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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

a entrevista NIM de Santos Silva ou os pontos no "i"






* Victor Nogueira

Uma entrevista NIM, para gregos e troianos, a de Santos Silva. Mas se o PS não virou à esquerda isso ou significa que o PS sempre foi de "esquerda" ou significa que o PS "continua (a ser) de "direita"? E podemos concluir que Santos é do TINA pois "não há solução para nenhum destes problemas (contemporâneas) fora do projecto europeu”. afirmando que "a UE precisa de mudar as suas regras, mas Portugal só o conseguirá cumprindo as actuais" ? Tudo "bons rapazes". E como é comovente o elogio à oposição do PSD (e do CDS): "uma oposição igualmente construtiva, firme, como deve ser”. "Também", diz S. Silva ? Igualando estes ao PCP, BE e PEV, que anteriormente elogiara ? Estes também fazem oposição ("firme e construtiva") ao PS ? Enfim ...



PS não virou à esquerda e PSD está a fazer uma oposição "muito firme", diz Santos Silva


O ministro dos Negócios Estrangeiros fez um balanço do país. Em entrevista ao jornal i, elogiou todas as forças parlamentares, incluindo a oposição.

https://www.publico.pt/politica/noticia/santos-silva-ps-nao-virou-a-esquerda-e-psd-esta-a-fazer-uma-oposicao-muito-firme-1749172#/comments

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Porreiro, pá !



* Victor Nogueira

Anda meio mundo orgulhoso com a eleição de Guterres. PORREIRO, PÁ ! PORREIRO ? Ahhhhh !!!!!!!!!!!

Escreve JMT em o Público: "A competência técnica e a sua personalidade redonda terão sido essenciais para a vitória, como, de certa forma, já havia acontecido na Europa com Durão Barroso. Não há outro país no mundo inteiro, seja grande ou pequeno, que tenha tido dois cidadãos seus a ocupar os lugares de presidente da Comissão Europeia e de secretário-geral da ONU – o cargo mais elevado da política europeia e o cargo mais elevado da diplomacia mundial."

Bem, creio que não há duas sem três E então, Freitas do Amaral do CDS não foi Presidente da Assembleia Geral da ONU ?

Fica feito o pleno do chamado arco da governação: Freitas do CDS, Durão do PSD e agora Guterres do PS. O que não significa que se embandeire em arco.

Segundo Barroso/PSD, que sucedu a Guterres/PS, - que se havia demitido do "lamaçal" -este e os socialista deixaram o pais de "tanga" mas pouco depois Durão cavou do "pelotão da frente" com guia de Marcha para a UE.

Basta lembrarmo-nos de que Durão e Guterres abandonaram o barco da governação; um passou pela Comissão Europeia e transitou para o Lehman Brothers, o outro passou pelos Refugiados e agora é Secretário-Geral da ONU. Quanto a Freitas passou do CDS para a AG da ONU e creio que transitou para o PS.

Mas a talhe de foice e voltando aos SG da ONU, o antecessor de Guterres - Ban Ki-moon - terá feito triste figura nos seus mandatos e Kurt Waldeim foi acusado de ter pertencido ao Partido Nazi. Teriam sido todos "tecnicamente competentes"

Enfim, OMO LAVA MAIS BRANCO ou NEM TUDO SÃO ROSAS ?



Tão bons lá fora, tão maus cá dentro

 

sábado, 25 de junho de 2016

O Bloco de Esquerda e o Canto da Sereia


A nova revolução do BE: Catarina Martins assume objectivo do BE de ser Governo
- Pois .... A partilha do poder nesta sociedade é tão sedutora, tão maviosa em cantos de sereia, leva a tais compromissos que às tantas vão-se os dedos e ficam apenas os anéis ou anilhas.

https://www.publico.pt/politica/noticia/1a-nova-revolucao-do-be-1736219?frm=opi

sexta-feira, 8 de abril de 2016

as bengaladas de soares e o tempo "velho" na Cultura

Não sou leitor de Augusto Seabra mas devido à reacção de Soares fi lê-lo e não vejo nele que pusesse em causa a honra e dignidade pessoais do Ministro. Trata-se em meu entender de uma apreciação da política cultural do PS por intermédio do Ministro. Muito mais virulento costuma ser VPV.. 
Luís XIV era o Rei-Sol e o Estado era ele. Talvez Soares numa madrugada se tenha lembrado de Jorge Coelho,que em tempos "afirmou" que quem se metesse com o PS ... levava. Mas lá que Soares deveria ter sido mais comedido, isso deveria. .

OPINIÃO

“Tempo velho” na Cultura

A nomeação de João Soares para ministro da Cultura foi uma surpresa que permanece inexplicável, já que passados quatro meses não afirmou uma linha de acção política, tão-só um estilo de compadrio, prepotência e grosseria. De resto, não tinha qualificações particulares para o cargo. 

A nomeação de João Soares para ministro da Cultura foi uma surpresa que permanece inexplicável, já que passados quatro meses não afirmou uma linha de acção política, tão-só um estilo de compadrio, prepotência e grosseria. De resto, não tinha qualificações particulares para o cargo, que não o era a sua gestão da Cultura na Câmara Municipal de Lisboa em tempos idos, antes pelo contrário. E sendo ele um derrotado nato – perdeu as eleições autárquicas em Lisboa e em Sintra e para secretário-geral do PS –, mas também um caso de obstinação, esta nomeação culminou uma reascensão vertiginosa, se recordarmos que nas últimas eleições inicialmente nem estava em lugar elegível nas listas.
O argumento de que também pode fazer sentido ter na pasta alguém com peso político esvaiu-se com o quadro orçamental para este ano. Sendo ainda recomendável alguma contenção, o certo é que o sector vive uma situação de emergência, consumada na governação PSD-CDS, mas que vem dos tempos socialistas do socratismo, quando ocorreu uma sistemática desorçamentação. Agora não só não houve aumento de dotação, como mesmo acrescido desinvestimento na Direcção-Geral do Património e no Fundo de Fomento Cultural!
Há que dizer que desde o princípio António Costa esteve muito mal na sua relação com o sector, seguindo o modelo tradicional do PS de o considerar como ornamento, acenando apenas com a promessa imprescindível de restaurar um ministério. Logo no início da sua caminhada houve uma iniciativa ridícula, um manifesto “A Cultura apoia António Costa”, como se uns quantos agentes fossem “A Cultura” e dela proprietários. Depois, noutra tradição socialista, o almoço em final de campanha eleitoral, houve o prodígio de ser oradora quem tinha sido tornada “artista do regime” pelo governo de direita, Joana Vasconcelos. E, assim, a nomeação de Soares foi apenas o consumar político desta consideração do adorno. Mas abrindo azo aos piores receios.
Que um governante se rodeie de pessoas de confiança é óbvio. Mas no caso do gabinete de Soares trata-se de uma confraria de socialistas e maçons. Depois começou a distribuir elogios: foi à antestreia de Um Amor Impossível pela sua “grande admiração pela obra notável de António-Pedro Vasconcelos”; destacou “o trabalho notável de Paulo Branco”, quando foi à rodagem do filme de Fanny Ardant; foi às Correntes de Escrita, porque “a Maria do Rosário Pedreira e o Manuel Alberto Valente” lhe recomendaram. A isto se chama "amiguismo", o gesto mais clamoroso sendo a nomeação de um velhoapparatchik, Elísio Summavielle, para o CCB, em lugar de António Lamas, que por muitas razões que houvesse para ser substituído o foi de modo grosseiro. Mas Soares quer dar nas vistas pegando em questões controversas que se arrastam. É o caso das obras de Miró. Logo enunciou que gostaria que fossem expostas este ano em Serralves. Que a administração daquele tenha aceite é um gesto “diplomático”, quando Serralves e o Estado têm ainda de negociar a espinhosa questão do destino da colecção do Ministério da Cultura. Mas não deixa de ser exorbitante que um ministro sugira programação ou a aprove, como sucedeu, segundo o novel presidente do CCB, com a dos Dias da Música, A Volta ao Mundo em 80 Concertos. Os concertos tinham de ser aprovados por João Soares? Já não falando de outras coisas (a esdrúxula nomeação de alguém reticente à arte contemporânea, Pacheco Pereira, para administrador por parte do Estado de Serralves, Museu de Arte Contemporânea), o tão badalado “tempo novo” é na cultura apenas o “tempo velho” dos hábitos socialistas. E muito ainda promete...
https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/tempo-velho-na-cultura-1728263

sábado, 2 de abril de 2016

NOS 40 ANOS DA CONSTITUIÇÃO QUE FOI DE ABRIL



NOS 40 ANOS DA CONSTITUIÇÃO QUE FOI DE ABRIL
3 + 1 TEXTOS DE VICTOR NOGUEIRA
* [2001] A Revolução e as Conquistas dos Trabalhadores inhttp://aoescorrerdapena.blogspot.pt/…/a-revolucao-e-as-conq…

* [2004] Ainda a VI Revisão Constitucional inhttp://aoescorrerdapena.blogspot.pt/…/ainda-vi-revisao-cons…

* [2006] A mulher e o mundo do trabalho - igualdade por cumprir inhttp://aoescorrerdapena.blogspot.pt/…/victor-nogueira-mulhe…


2016 é o dos 40 anos da Constituição da República Portuguesa. (CRP) «Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo representou uma transformação revolucionária e o início de uma viragem histórica da sociedade portuguesa»,diz o preâmbulo da Lei Fundamental aprovada em 2 de Abril de 1976, na sequência de amplas e participadas movimentações e reivindicações dos Trabalhadores e do Povo Português. A CRP acolheu e consagrou assim importantes direitos e conquistas e fixou como objectivos do Estado a construção duma sociedade socialista, com base no exercício do poder pelas classes trabalhadoras e participação activa das populações.
Na rua e nos locais de trabalho os trabalhadores e as populações exerceram o poder, conquistando no dia-a-dia a soberania popular, os direitos de petição e de acção popular, o de participação na vida pública, a igualdade perante a lei, as liberdades de organização e de associação, a de consciência, a de religião e de culto, a de expressão e de informação, os direitos e o dever de trabalhar, os direitos à greve e à contratação colectiva, à protecção legal dos representantes dos trabalhadores, à segurança social, à saúde e à habitação, os de reunião e de manifestação, entre outros, como o da protecção à maternidade e paternidade, à criança e à juventude, para além da igualdade de género.
40 anos depois e ao longo destes. PS/PSD/CDS de mãos dadas e em sucessivas revisões constitucionais retiraram o socialismo, os trabalhadores e as populações dos objectivos da Constituição e das práticas governativas, a favor da restauração capitalista.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Estaremos na antecâmara de uma ditadura financeira?


ESCREVE O ARTICULISTA Liliane Held-Khawam

Podemos então dizer que a Alta Finança captura diretamente as nossas liberdades e o nosso direito à propriedade privada. Ao fazê-lo, impõe seus próprios critérios societários, justificando a tutela sobre os seres humanos com as necessidades de um mercado decididamente insaciável e a lógica tecnocrática...

Atualmente, os representantes do Estado não parecem chocar-se por práticas que são um sistema repressivo e desumano sobre os indivíduos e o seu bem-estar. Dois pilares dos direitos do cidadão e de uma Constituição dita democrática tremem na sua base. Irão cair?
Última questão: o Estado já está morto, ou finge estar?..


TEXTO COMPLETO EM
resistir.info is a portuguese web site of political analysis
RESISTIR.INFO

segunda-feira, 8 de junho de 2015

as pesadas heranças segundo pacheco pereira

Segundo Pacheco não há qualquer luz no plúmbeo horizonte. Tudo está coberto com cinzas e negro de fumo e nem o monolítico" PCP é bóia de salvação. Talvez JPP vislumbrasse ou visse novos "amanhãs" se mudasse o local de observação e subisse um pouco mais, para fora das sombras e nevoeiro que o envolvem e lograsse sair do pântano no fundo do vale em que se encontra (rodeado de alterosos e fragosos Himalaias). Mas apesar da sua lucidez e sabedoria, para consegui-lo teria de fazer a real quadratura do círculo, o que lhe parece manifestamente inviável. (VN)
Dizem apenas: votem na avozinha e não vejam o lobo mau por baixo do disfarce.
PUBLICO.PT

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

REFLEXÕES SOBRE O ENTREMEZ ps(d)cds NO MOMENTO QUE PASSA




REFLEXÕES SOBRE O ENTREMEZ ps(d)cds NO MOMENTO QUE PASSA
É bom não esquecer: a responsabilidade maior deste governo de fancaria continuar em funções para levar tão longe quanto possível esta política esclavagista e fascizante em benefício dos grandes grupos económico-financeiros nacionais e transnacionais é do PS de costa seguro sócrates, com as suas trampalineiras farsas das directas e de candidaturas mirabolantes a 1ºs ministros.
Foi o PS da tríade de Costa Seguro Sócrates Cisco Assis quem se recusou a exigir a imediata demissão do Governo psd-cds quando da demissão de Victor Gaspar e de Paulo Portas. Ninguém viu na altura o PS da tríade Costa Seguro Sócrates a sair à rua. O PS Sócrates Seguro Costa queria responder ao apelo de esCavaco para um governo ps(d)cds mas mário soares avisou que isso destruiria o PS pelo que se inventou a história trampalineira das directas e dos candidatos a 1º Ministro. De facto, o Governo psd-cds continua em funções até ao limite máximo.
O PS Seguro Costa Sócrates é tanto ou mais responsável do que esCavaco pela mantenção em funções dum Governo a desagregar-se, preso por arames e cuspo, onde vale tudo apesar do normal funcionamento das instituições da democracia "burguesa" não existir.
Face às salgalhadas que envolvem os ministros das Finanças, dos Negócios Estrangeiros, da Justiça, da Saúde, da Educação, do Ambiente, da Administração Interna, da Economia incluindo o próprio 1º Ministro e o Ministro Portas ... Cavaco mantém o Governo em funões, contra ventos e marés. Graças à conivência do PS de Costa Seguro Sócrates.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O JUMENTO: O ISIS já chegou ao Al-Andalus?

os turbolicenciados de copy & paste que inventam teorias da conspiração para disfarçarem as suas trampalinices e falta de seriedade política e moral, arremerssando contra as "forças do bloqueio", as "narrativas" da oposição, os "jornalistas preguiçosos, os político que rasgam as promessas eleitorais e se alapam perante os banqueiros e restante irmandade, o que são e o que merecem ? O voto do alterne no costume e da manada que eles desprezam ?
O ISIS já chegou ao Al-Andalus?O JUMENTOO ISIS já chegou ao Al-Andalus?
JUMENTO.BLOGSPOT.COM|DE O JUMENTO

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

"Governo de Portugal"

* Victor Nogueira

Bem, não sei se já repararam que os documentos e sites do governo não tem a expressão "República Portuguesa" mas sim "Governo de Portugal"

O que se insere na lógica do protectorado a que se refere paulo do pedro, cujo partido em várias revisões constitucionais tem tentado em vão desblindar o caracter republicano do regime.   Numa de iberismo e beija-mão a juan carlos de castela na senda dos filipes e da duquesa de mântua, cujo secretário de seu nome miguel de vasconcelos morreu às mãos dos conjurados em 1 de Dezembro de 1640 ?

Note-se que este governo de pedro e paulo sustentados por aníbal do psd  aboliu os feriados comemorativos da Implantação da República (e derrube da Monarquia) - 5 de Outubro - e da Restauração da Independência - 1 de Dezembro.

Isto anda tudo ligado



























domingo, 3 de novembro de 2013

o mal e a caramunha do ps costa seguro


  1.  Victor Nogueira3 de Novembro de 2013 às 13:00

    1. Neste artigo Daniel de Oliveira esmerou-se (1) E baralha o jogo. Os maus da fita são o PCP e, por acréscimo, o Bloco. Colocados igualitariamente ao lado do PS, como sendo este de esquerda e os restantes birrentos bizantinos entre si.

      Ora vejamos para lá das cortinas de fumaça tóxica:

      1- Nunca o PS fez alianças ou acordos de governo com o PCP, mas sempre governou sozinho ou em coligação com o psd ou o cds; Aliás ainda recentemente e contrariando narrativas ainda em vigor, foi o PSD que "traíu" o PS Sócrates ao votar contra o famigerado PEC IV e ao recusar formar um Governo de coligação com Pepe Sócrates. Uma vez mais, note-se, nada de Governar coligado ou aliado ao PCP;

      2- Na recente crise governamental o PS respondeu ao apelo de Cavaco para negociar a sobrevivência do Governo PSD-CDS, recusando liminarmente uma alternativa com o PCP e o Bloco, não reclamando nem aceitando a convocação de eleições antecipadas nem a denúncia do memorando PS-PSD-CDS com a troika;

      3- Salvo o caso de Lisboa com Jorge Sampaio - a partir de certa altura prejudicial ao PCP - nunca o PS se coligou ou aliou senão com a direita "ultra-liberal" do psd-cds sempre para derrotar o PCP, muitas vezes encapotadamente;

      4- Nas recentes eleições autárquicas o PS sofreu uma pesada e silenciada derrota. Na sua Convenção Nacional Autárquica, vibrantemente aplaudido pela esmagadora maioria dos autarcas e dirigentes nacionais do PS presentes na mesa, entre os quais o então líder da bancada parlamentar, o ainda porta-voz do PS, num discurso fascizante, definiu como adversário a correr do mapa, não só a nível nacional, mas sobretudo na Península, no Distrito e no Município de Setúbal, não o PSD mas o PCP. (2) Não só o PS não conseguiu este objectivo, como perdeu mesmo Câmaras no Distrito de Setúbal mas também as de Évora e Beja:

      5- Coerentemente e após as eleições, o PS persiste com a sua política de marginalização do PCP, aliando-se ao PSD como sucede por exemplo com António Costa na Area Metropolitana de Lisboa, ou na União das Freguesias de Setúbal;

      Isto é, a nível nacional desde Mário Soares, e a nível autárquico, com a excepção de Lisboa e Jorge Sampaio, tem o PS sempre negado acordos e coligações com o PCP, preferindo o apoio do PSD-CDS. E com Seguro foge de eleições e manifestações contra o Governo de Pedro e Paulo como o diabo da Cruz foge.

      Vem pois agora o caso de Loures, em que o PS – recusando a partilha de pelouros proposta pela CDU - não conseguiu o apoio do PSD local para inviabilizar a gestão CDU. E com inocentes ou espertalhões, clama pk o PSD viabilizou a gestão CDU, para que se esqueça que ele, PS, a nível nacional, tem desde sempre apoiado ou sido apoiado pelo PSD/CDS desde soares a seguro em tudo o que tenha a ver com a contra-revolução e submissão aos grandes directórios económico-financeiros, a nível nacional ou transnacional..

      Não sendo o PS o “cordeirinho de asas brancas”, qualquer que seja a narrativa, recusando-se a viabilizar a gestão CDU em Loures e na União da Freguesias de Setúbal, desvirtuando o espírito que deve presidir a uma Área Metroolitana, o impasse seria resolvido pela convocação de sucessivos actos eleitorais até que a CDU ficasse em minoria. 

      Tão democrático é o PS Costa Seguro que se por absurdo tivesse sido derrotado em todas as autarquias e vencido apenas numa e nesta tivesse mais votos que PCP maioritário nas restantes, mesmo assim viria reclamar a maioria, eventualmente aliado à direita, erradicando o PCP do mapa e contrariando o sentido do voto maioritário do eleitorado. 

      É que a área metropolitana não é … Lisboa mas sim uma gestão inter-pares de todas as autarquias que a constituem.

       ~~~~~~~~~

      (1) http://expresso.sapo.pt/vodka-com-laranja-e-outras-aberracoes=f838353
      http://arrastao.org/2908058.html?thread=67533466

      (2) http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=640297
       http://www.youtube.com/watch?v=O0DgNokNZIE

    2. Victor Nogueira3 de Novembro de 2013 às 14:26 

      Em tempo - a pretendida moralização da política autárquica por via da limitação de mandatos numa autarquia ou em autarquias relativamente ao Presidente da Câmara o da Junta de Freguesia (algumas com maior dimensão que muitas Câmaras Municipais) centrada no "Presidente" é uma falácia, bem ou mal intencionada. Com efeito muita da falta de transparência na gestão das autarquias tem o seu centro sobretudo quer na área do Urbanismo ( e neste no Planeamento Urbanístico) quer no das Obras Municipais e quanto aos vereadores destas áreas sensíveis mantém-se de conrado o prudente silêncio. 

      E a referida falta de transparência corre o risco de ser maior em executivos ... mono-partidários. Que são os que se defendem, como se as Assembleias Municipais viessem a ter uma eficácia maior e um funcionamento diferente da dos parlamentos de maioria PS-PSD-CDS, deste modo investidos numa aura de santidade ... local

      Bom seria que em vez de "impedimentos" muitas vezes cirúrgicos aos eleitores fosse dada a possibilidade de efectivamente fiscalizarem a gestão autárquica. {e nela participarem, para além do voto na urna}
    ~~~~~~~~~~

    http://otempodascerejas2.blogspot.pt/2013/10/sobre-o-governo-do-poder-local-sem.html#comment-form

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Os eleitores não deram a maioria absoluta à CDU em Loures

Os eleitores não deram a maioria absoluta à CDU em Loures. Com maioria absoluta, poderia discutir-se se seriam ou não dados pelouros às restantes forças políticas representadas nos órgãos autárquicos.

Tend o votos dos eleitores dado apenas uma maioria relativa, a CDU - ou qualquer outra força política - teria uma de duas atitudes

a) provocar novas eleições
b) fazer acordos para poder cumprir o essencial do seu programa eleitoral

Sendo certo que o PS não faz acordos com o PCP e recusa sistematicamente fazê-los, preferindo uma poítica de terra queimada e guetização do PCP e dos comunistas.

Basta ver o que se passa com António Costa relativamente à Àrea Metropolitana de Lisboa ou os objectivos que em convenção nacional autárquica estabeleceu e o conduziram a uma pesada derrota - com base num anti-comunismo trauliteiro e nada democrático e com um discurso fascizante  definiu como seu adversário não  psd-cds ( a direita ultraliberal como a designa  e com a qual se ajeita na Assembleia da República e com a troika) mas o PCP, que pretendeu varrer do mapa, designadamente na península de setúbal e das capitais de distrito.

Não só a CDU reforçou a sua posição como manteve as Câmaras e Juntas de Freguesia  e conquistou outras no distrito de Setúbal, para além de ter reconquistado as de Évora e de Beja e de por todo o país, de norte a sul, ter alcançado mais mandatos, muitos pela 1ª vez.

Mas os puristas preferem o gueto ao alargamento da iinfluência do PCP e dos seus aliados. Esquecem-se que no tempo do fascismo, apesar de minoritários e perseguidos, os comunistas estavam em todos os movimentos de massas, em amplas frentes de combate e luta.

Há horas que em torno de  LLG se fala do mesmo. É assim nestes grupos de discussão, coomo se estes "debates" esgotassem a vida. e não só com  LLG que aliás já deve ter lido o comunicado da CDU, a minha intervenção e a de outros participantes. E lendo, se convenceu ou não. 

E se se mudasse de página ? Nem LLG convence, nem quer ser convencida. O resto é gastar temo !