, MELO ANTUNES E EANES OPUSERAM-SE AOS INTENTOS DA FRACÇÃO MAIS À DIREITA DO MFA, QUE PRETENDIA UM BANHO DE SANGUE, COM A ILEGALIZAÇÃO DO PCP E DE OUTRAS ORGANIZAÇÕES DE ESQUERDA E A LIQUIDAÇÃO FÍSICA DOS SEUS MILITANTES E ACTIVISTAS, BEM COMO DE QUEM SE TIVESSE DESTACADO NAS ACÇÕES DE MASSAS E NAS LUTAS REIVINDICATIVAS..
NOTE-SE AINDA QUE EM 25 DE ABRIL EM PORTUGAL HAVIA APENAS 3 PARTIDOS, PARA ALÉM DE OUTRAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: A UNIÃO NACIONAL / ACÇÃO NACIONAL POPULAR ( única permitida, DESDE 1933), O PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS (fundado em 1921 e forçado à clandestinidade, sangrenta e duramente reprimido desde o 28 de Maio de 1926) E O PARTIDO SOCIALISTA (mais ou menos tolerado e fundado na Alemanha em 1973).
A CHAMADA ALA LIBERAL DE MARCELO CAETANO NA ASSEMBLEIA NACIONAL FASCISTA APENAS SE ORGANIZOU APRESSADAMENTE COMO PARTIDO POLÍTICO APÓS O 25 DE ABRIL. EM 6 de maio de 1974, E O CDS, O PARTIDO DOS BARÕES DO "ESTADO NOVO" (QUE VOTOU CONTRA A CONSTITUIÇÃO EM 1976) FOI FUNDADO APENAS EM 19 de Julho de 1974, APÓS O FRACASSO DO GOLPE SPÍNOLA / PALMA CARLOS, EM 9 de Julho, DIAS ANTES..


2. - Pressionado pela maçonaria, Spínola nomeou Palma Carlos para primeiro-ministroOS 55 DAS EM QUE SPÍNOLA E A CHAMADA ALA LIBERAL DE MARCELO CAETANO TENTARAM EVITAR QUE O "PODER CAÍSSE NA RUA" E NO PÉ DESCALÇO.


O Presidente da República rodeado dos membros do I Governo, após a posse. Da esquerda para a direita: Torres Campos, Maria de Lourdes Pintasilgo, Eduardo Correia, Raul Rego, António Galhordas, Sá Carneiro, António de Spínola, Palma Carlos, Álvaro Cunhal, Manuel Rocha, Mário Murteira, Pereira de Moura, Magalhães Mota, Vasco Vieira de Almeida, Almeida Santos, Mário Soares e Firmino Miguel
ARQUIVO EXPRESSO/GESCO

Em tempo - com um arquivo enorme, CONSEGUIRAM publicar com uma foto em que não surge Álvaro cunhal, SECRETÁRIO geral do Pco. é obra

sábado, 11 de março de 2017

42º aniversário do 11 de Março



* Victor Nogueira


A reacção não passou em 24 / 26 de Abril de 1974, nem no Golpe Palma Carlos, nem em 28 de Setembro de 1974 e 11 de Março de 1975, com as spínoladas apoiadas pelo PPD/CDS. Mas triunfou em 1975, a 25 de Novembro, com pézinhos de lã, do PS / Soares aliado à rede bombista do ELP / MDLP / Maria da Fonte e com o apoio e ajuda do auto-proclamado "verdadeiro" MFA, o do "socialismo da 3ª via" e "em liberdade", o de Melo Antunes, Salgueiro Maia e Ramalho Eanes, sem esquecer Vasco Lourenço, irmanados contra os "totalitarismos", o dos "pé-descalço", dos "sans-culottes", dos "sem-terra", dos "ventres ao sol" ....


Costa Gomes afirmava que "Todos os responsáveis serão julgados e punidos." Uma punição que Soares tornou exemplar: Spínola foi pelo PS / Soares promovido ao Marechalato, homenageado e condecorado. 

Com efeito, sobre Spínola reza a Wikipedia "Não obstante [a sua actividade contra-revolucionária e oposição ao 25 de Abril e à descolonização], a sua importância no início da consolidação do novo regime democrático foi reconhecida oficialmente a 5 de Fevereiro de 1987, pelo então Presidente Mário Soares, que o designou Chanceler das Antigas Ordens Militares Portuguesas, tendo-lhe também condecorado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito (a segunda maior insígnia da principal ordem militar portuguesa), pelos «feitos de heroísmo militar e cívico e por ter sido símbolo da Revolução de Abril e o primeiro Presidente da República após a ditadura» a 13 do mesmo mês e ano."

A derrota da extrema direita e a "consolidação" definitiva ou transitória da democracia burguesa, esta em que estamos, deve-se não a Spínola ou a Mário Soares mas sim a Melo Antunes, Ramalho Eanes, Costa Gomes e Álvaro Cunhal.



domingo, 25 de outubro de 2015

a pide e o 25 de abril

* Victor Nogueira

Tenho sérias dúvidas que a PIDE e Silva Pais não soubessem da data do Golpe Militar. Esperavam é que Spínola dominasse o Movimento, tanto assim que à revelia do Programa do MFA nomeou um novo Director Geral para a PIDE/DGS e tentou assenhorar-se do poder e mandar os militares recolherem aos quartéis.. Mas a saída dos lisboetas para a rua frustou os planos de Marcelo Caetano e de Spínola. Aliás, de acordo com a Constituição de então o Presidente da República (Tomás) podia livremente nomear e demitir o Presidente do Conselho de Ministros (Marcelo). Este era políticamente responsável perante o PR e não perante a Assembleia Nacional. Mas o PR estava do lado de Kaúlza e não de Spínola. Marcelo Caetano, o jurisconsulto, sabia perfeitamente que não tinha poder legal para passar o poder a Spínola; tratou-se  duma encenação e farsa.. Percebe-se que Silva Pais tenha aconselhdo Marcelo a não se refugiar em Monsanto, percebe-se que tenha considerado aGNR como Guarda Pretoriana fiel do regime, mas o Quartel do Carmo era uma autêntica ratoeeira para servir de refúgio a Marcelo.

Quando a PIDE foi apanhada

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-10-25-Quando-a-PIDE-foi-apanhada

domingo, 28 de setembro de 2014

Há 40 anos ~ o 28 de setembro e as maiorias silenciosas



 

nos 40 anos do 28 de Setembro - o dia dos farsolas e dos candidatos a Ditadores com as "maiorias silenciosas", ontem e hoje, o dia dos antónios costa seguro spínola.& salazar

É também um dia sinistro, sem barricadas nem vigilância popular, neste domingo, em 28 de setembro de 2014 com as "primárias" e plebiscito que seguram o escavaco com passes de coelho por lebre de portas abertas, para que, mudando-se os funantes e as moscas, tudo se mantenha como dantes, com o socialismo aferrolhado na gaveta onde soares e alegre o trancaram a sete chaves no 25 de novembro de 1975.

segunda-feira, 31 de março de 2014

1974.03.31 -a última ovação a marcelo caetano

« As multidões manifestam-se contra muitas coisas, mas gostam de vencedores – é bom não esquecer. » , escreve a articulista

* Victor Nogueira

1- Em 31 de Março de 1974, com a contestação à guerra colonial, com a emigração, com as greves, com as dificuldades em recrutar oficiais para o QP, com um 1º de Maio que se previa tumultuoso, com com uma vaga de prisões na forja pela PIDE, Marcelo era um vencedor ? Sim, quase foi em 25 de Abril, quando a inépcia ou a cumplicidade de um MFA(já) dividido permitiu que Marcelo ditasse  que só se rendia a Spínola, que manobrou à vontade, embora  "travado" e com o fiel da balança a mudar devido às multidões na rua, desobedecendo aos líderes militares na Pontinha,  e que contribuíram para que durante largos meses não se  ficasse por uma simples mudança das moscas. Quanto à firmeza das multidões eu poria uma outra questão ? Entre a multidão que ovacionou Marcelo no 31, haveria "arregimentados" pelos caciques, em Portugal inteiro,  e transportados nas célebres "camionetas do regime?

2. - Espontânea ou não, a verdade é que Marcelo, em contagem decrescente, seguramente que aproveitaria a final no Jamor e transmitida pela RTP para "fabricar" o apoio popular que há muito perdera. Incluindo a da guarda pretoriana spinolista.


Marcelo era o homem das encenações e dos gestos teatrais, a partir de certa altura   manietado pelo  "faz que anda mas não anda”. Para além das "conversas em família" foi assim com a da Brigada do Reumático na Assembleia Nacional, ou com a votação na AN da moção sobre a "política ultramarina", de que eu falava nessa altura:

«Pois é, após uma semana muito agitada por parte das altas personalidades do regime o Marcelo fez um discurso exemplar nas suas contradições; para além disso, um tentar rebater as teses de Spínola, publicadas no seu livro “Portugal e o Futuro” – que ainda não chegou a Évora, aqui a 137 km de Lisboa. Um discurso estafado, que não engana quem dos mecanismos políticos e económicos conheça alguma coisita.

Recusado o impossível recurso a um referendo popular, restou ao Marcelo submeter-se, em gesto teatral, às decisões da Moção que os deputados Ultramarinos porão à votação amanhã. Alguns destes já foram intérpretes na Assembleia [Nacional] de correntes existentes no Ultramar tendentes à autonomia, estilo federativo (teses de Spínola) Mas, da Comissão do Ultramar, que redigiu o texto da moção atrás referida, fazem parte deputados anti-Spínola. Estou curioso de saber qual será o texto: Federação ou tudo como dantes?»  (MCG – 1974.04.05]»

E numa colagem de recortes  da minha correspondência  na altura refiro o "arregimentar» que ainda em 1973 se verificava:

«30 foram as camionetas (fora os automóveis particulares) que de Évora se deslocaram a Lisboa para apoiar o Marcelo [Caetano]. Beja, Santarém, Leiria, Portalegre, enfim, milhares de tipos confluíram para a manifestação do entardecer [em Lisboa]. Pena não autorizarem as contra -manifestações. (...) O Diogo diz que da Amareleja não terão ido pessoas à manifestação (salvo talvez os da Casa do Povo). Não porque sejam do reviralho, mas porque não se metem nestas coisas (viver não custa.). (MCG - 1973.07.19)

Ontem à noite (1973.10.24), no regresso de Arraiolos, muitos Mercedes a caminho de Évora, onde às 21:30 alentejanos cinzentos de ar sisudo aguardavam ordeiramente o início da sessão de propaganda da ANP [Acção Nacional Popular]. Debaixo dos arcos [arcadas], uma fila de homens, com ar humilde e jeito de rebanho descido da camioneta, dirigia-se para o cinema onde se realizaria a tal sessão. A Oposição não comparecerá as eleições no domingo. O Marcelo [Caetano] bater-se-á contra nada. (MCG - 1973.10.25).»

3. - em tempo - politicamente e segundo a Constituição da altura, O Presidente do Conselho e o  Governo dependiam politicamente do Presidente da República e não da Assembleia Nacional, cujo regimento aliás não previa a votação de moções de censura ou de confiança (no Governo).

E um jurista e legalista como Marcelo, encena na Assembleia Nacional ter o apoio dos Altos Comandos Militares -  directamente dependentes do Presidente da República - e da Assembleia Nacional. Não é com a "prisão" do Presidente da República que o MFA se preocupa, mas "permite" que Marcelo exija render-se a um oficial-general - Spínola ou Costa Gomes, por acção de Feitor Pinto.

Há na altura um mistério: a conselho do Director Geral, da PIDE, que Spínola tentará manter em funções com a "benemérita" - Marcelo é aconselhado a refugiar-se sob protecção da GNR no Quartel  General do Carmo - em vez de se dirigir para Monsanto, como seria previsto e fizera em 16 de Março. O Carmo não foi uma ratoeira, parece-me, mas uma tentativa de descolar Marcelo de Tomás, dando-lhe mão livre. Uns não queriam - o MFA - e outros não previram - a PIDE e Marcelo - com especial relevo para a juventude - o povo de Lisboa saísse à rua e cercasse o Quartel General da GNR e a sede nacional da PIDE - que as forças armadas -  por ingenuidade de uns, por inépcia ou cumplicidade de outros - "deixaram" à vontade e com liberdade de movimentos. 

http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/2014/03/3131974-ultima-ovacao-marcel-caetano.html

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O "Grande" Otelo




25 de Abril

Otelo: Se soubesse como o país ia ficar, não fazia a Revolução

13.04.2011 - 10:24 Por Lusa
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Otelo é um farsante cujo ego não tem limites mas tem a consistência do vento. Apoiou todas as iniciativas esquerdistas a sul de Rio Maior recusou-se a repor a legalidade democrática a norte de rio Maior pactuando com a perseguição aos democratas e a destruição das sedes do PCP, UDP e MDP, colaborando objectivamente com o MDLP/ELP/Spínola/Igreja Católica/ Cónego Melo 
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-- http://www.publico.pt/Sociedade/conego-melo-tornouse-conhecido-por-combater-comunismo-no-pos25-de-abril_1326366 --,

pondo as suas "tropas na rua em 25 de Novembro tornando-se incomunicável, sendo objectivamente cúmplice para uma sangrenta guerra civil que eliminasse fisicamente comunistas e socialistas e tudo que cheirasse a democracia, como pretendiam Spínola, Jaime Neves e Alpoim Calvão, golpe travado pelo então Presidente da República, General Costa Gomes, pelos 9, incluindo Vasco Lourenço, Comandante da Região Militar de Lisboa, e pelo PCP. 
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Otelo é também célebre pela tirada de fuzilar todos os fascistas no Campo Pequeno em Lisboa, por ter comandado as autodenominadas FP 25 de Abril, que foram a julgamento e condenadas o que não sucedeu ao ELP/MDLP, tendo sido amnistiado por Mário Soares, curiosamente o mesmo que concedeu o bastão de Marechal a Spínola, o falhado estratega militar do 28 de Setembro de 1974 e do 11 de Março de 1975. 
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Quanto a Otelo foi o criminoso e ausente estratega do 25 de Novembro de 1975, que mais tarde "cândidamente" confessou que apesar de ter concorrido contra Eanes, não votara nele próprio mas sim no adversário Eanes "porque a democracia estava consolidada". Se estava, para que concorreu e criou falsas expectativas tirando votos ao candidato do PCP? Otelo não passa dum Spínolista encapotado !
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  • EM TEMPO - Será que têm dado ou darão tribuna a outros capitães de Abril que não OTELO ? Porquê e sempre e apenas ... Otelo ? Os órgãos de comunicação estão nas mãos do Grande Capital, da Igreja Católica (D. Manuel Clemente está entre os subscritores do Compromisso Nacional/Patronal PS(D) CavacoFMI) e seus mandaretes


  • Coitado. O 16 de Março de 1974 foi uma jogada de Spínola/Marcelo malograda, que não tinha a confiança do núcleo duro do MFA, que apontou Gosta Gomes mas este preferiu inteligentemente mandar o pavão para a ribalta, tentando este manter a PIDE/DGS, impedir a independência das colónias, manter os presos políticos, impedir a formação de partidos políticos, impdir a publicação do Avante e a utilização da foice e marteli, fazer regressar os militares aos quartéis, inverter o processo para se "plebiscitar" como PR e depois cozinhar e plebiscitar uma constituição à medida do Grande Capital, com o apoio de Sá Carneiro PPD e Freitas do Amaral CDS e uma miríade de partidos de extrema direita






  • Victor Nogueira O "Grande" Otelo QUE DEVE ESTAR À ESPERA DE SER O LÍDER DE UMA DAS VÁRIAS PROPOSTAS DO MILHÃO ENTRE AS QUAIS FIGURA UM APELO AOS MILITARES PARA TOMAREM CONTA DO PODER E REVOGAR A CONSTITUIÇÃO DE ABRIL