Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
O erro ou distração de Marinho e Pinto é um sintoma do sucesso ideológico dos esforços no sentido de tornar invisíveis os rendimentos do capital — esforços retomados de cada vez que se desvia as atenções para as disparidades salariais entre os sectores público e privado ou para a questão da equidade entre trabalhadores ativos e reformados. Por isso, se é de saudar que esta questão seja introduzida no debate político português, é importante que não nasça torta, para que mais tarde não se revele difícil de endireitar: o problema da desigualdade diz respeito ao rendimento, não apenas aos salários.
Passos Coelho não pode tolerar esta situação.
O presidente da concelhia de Lisboa:
- é um advogado vigarista
- exerceu advocacia quando estava suspenso na Ordem dos Advogados
- não mora em Lisboa, mas sim em Amadora
- candidatou-se com uma morada falsa
- quando foi vereador, arranjou emprego para a mulher na empresa municipal EPAL.
Victor Nogueira Pedro Passes de Coelho é o gémeo de Sócrates: diz uma coisa e depois faz o contrário para a seguir pedir desculpa e voltar a repetir a cena. PS/Sócrates e PSD/Coelho não têm pingo de interesse pela solidariedade e justiça sociais, ambos defendendo o Estado Súcial e querendo transformar o século XXI em XIX. Perante o flagelo do desemprego e o descalabro da economia de que PS(D) são responsáveis, com Soares, Cavaco e Barroso, esmifram sempre os "suspeitos do costume", que não são os ricaços nem a banca nem as grandes empresas privadas ! Sócrates corta nos subsídios, guerreia com todo o aparelho de Estado, qual aprendiz de feiticeiro, como Coelho, tendo este a peregrina ideia de querer que se faça prova de rendimentos para ter o passe social.
há 53 minutos
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Ana Carolina Baião
Victor Nogueira: Deus queira que não tenha razão.
há 44 minutos
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.Victor Nogueira
A mim não me interessa que os ricos não paguem pela frequência da Escola Pública, que usufruam da Segurança Social geral, universal e solidária ou que gratuitamente usufruam do Serviço Nacional de Saúde. O que eu quero é que acabem as "benesses" das mais valias bolsistas, o saque aos nossos bolsos feito pelas empresas privadas, incluindo a Banca que paga de IRC (%) menos que qualquer empresa de vão de escada, que os impostos sejam verdadeiramente progressivos e acabem com as fraudes contabilísticas e os off-shores, que se estimule a produção nacional e valorizem os trabalhadores. Quanto ao PSD, Marques Mendes, ao contrário do PS, quiz nas autárquicas correr com os corruptos e quem foi despedido foi ele, pelo aparelho partidário, no qual Coelho e Sócrates se estribam! Mas Marques Mendes "aprendeu" e agora está mansinho nos seus escritos !
há 40 minutos ·
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SE A JUSTIÇA FALASSE... Um espaço para todos debaterem a justiça portuguesa
Vergonha é sentimento que não têm. O Ministro dos "blindados" responde "estou aqui apenas para falar deste acontecimento", qual disco rachado. Quanto a um subcapataz do governo, sobre estas medidas "moderadoras", teve o desplante de afirmar que era uma questão de Justiça Social. Estamos num Estado Súcial; a mim não me incomoda que os ricos beneficiem do SNS mas sim que eles e as empresas escapem aos impostos e que o Estado gaste milhões com as unidades "privadas" de saúde e de meios complementares de diagnóstico e com a indústria farmacêutica quando poderia aplicar esses milhões nas unidades de saúde públicas. Ao Hospital Privado de Setúbal, do Grupo Melo, chegam diariamente ambulâncias transportando doentes do Torrão, Sines, Torres Novas ...
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O mesmo Grupo Melo inaugurou em Évora uma unidade de radioterapia idêntica à de Setúbal, pois não existiam naquele Distrito, e paga a pensão completa aos doentes em tratamento ambulatório. nos dias de tratamento.
Victor Nogueira PS/PSD e CDS carregam nos impostos sobre quem trabalha, fomentam o desemprego, congelam aumentos salariais e de reforma, fomentam a precariedade,cortam nos apoios sociais e as pessoas em vez de direitos voltam à caridadezinha da mão estendida para a esmola ?
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Há dias comentei que o Banco Alimentar dizia que havia menos contribuições dos consumidores. Mas trata-se dum grande negócio para as cadeias de distribuição: as pessoas compram, ajudam a aumentar os lucros e .... o Governo ainda ajuda as grandes redes de distribuição que agora estão abertas aos sábados, domingos e feriados. Deste modo controlam ainda mais e em seu benefício o que é produzido a montante e lucram com a falências das pequenas e médias empresas, já que sem vestir e comer as pessoas não podem passar. Engordam ainda mais com a crise. Não têm pudor nem a ASAE repara que elas recongelam produtos, que são aqueles que apresentam cristais de gelo. Ou estarei errado ? Se não estiver errado, então vendem produtos que não deveriam re-congelar mas pergunta-se: que fazem aos produtos em fim de prazo de validade ou perecíveis: oferecem-nos a quem precisa ou vai tudo para o lixo ?
Victor Nogueira Em tempo de crise, 55 ex-deputados do PS, PSD, MPT e PPM pedem subsídio de re-integração na vida activa. Lapidares as justificações de Ana Manso (PS) e de Nuno da Câmara Pereira (PPM). Esta gente de partidos que cortam nos subsídios e apoios sociais e lançam centenas de milhares de pessoas no desemprego e na sopa dos ...pobres, não têm pingo de vergonha ?
Precisamos das pessoas reais, olhar no olhar, mão no ombro, abraço ou beijo,ouvir e sentir o outro, refeição compartilhada, enquanto estamos vivos. O resto, o resto é nada ! Que me interessa que me homenageiem ou lembrem depois de morto, se dessas manifestações nada saberei. O "Senhor do Olá" ou "do Adeus" era simpático, mas de quantos sem abrigo desviamos o olhar ou quantos convidamos para nossa casa e para a nossa mesa? O "Senhor do Olá" vivia num palacete, tinha dinheiro e solidão e alguns amigos reais. Para quantos o palacete é uma caixa de cartão e o travesseiro uma pedra e a comida uma necessidade vital e a solidão uma realidade gritante ?
há 22 horas
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. Victor Nogueira
Limitei-me a chamar a atenção para a necessidade de solidariedade e afectos imprescindíveis enquanto estamos vivos, com gestos e acções concretas, reias, que se sintam e entendam. Quanto ao ...resto, seremos apenas memória real enquanto viverem aqueles que connosco (con)viveram, tenham ou não sido companheiros/as de jornada. Depois, serão apenas sons, jogos de luzes ou carreirinhas de letras que nos emocionam ou não, mas despersonalizados. Abraço do Victor Nogueira, o tal que nasceu, vive e um diia morrerá !