Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
14 anos separam as serenas entrevistas e acaloradas intervenções de Assis em Convenção Nacional contra os ultra-liberais do PSD/CDS e na defesa de entendimentos do PS com o PCP que, de acordo com os aparentemente volúveis estadios de alma do actual eurodeputado, ora é (o PCP) conservador, ora de extrema-esquerda, não pragmática, partido que até 4 de outubro de 2015 teria andado sempre de mãos dadas com o PSD, partido este ora da direita responsável, ora da direita ultraliberal, segundo Assis. Se assim é ou tem sido, porque se “enervam” e ficam desassossegados Assis e seus “apoiados”, por o PCP (e o BE) terem resolvido viabilizar um Governo do PS votando contra o PSD/CDS? É mais confiável o "irrevogável" CDS de Portas, qd tentou em 2013 tirar o tapete ao PSD sem "estrondosas" abstenções?
Considero mais adequado ao interesse nacional a existência de uma solução governativa em que a direita fique dependente das posições do PS a uma outra em que o PS se torne refém dos humores, caprichos, estratégias e tacticismos dos partidos da extrema-esquerda.
DOS ARQUIVOS O O ELEVADO SENTIDO DE ESTADO E RESPEITABILIDADE DE CISCO ASSIS--- O deputado do Partido Socialista declarou este sábado que não deverão ser feitos compromissos com pessoas que há muito não os cumprem. Não pode haver compromissos com a direita extremista, diz Francisco Assis. O PSD, diz Francisco Assis, "já nem representa larguíssimos setores da direita portuguesa e estão fora dos avanços na Europa". Assis completa ainda que "esse não é o caminho com o qual nós poderemos concretizar os nossos objetivos"
É rídiculo e perfeitamente risível alguém da “corrente da alternância” afirmar que "António Costa convocou para sábado a comissão nacional porque “percebeu que havia já muita gente inscrita" e acenar com 300 temíveis e aguerridos militantes.
Assis e seus "apoiantes" falam tanto em "democracia" interna que nem previram que os órgãos dirigentes do PS seriam atempada e "naturalmente" informados do andamento das negociações à esquerda para debate e decisão, obviamente nas vésperas da apresentação do Programa de Governo do extinto PáF, dos recém "divorciados" Pedro & Paulo, que, sabe-se lá porquê, nem esperaram pela "eventual" rejeição do mesmo.
Assis deseja que haja livre troca de opiniões nas
reuniões do PS
Margarida Gomes
04/11/2015 - 20:34
António Costa convoca reunião para sábado, obrigando o
eurodeputado a desmarcar o almoço marcado para a Mealhada.
A mensagem é clara para quem contesta o acordo do PS com o BE e o PCP. Mais antinatural que assinar um acordo de Governo com o BE ou PCP seria “viabilizar…
Carlos César repete que o PS deixará passar o programa de Governo do PSD e CDS se não tiver uma alternativa "estável e duradoura". PCP mantém moção de rejeição autónoma enquanto não houver decisão conjunta à esquerda.
Jorge Sm
18:01
Mais um título abusivo do Público ("PS pressiona PCP e Bloco: só chumba Governo se tiver acordo firmado antes da discussão do programa"). É puramente conclusivo dizer-se que o PS está a pressionar o PCP e o BE. E as declarações citadas na notícia não permitem, sem mais, tirar essa conclusão.
tripeiro
18:10
E as declarações citadas na notícia não permitem, sem mais, tirar essa conclusão." Saber ler não se resume a juntar as letras do alfabeto, implica também que se entenda o sentido do que está escrito. "Porque, disse o dirigente socialista, o compromisso assumido na noite eleitoral mantém-se: “O PS não inviabilizará [o Governo PSD/CDS] sem ter uma alternativa que seja sustentável, estável e duradoura.” permite sem dificuldade alguma tirar a dita conclusão e para o dirigente fazer esta afirmação... é porque o acordo vai de vento em popa cof cof co
jojoratazana
18:30
Caro Jorge a isto, chama-se jornalismo criativo, esta moda já vem desde tempo do José Manuel Fernandes, o guru do jornalismo criativo.
Victor Manuel
Lisboa
Há 46 minutos
Jojo, veja o título do DN (bem à esquerda): "PS avisa PCP e BE: sem acordo não há noção de rejeição". Jojo, jojo, abra lá uma caixa de comentários no democrático e transparente e rigoroso e verdadeiro.... "Avante".
Victor Nogueira
Setúbal
Há 2 minutos
Era isso mesmo que ia dizer. A "bota" do título não bate com a "perdigota" do corpo da notícia. Trata-se dum título que toma partido, o da não isenção com que o "Público" vem brindando os seus leitores. O coro dos adeptos do PáF pressiona para que as negociações entre o PS e o PCP/BE/PEV sejam na praça pública. E como pouco ou nada sabem, os páfianos mandam palpites. Dia 10 logo se saberá o teor do acordo para o Programa de Governo do PS contraposto ao do PSD/CDS, que até já desfizeram o acordo post-eleitoral, nem 30 dias decorridos.. Com os seus deputados ganhos na secretaria, o CDS de Paulo Portas fica com as mãos e os votos livres, desta vez irrevogavelmente. Mau negócio para o PSD?
Que "tristeza"! O "acordo" post-eleitoral
entre PSD/CDS, assinado quando gritavam "bitória, vitória", nem na história
durou 30 dias. Pobre Cavaco. Vão separados para a rejeição previsível do
“irrevogável Programa PáF Com elevado sentido de "estádio": votarão contra
todas as propostas da Esquerda, (qualquer que seja o seu conteúdo?), por
considerarem ilegítimos os votos e o eleitorado do PS/PCP/Bloco/PEV. Para estes
“democratas” Pafianos, o “melhor povo do
Mundo” que se lixe. Percebe-se agora o verdadeiro significado do "que se
lixem as eleições" proferido por Passes de Coelho. O "Povo", bem
ou mal comportado que fique de castigo, com orelhas de burro, em secura e
encostado ao paredão? JP votarão contra todas as propostas da Esquerda, (qualquer que seja o seu conteúdo?)" - o que acha da atitude da "esquerda unida", que sem o governo ainda ter apresentado programa, já sabe que o vai chumbar? Ou da atitude de António Costa, que ainda a campanha ia a meio e já afirmava que chumbaria qualquer orçamento de estado proposto pela coligação? Para si, os democratas são os que pretendem impingir um programa que perdeu as eleições? São os que distorcem os resultados eleitorais para extrapolar uma suposta maioria de esquerda
Victor Nogueira - JP 11:14 – A democracia exige arte de negociação e compromisso, para não ser ditadura. Os partidos e coligações apresentam ao eleitorado um Programa de Governo. Quem tiver maioria absoluta pode impô-lo sem cedências. PS e PSD/CDS pediram maioria absoluta, o PS para inverter a política do PSD/CDS. Cada um deles teve apenas maioria relativa implicando negociações, caso a caso ou para a legislatura. PSD/CDS ou “direita unida” limitaram a sua “abertura” ao PS. Este negociou com todos e, com cedências de parte a parte, verá o Programa de Governo aprovado pelo PCP/BE/PEV. É natural que as negociações não sejam debatidas na praça pública. O PS já disse que o fará no local certo, a Assembleia da República, para debate e votação.
PSD e CDS desfazem acordo de Governo mas são oposição unida
Olhem, olhem, o Proença da UG"T" célebre pelos
acordos em “tradição” com o Grande Patronato, não quer o PS apoiado pelo PCP e
Bloco, juntando-se ao seu sucessor Carlos Silva, o bancário do banqueiro. "Habitaram-se" a só abanarem à direita, tal como Cisco Assis, no Arco do Cego.
Ainda não perceberam que sem a chamada "classe média" o PS desaparecerá por debandada de eleitorado, sem
que voltem as Fontes Luminosas, quando arengavam com o Socialismo em Liberdade.
Aprisionaram o Socialismo e agora
defendem a "austeridade" e a chamada "classe média" que
pague a crise.
Note-se que o acordo PSD/CDS assinado 3 dias após as eleições já
foi por estes rasgado e vão separados para o Parlamento.
“Alternativa” de Assis é para “o próximo Congresso” do PS
"Espelho meu, quem é o mais inteligente", para além de Cisco Assis?
É necessário uma enorme dose de vitaminas para conseguir ler as catilinárias de Cisco Assis, o filósofo de pechisbeque e das palavras arrevezadas nas quais tropeça e se enreda, pescadas numa qualquer enciclopédia "digestiva".
Recorrente em adjectivar PCP e BE como a "extrema esquerda" sectária, utópica, não pragmática e sem sentido de estado, agora decretou o fim da "esquerda" ao transitar o "seu" PS para o "centro-esquerda". O arco político é assim o da direita, o do centro-esquerda e o da ...extrema-esquerda.
Em termos de trapalhonice e desonestidade intelectual Cisco Assis é o máximo. Ninguém o segura !
O PS, como já aqui o referi na semana passada, não pode deixar-se aprisionar por compromissos impeditivos da prossecução de uma acção reformista de que o país notoriamente carece.
A comunicação presidencial da semana passada teve, entre
outras, a consequência nefasta de consolidar a ideia de que ao longo dos
últimos 40 anos se viveu num regime de apartheid político com a exclusão dos
partidos situados à esquerda do PS.
(...) Ora isso pura e
simplesmente não é verdade. E não só não é verdade, como constitui um
monumental embuste directamente filiado na tradição leninista e estalinista de
falsificação primária dos fenómenos históricos. Que aqueles que ainda hoje se
reconhecem nessa tradição política se dediquem a tais práticas não pode
constituir motivo de especial surpresa; que haja sectores do Partido Socialista
dispostos a aderir acriticamente a tal tipo de procedimentos e até a
participarem entusiasticamente neles já é razão para uma reacção indignada. O
conceito de “arco da governação” nunca teve, da parte de quantos perfilham os
princípios e valores de natureza demo-liberal, um significado ontológico ou
sequer normativo. Tão-pouco ele resultou de uma vontade premeditada de exclusão
de quem quer que fosse do debate político nacional.
(...) Ao longo destes 40 anos a extrema-esquerda estabeleceu
como verdade axiomática o princípio de que a direita começava na sua própria
fronteira e que, no fundo, não haveria substanciais diferenças entre o PS, o
PSD e o CDS-PP.
(...) ao liderar o
processo conducente à adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia,
o PS desvelava a sua genuína natureza de partido empenhado na consolidação de
um modelo de sociedade situado nos antípodas do modelo autoritário e
colectivista preconizado pelos seguidores da ortodoxia leninista pró-soviética;
ao participar activamente em sucessivos processos de revisão constitucional,
visando a depuração da lei fundamental de uma ganga pró-marxista manifestamente
alheia aos caminhos democraticamente escolhidos ao longo de sucessivos actos
eleitorais, o PS foi identificado com os adversários dos “valores de Abril”.
(...) Perante tudo isto não é de espantar que a
extrema-esquerda nunca tenha votado senão contra todo e qualquer projecto de
Orçamento do Estado apresentado pelos vários governos socialistas e nunca tenha
manifestado a mais ligeira aproximação sempre que estiveram em causa votações
relacionadas com a adesão e participação de Portugal no projecto europeu. Bem
pelo contrário.
(...) Seria bom que
alguns actuais deputados do Partido Socialista que andam por aí levianamente a
proferir barbaridades olhassem com mais rigor para a história do partido que
conjunturalmente representam. Se no passado, em nome da defesa da liberdade e
da consolidação da democracia representativa, se justificara um entendimento
preferencial com esses partidos, agora, pelo contrário, dever-se-ia privilegiar
um diálogo à esquerda em nome do princípio premente da igualdade. O argumento enferma
pelo menos de duas insuficiências notórias. Desvaloriza absolutamente a
importância das divergências permanecentes à volta de questões tão importantes
como a política europeia e desconsidera a necessidade de adopção de políticas
económicas centradas na preocupação de atracção do investimento e do estímulo à
iniciativa empresarial.
(...)
No ambiente de crispação que estamos a viver é difícil impor os pontos de vista
de quem continua a pensar que é ao centro que se podem alcançar os
entendimentos verdadeiramente virtuosos de que a sociedade portuguesa precisa.
Não é isso, porém, razão para desistirmos de lutar por aquilo que estamos
convencidos ser o caminho mais correcto a trilhar por um partido de
centro-esquerda como é o Partido Socialista
http://www.publico.pt/politica/noticia/a-falsa-tese-da-marginalizacao-politica-da-extremaesquerda-1712686 sobre francisco assis ver
Qual é a segurança do patronato ? E qual é a tua segurança ? 1/2 in http://mundophonographo.blogspot.pt/2015/10/qual-e-seguranca-do-patronato-e-qual-e.html
Embora admitindo a "sublevação" de 14 deputados do PS que viabilizem o Governo do PáF, Negrão não concebe a continuidade de Pedro & Paulo num governo de gestão mas sim o governo alternativo do PS com apoio do PCP/BE/PEV. Já os constitucionalistas Jorge Miranda e Vital Moreira haviam considerado insconstitucional que Cavaco "nomeasse" um governo de gestão PSD/CDS impedindo uma solução do PS apoiado pelo PCP/BE/PEV
Fernando Negrão afasta hipótese de um Governo de gestão
O bancário sindicalista da UG"T" com a benção do banqueiro do Espírito Santo prefere um Governo rosa/laranja e « põe reservas ao "levantamento" total da austeridade.» Para o secretário geral da UGT, “é o PCP que tem que dar provas ao país de que está mais disponível para assumir determinados compromissos, não só em termos nacionais mas como internacionais”.
Que se cuide o "Dr. António Costa", camarada do "socialista" Carlos Silva da UG"T". Mar de rosas, só com sumo da laranja.
UGT. “Isto não vai virar tudo cor de rosa com Costa primeiro-ministro”
"Isto não vai virar tudo cor-de-rosa pelo Dr. António Costa ser o próximo primeiro-ministro, como julgo que virá a acontecer”.
Os "desnorteados" do PáF e Cavaco, o homem que nunca se engana, que não lê jornais nem muda uma linha aos seus pretéritos discurso e fiel aos seus amigos de bancada, levam mais um"puxão de orelhas.Depois do Presidente da CIP e de Marcelo, chega a vez do banqueiro Ulrich.
"É tempo de algumas franjas da população se reverem em quem está no Governo”
Cavaco é um poço de contradições e de inabilidades. Diz que não faz no estrangeiro comentários sobre a política portuguesa mas comenta o seu próprio discurso. Claro que tem um interesse pessoal: no mínimo o da defesa de quem financiou a sua campanha eleitoral e o apoio ao governo que recorrentemente governou contra a Constituição e traiu todas as promessas eleitorais de 2011. E não tem qualquer inteligência política.
O homem nunca se engana, apesar dos remoques do patrão da CIP e do seu correligionário Marcelo. A arenga dos "desnorteados" do PáF abrandou, na UE não se ouvem as ameaças que se dispararam contra o Syriza, exceptuando as atoardas do PPE. Mas afinal o Homem dos Governos de consenso necessários à “estabilidade” só admite “consensos” à direita.
O interesse nacional defendido por Cavaco traduz-se no desemprego, no aumento da pobreza, na diminuição dos rendimentos doTrabalho e dos reformados, na destruição do tecido económico produtivo a favor dos “mercados financeiros” da usura.. Qual Rei-Sol majestático, “depois dele, o dilúvio”.
Ele permanece, estrebuchando, qual homem do leme com passes de coelho. Estrebucha condenando-se à sorte do lacrau e da rã e tentando arrastar-nos para o abismo. De que têm medo Cavaco e o psd/cds de Pedro & Paulo ?
Presidente não está arrependido de uma única linha do que disse
Lusa
Cavaco Silva recusa ter agido por "interesse pessoal" e defende que durante todo o seu mandato sempre se guiará pelo que considera ser o "superior interesse nacional".
1. - Bem. A verdade é que o Venerando Chefe de Estado incumbiu Passos Coelho de fazer rondas para assegurar apoio maioritário ao PáF mas pelos vistos falharam pois tinha palas para a esquerda. E a ribalta vai para o PS e o eventual apoio a este por parte do PCP e do BE.
Para além do coro estridente dos apoiantes do PáF, que desenterram PREC's e outros petardos que às novas gerações pouco ou nada dizem, o mais que Passes de Coelho em desespero de causa teve para oferecer ao PS foi uns lugaritos num eventual Governo PSD/CDS com a despromoção do irrevogável Portas/CDS que há dois anos colocou a coligação PSD/CDS em palpos de aranha, valendo-lhes na altura as violentas abstenções do Tó Zé Seguro e as catilinárias de Cisco Assis. 2. - Em tempo - outro petardo dos desaustinados apoiantes do PáF foi o desenterro do fantasma da NATO. Ora esta foi criada em 1949 para fazer face ao chamado papão soviético, que se esboroou como castelo de cartas em 1989. Ora sendo assim, a NATO deveria ter sido dissolvida por extinção do papão comunista, a que se seguiriam rios de hidromel, o paraíso na terra e hosanas nas alturas. Se o comunismo acabou, de velho e caduco, dizem os seus adversários, porque desenterrar velhos papões ? Parece que entre os desaustinados defensores das austeritárias PáF's, alguns dos quais preferem os credores aos comunistas (Deus permita que os credores lhes conservem a mansão e a basta bolsa) haverá muitos que nas ideias e argumentário serão como a célebre Brigada do Reumático. bafienta e sem viço ou adaptação aos "novos" tempos.
Negociações à esquerda à espera de "avanços decisivos"
Os três partidos estão a entrar numa nova fase das suas conversas. Com o PCP terminou o debate sobre os nove pontos que Jerónimo de Sousa apresentou. PS e BE estão confiantes numa aproximação programática
uffa ! Consegui ler os comentários todos. Não é o PS um partido que se diz socialista, democrata e defensor da tolerância, da liberdade, do diálogo e do pluralismo ? É o PS adepto do pensamento único e totalitário ? E a democracia não implica diversidade de perspectivas, de opiniões, de soluções ? E, consequentemente, a capacidade de estabelecer consensos ? Não é verdade que a esmagadora maioria do eleitorado não votou PáF e que PS, Bloco e CDU têm uma folgada maioria no Parlamento e que o Bloco e a CDU não fecharam a porta a um Governo do PS ? E sendo o PS um partido de homens e mulheres, as mulheres do PS revêm-se nos comentários machistas e misógenos dirigidos às candidatas do Bloco ? Não consegue o PS entender que uma parte apreciável do eleitorado socialista ou se absteve ou terá votado no Bloco ? Não tem o PS um Programa de Governo ? E que deveriam cerrar fileiras em torno desse Programa e não andarem sempre divididos à procura de D. Sebastião, em sucessivas conspirações e re-encarnações ? Longe, muito longe e cada vez mais sem retorno vão os tempos em que o PS mobilizava multidões