TRISTES GLÓRIAS DO "ISENTO" JORNALISMO PORTUGUÊS EM JORNAIS DE "REVERÊNCIA" - O TEXTO DE jvm MERECE-ME OS SEGUINTES COMENTÁRIOS - Há outras perspectivas a considerar: a) as parangonas em jornais de “reverência” não corresponderem ao conteúdo do relatório b) a investigação não ser válida quanto à metodologia adoptada e à escolha do universo inquirido c) haver conflito de interesses entre a “Fundação” Pingo Doce e o SNS. d) Tentar denegrir o SNS - que já esteve entre os melhores do mundo e não sei onde está após anos de ”neo-liberalismo" e desinvestimento, e) ”insinuar” que as “privadas” é que são boas, não corruptas, apesar de nesta a troca de favores ser troca de cifrões: pagas bem ou o Estado garante os lucros com verbas desviadas do SNS, em degradação propositada. Com prejuízo da melhoria do SNS universal, solidário e gratuito (VN)
Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Mostrar mensagens com a etiqueta José Victor Malheiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta José Victor Malheiros. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 2 de junho de 2015
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
As fraudes legais, a oligarquia legal e o primado da lei
escreve o articulista
Que o Luxemburgo é um paraíso fiscal é algo sobejamente conhecido. O que é verdadeiramente espantoso neste esquema – revelado por um grupo de mais de 80 jornalistas do International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ) – é a sua dimensão, a complexidade das transações realizadas e o grau de organização e de rotina atingido pela operação.
Entre as mais de 340 empresas cujas operações de evasão fiscal foram reveladas por esta investigação, conta-se a IKEA, Pepsi, Federal Express, a consultora Accenture, os laboratórios Abbott, a seguradora AIG, a Amazon, Blackstone, Deutsche Bank, Heinz, Morgan Chase, Burberry, Procter & Gamble, Carlyle Group e a Abu Dhabi Investment Authority, para mencionar apenas algumas das mais conhecidas. As operações estão documentadas em 28.000 páginas de documentos oficiais a que os jornalistas tiveram acesso.
(...) Outro elemento que nos faz pensar é que todos estes casos descobertos pelo ICIJ dizem respeito, exclusivamente, a clientes da empresa de consultoria financeira PricewaterhouseCoopers. Como é provável que outras empresas de contabilidade proporcionem este serviço luxemburguês aos seus clientes, percebemos que, apesar de gigante, esta montanha representa apenas a ponta do icebergue e que o total envolvido nestas evasões fiscais escapa à nossa imaginação.»
LER MAIS EM
As leis tornaram-se demasiado complexas, a sua produção quase secreta e a sua alteração quase impossível.
PUBLICO.PT
Etiquetas:
Corrupção,
Fiscalidade,
Jornal Público,
José Victor Malheiros,
União Europeia
Subscrever:
Mensagens (Atom)