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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

igual a si próprio, Assis baralha-se com o verbo


* Victor Nogueira

O título "A evidente e profunda assimetria entre a relação PS-BE e a PS-PCP" promete profundas divagações d'Assis mas chegando ao ponto final resta o vazio de conteúdo. Esperam-se novos desdobramentos que clarifiquem as antinomias enxergadas pelo filósofo para quem,"de resto, é cada vez mais evidente uma profunda assimetria entre a relação PS-BE e a PS-PCP, para já não falar da permanente antinomia entre as duas formações da extrema-esquerda portuguesa." depois de referir os "momentos festivos [do BE]– caso do último congresso recheado de declarações a raiar a pura orgia ideológica – que realçar o comportamento que este partido tem assumido nos últimos tempos em termos práticos, no que em tudo se distingue do Partido Comunista Português". De facto Assis como sempre, baralha.se com a verborreia

OPINIÃO

A evidente e profunda assimetria entre a relação PS-BE e a PS-PCP

Mariana Mortágua acabou por prestar um bom serviço ao PS, já que evidenciou com uma clareza cartesiana tudo o que separa em aspectos essenciais o PS e o BE.

https://www.publico.pt/politica/noticia/a-evidente-e-profunda-assimetria-entre-a-relacao-psbe-e-a-pspcp-1745533?page=-1

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Mortágua e BE não apresentaram novo imposto à revelia, decisão foi acordada com o Governo

* Victor Nogueira
FOI MESMO ASSIM ? O BLOCO ESTÁ SEMPRE EM BICOS DE PÉS PARA FICAR NA FOTO ? É PIOR A EMENDA QUE O SONETO. O BLOCO É QUE ESTÁ A DAR PARA AS ESMOLAS DO PS / COSTA ? AQUI HÁ MOURA NA COSTA ?
DIZ A IMPRENSA - Mortágua e BE não apresentaram novo imposto à revelia, decisão foi acordada com o Governo
07h41 FÁBIO MONTEIRO
Anúncio de Mariana Mortágua de um novo imposto sobre património imobiliário fazia parte de uma “estratégia mediática aceite pelas duas partes”, Governo e Bloco de Esquerda, revela Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do BE, em entrevista à TSF
Anúncio de Mariana Mortágua de um novo imposto sobre património imobiliário fazia…
EXPRESSO.SAPO.PT

terça-feira, 20 de setembro de 2016

O BE diz ao que vem…

* João Afonso Luz

Estranho ver tantos a admirarem-se com estas palavras da deputada e líder informal do BE.

A social-democracia, mais ou menos radical, tem como objectivo reformar e salvar o capitalismo, portanto, não consigo compreender o espanto com esta afirmação.

Alguém tinha alguma ilusão em relação à natureza e objectivos do BE? Alguém considerava o BE um partido revolucionário?

Para que não restem dúvidas ou ilusões, o BE, desta vez de forma desassombrada, diz ao que vem… vem salvar o capitalismo e perpetuar a exploração.
O BE diz ao que vem…
19 DE SETEMBRO DE 2016

Isto é uma picardia e uma video-montagem de garotos. Que disse efectivamente MM e em que contexto ? É por aí que passam o esclarecimento e o combate ideológico, sem faenas.
19 DE SETEMBRO DE 2016 AT 21:12 

JOÃO AFONSO LUZ diz:Aqui está o link para a reportagem da sic, sem montagens e onde Mariana Mortágua diz ao que vem e que são os únicos capazes de salvar o capitalismo: http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2016-09-17-Carlos-Cesar-promete-descida-de-impostos-em-2017

Mas para lá das afirmações alguém tem dúvidas sobre o posicionamento do BE em relação ao sistema capitalista? O BE coloca no seu horizonte a perspectiva revolucionária da superação do capitalismo?

Isso sim, para mim seria uma novidade.
19 DE SETEMBRO DE 2016 AT 22:01 RESPONDER

VICTOR NOGUEIRA diz: João. Não tenho dúvidas sobre a questão que equacionas. Tenho dúvidas e interrogações em relação a outras questões relativas a partidos que sustentam o Governo do PS/Costa, que não o BE. Mas com este post quem o leia fica sem saber o que se passava. E em vez de remeter apenas para a peça jornalística através duma hiperligação, teria sido mais eficaz em termos de combate e de esclarecimento políticos: a) citar o que MM afirmou e em que contexto b) criticar e esclarecer o que for de criticar e de clarificar. Mas questões destas não são para discutir ou debater com ligeireza e muito menos na Praça do Bocage.
20 DE SETEMBRO DE 2016 AT 00:31

https://pracadobocage.wordpress.com/2016/09/19/o-be-diz-ao-que-vem/ 

sábado, 25 de junho de 2016

O Bloco de Esquerda e o Canto da Sereia


A nova revolução do BE: Catarina Martins assume objectivo do BE de ser Governo
- Pois .... A partilha do poder nesta sociedade é tão sedutora, tão maviosa em cantos de sereia, leva a tais compromissos que às tantas vão-se os dedos e ficam apenas os anéis ou anilhas.

https://www.publico.pt/politica/noticia/1a-nova-revolucao-do-be-1736219?frm=opi

terça-feira, 3 de novembro de 2015

PS pressiona PCP e Bloco ....


PS pressiona PCP e Bloco: só chumba Governo se tiver acordo firmado antes da discussão do programa


Carlos César repete que o PS deixará passar o programa de Governo do PSD e CDS se não tiver uma alternativa "estável e duradoura". PCP mantém moção de rejeição autónoma enquanto não houver decisão conjunta à esquerda.


Jorge Sm
18:01
Mais um título abusivo do Público ("PS pressiona PCP e Bloco: só chumba Governo se tiver acordo firmado antes da discussão do programa"). É puramente conclusivo dizer-se que o PS está a pressionar o PCP e o BE. E as declarações citadas na notícia não permitem, sem mais, tirar essa conclusão.


tripeiro
18:10
E as declarações citadas na notícia não permitem, sem mais, tirar essa conclusão." Saber ler não se resume a juntar as letras do alfabeto, implica também que se entenda o sentido do que está escrito. "Porque, disse o dirigente socialista, o compromisso assumido na noite eleitoral mantém-se: “O PS não inviabilizará [o Governo PSD/CDS] sem ter uma alternativa que seja sustentável, estável e duradoura.” permite sem dificuldade alguma tirar a dita conclusão e para o dirigente fazer esta afirmação... é porque o acordo vai de vento em popa cof cof co


jojoratazana
18:30
Caro Jorge a isto, chama-se jornalismo criativo, esta moda já vem desde tempo do José Manuel Fernandes, o guru do jornalismo criativo.


Victor Manuel
Lisboa
Há 46 minutos
Jojo, veja o título do DN (bem à esquerda): "PS avisa PCP e BE: sem acordo não há noção de rejeição". Jojo, jojo, abra lá uma caixa de comentários no democrático e transparente e rigoroso e verdadeiro.... "Avante".

Victor Nogueira
Setúbal
Há 2 minutos
Era isso mesmo que ia dizer. A "bota" do título não bate com a "perdigota" do corpo da notícia. Trata-se dum título que toma partido, o da não isenção com que o "Público" vem brindando os seus leitores. O coro dos adeptos do PáF pressiona para que as negociações entre o PS e o PCP/BE/PEV sejam na praça pública. E como pouco ou nada sabem, os páfianos mandam palpites. Dia 10 logo se saberá o teor do acordo para o Programa de Governo do PS contraposto ao do PSD/CDS, que até já desfizeram o acordo post-eleitoral, nem 30 dias decorridos.. Com os seus deputados ganhos na secretaria, o CDS de Paulo Portas fica com as mãos e os votos livres, desta vez irrevogavelmente. Mau negócio para o PSD?

http://www.publico.pt/politica/noticia/ps-pressiona-pcp-e-bloco-so-chumba-governo-se-tiver-acordo-firmado-antes-da-discussao-do-programa-1713233

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A Ordem de Cavaco e do PSD/CDS são eternas ?


volpedo - o 4º Estado

* Victor Nogueira

Em 40 anos de regime democrático-burguês apenas um Presidente da República - o general de pingalim e monóculo - ombreia com Cavaco Silva no anticomunismo troglodita, no asco por quem não perfilhe das suas ideias, no desprezo pelos partidos políticos não unanimistas,, nos discursos apocalípticos quando da derrota dos seus objectivos.

Cavaco sempre defendeu a necessidade de consensos alargados e de estabilidade política, mesmo que se traduzam nos aumentos do desemprego, da precariedade no trabalho, da emigração, da pobreza, da carga fiscal sobre as pequenas e médias empresas e sobre a chamada “classe média”, na insegurança para a maioria dos cidadãos no encerramento de milhares de pequenas e médias empresas, na destruição da agricultura, das pescas e da industria portuguesas ou na alienação de sectores estratégicos da economia. Tudo isto em paralelo com benesses crescentes aos grandes grupos economico-financeiros.

Durante a campanha eleitoral o PS e o PáF ´pediram" a maioria absoluta: o primeiro para inverter a política do PSD/CDS, a segunda para mantê-la. O eleitorado contudo não concedeu senão maioria relativa a qualquer das referidas forças políticas, antes possibilitou o reforço da CDU e do BE.

Cavaco Silva sempre quis um acordo estilo "união nacional" entre PS/PSD/CDS, mesmo quando o irrevogável Portas se demitiu em 2013 e pôs a coligação de pantanas. Nunca desistiu mesmo durante a campanha eleitoral, apesar do PS dizer que votaria contra qualquer OE proposto pelo PáF e que entendia que não era saudável para a Democracia a teoria do arco da governação ps(d)cds,

Encerradas as urnas e ainda antes do apuramento final dos resultados eleitorais, apesar da maioria do PáF ser relativa, comunicou ao País que encarregara Passos Coelho como líder do PáF de tentar encontrar um apoio ao seu Governo, embora excluindo à partida a CDU e o BE. Passos Coelho não deu conta do recado enquanto o PS negociando à esquerda e à direita, conseguiu o apoio do PCP, do BE e do PEV.

Embora discutível, é perfeitamente legítimo que Cavaco nomeasse Passos Coelho como Primeiro-ministro e o indigitasse para formar Governo, embora este á partida impossibilitado de ver o seu Programa aprovado pela maioria da Assembleia da República, criando instabilidade política e perdas de tempo.

Podia Cavaco legitimamente interpretar os resultados eleitorais como interpretou e, passando a decisão para a Assembleia da República, respeitar as decisões desta. Mas não, Cavaco revelou-se um homem faccioso do pensamento único, da unidimensionalidade e, tal como Passos Coelho, completamente inepto para gerar consensos com inteligência política. A verdadeira dimensão de Cavaco está no apelo a que deputados do PS quebrem a disciplina partidária de voto  viabilizando os votos necessários à sobrevivência do PáF. A verdadeira dimensão de Cavaco é a de sempre ter apoiado um Governo PSD/CDS que renegou todas as promessas eleitorais feitas em 2011 e governou recorrentemente contra a Constituição

Spínola tentou provocar em 74/76 a guerra civil e, sucessivamente derrotado, enveredou pela chefia das redes bombistas de extrema-direita. Decididamente Cavaco não tem a arte de Costa Gomes para salvaguardar as "conquistas da Revolução" nem a inteligência política de Soares ou Sampaio para a "pacificação" e preservação da democracia burguesa.

Cavaco jurou, de má-fé, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República (CRP), que nunca terá lido. Porque deu posse a Governos como o CDS/PP que havia votado contra a CRP e foi acérrimo opositor da entrada na União Europeia. Ignorando também que Portugal faz parte da ONU, que defende a solução pacífica dos conflitos internacionais e a criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos, princípios plasmados na CRP. A mesma CRP que no mesmo artº 7º estabelece que Portugal preconiza o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares. Com a derrocada da URSS e do Bloco Socialista, a NATO deixou de ter razão de ser.  

Mas a própria CRP, que reconhece o direito de resistência, incorpora os princípios consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que Portugal subscreveu,  (http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/tidhuniversais/cidh-dudh.html), documento perigosamente "subversivo" para o consórcio que "gere" os destinos da chamada União Europeia [1].  

Cavaco fundamentaliza-se  na “tradição” e discrimina os eleitores e os deputados. A NATO, os Tratados da União Europeia, o Pacto Orçamental, a União Monetária, que não foram referendados, não se discutem.

Ainda não pode “eliminar” os “comunistas”, a “extrema-esquerda”, como sucedeu na Alemanha dos anos 30 do século XX. Mas, tendo de suportá-los, não podendo ainda sujeitá-los a medidas de segurança e retirada de direitos cívicos ou eliminá-los e aos seus defensores, preconiza a imutabilidade do status quo. Os “comunistas” podem (ainda) participar no Governo das Autarquias Locais. Mas nunca no Governo de Portugal.

Percebe-se agora porque Cavaco marcou as eleições para 4 de Outubro véspera da data da Implantação da República em 1910, que pôs termo a 8 séculos de "tradição" monárquica. Cavaco foi conivente com a decisão do PSD/CDS que aboliu os feriados comemorativos da Restauração da Independência em 1640 e da Implantação da República em 1910 mas manteve as Comemorações da Consagração de Portugal a N. Sra da Conceição como Rainha de Portugal, a 8 de Dezembro. 

Fiel ao seu peculiar ideário au(s)toritário Cavaco, enquanto Presidente da República, ameaça inviabilizar um Governo do PS apoiado pela CDU e pelo BE, permitindo que o PáF se mantenha em funções mesmo que de "gestão" até ao Verão de 2016, mesmo contra a maioria do eleitorado. e da Assembleia da República, órgão supremo da Soberania Nacional Que sentido de honra tem Cavaco considerando que jurou cumprir e fazer cumprir a CRP e assegurar o normal funcionamento das instituições democráticas ? 

As desOrdens de Cavaco e do PSD/CDS são imutáveis, são eternas, Tão eternas, tão imutáveis que Cavaco talvez preferisse ter jurado cumprir e fazer cumprir a Constituição e o Estatuto do Trabalho Nacional fascistas, ambos de 1933 ?


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[1] do Preâmbulo da Declaração Universal - "Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão"


domingo, 4 de outubro de 2015

Previsões dos resultados eleitorais e declarações



* Victor Nogueira

20:15  - AS VARIADAS PREVISÕES COLOCAM O PáF EM PRIMEIRO LUGAR MAS NÃO DIZEM QUANTOS LUGARES CABERÃO AO PSD E QUANTOS AO CDS. É PERFEITAMENTE PREVISÍVEL QUE O PARTIDO COM MAIS DEPUTADOS SEJA O PS. Tentará Cavaco dar posse a um Governo PSD+CDS ?

Em direto - Projeções: coligação com vantagem de 7 a 8 pontos

http://observador.pt/2015/10/04/projecoes-coligacao-vantagem-7-9-pontos/

22:51


António Costa: "Manifestamente não me vou demitir"

Apesar da derrota nesta eleitoral, António Costa não vai demitir-se da liderança do Partido Socialista. Mesmo reconhecendo que o PS não conseguiu alcançar “os objetivos eleitorais” a que se tinha proposto e de ter assumido a responsabilidade por esse resultado, o secretário-geral socialista lembrou que há “agora um novo quadro político parlamentar” com a perda da maioria da coligação. E deixou bem claro: “Manifestamente não me vou demitir”.

Resta agora saber se o secretário-geral do PS vai abraçar o desafio deixado pelo Bloco e pela CDU: junta-se à esquerda, derruba já o programa de governo da coligação e apresenta uma alternativa de governação.


22:37


"PS tem condições para formar Governo", diz Jerónimo de Sousa

O Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, diz que o PS “tem condições para formar Governo” e que a CDU rejeitará qualquer tentativa de Governo PSD-CDS.
Jerónimo de Sousa ainda não falou com António Costa. E não especifica que medidas estaria disposto a deixar cair do seu programa para chegar a entendimento com o PS. No geral, seria necessário que António Costa estivesse disposto a romper com todas as políticas que prejuicam “os portugueses e os trabalhadores”. Até porque, tendo em conta a perda de maioria absoluta da coligação, “o povo mostrou que rejeita esta política” de direita.

Sobre se estaria disposto a aporvar um Orçamento de Estado do PS, o Secretário-Geral do PCP é cauteloso. “A melhor prova do pudim é comê-lo”, disse. Ou seja, só quando tiver acesso ao documento é que pode decidir.

Em direto: CDU e Bloco desafiam Costa a não deixar Passos governar



Jerónimo de Sousa e Catarina Martins desafiam António Costa a impedir Passos Coelho e Paulo Portas de formar governo. Bloco quer um plano de emergência para Portugal com o PS


22:13

  PCP vai rejeitar programa de Governo de PSD/CDS



O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, acabou de afirmar que será “intolerável” que o PR queira dar a Passos “a possibilidade de continuar no governo”. “O PCP e Os Verdes rejeitarão qualquer tentativa nesse sentido”, garante.


21:24
Rita Ferreira

Bloco de Esquerda: "Não entramos em competição com a CDU"



Quando todas as projeções indicam – e os resultados provisórios para aí apontam também — que o Bloco de Esquerda vai ficar à frente da CDU, Pedro Filipe Soares quis deixar claro que os bloquistas não entram “em competição com a CDU”. Em relação ao repto já lançado pelos comunistas ao PS para que se derrube o Governo PSD/ CDS, o deputado bloquista apenas afirmou: “Estaremos à altura de ser a esquerda que luta contra a austeridade”.

21:22

Na primeira declaração no palanque, a CDU prefere não confirmar nem possíveis coligações com o PS, nem uma moção de rejeição ao programa de Governo da coligação PSD-CDS.
Francisco Lopes, da Comissão Política do PCP, limita-se a dizer que irão sempre votar no Parlamento contra “tudo o que é negativo” e a favor de tudo o que “ajudar o que é positivo para os trabalhadores”.


20:41
CDU ameaça derrubar o Governo

O eurodeputado comunista João Ferreira foi taxativo: “Se o Presidente da República empossar este Governo, na Assembleia da República, os deputados da CDU votarão contra isso”.

Na TVI, João Ferreira defendeu que “a maioria dos portugueses” deu este domingo um sinal claro de que não quer mais a coligação PSD/CDS no Governo e que Passos e Portas só vão ser primeiro e vice-primeiro-ministro se o “PS lhes der a mão e os apoiar”.


20:20

CDU: "Não andamos em nenhuma competição com o BE"

A Comissão Política do PCP recusa falar em qualquer derrota. “Não estamos nada frustrados”, diz Jorge Pires, que prefere destacar a “derrota” da coligação PSD-CDS, por não ter conseguido chegar à maioria absoluta.
No comentário às primeiras projeções políticas, Jorge Pires prefere olhar para o copo meio cheio e frisar a “consolidação do eleitorado da CDU” e a “possibilidade de progressão dos resultados das últimas eleições”.
Sobre a possível passagem do Bloco de Esquerda a terceira força política, atrás da coligação e do PS, um único comentário: “Não andamos em nenhuma competiçãocom o Bloco de Esquerda”.

 

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Costa crítica e Alegre reforça: PCP e BE fazem "frete à direita"

ISABEL MOREIRA ALEGRE QUE SE FEZ TRISTE CISCO ASSIS SÓCRATES SEGURO COSTA MAROSCAS SÓ-ARES- TODOS IGUAIS - TUDO PELO CAPITAL, NADA CONTRA O CAPITAL FOI O PS QUE PERMITIU QUE PSD/CDS CUMPRISSEM O MANDATO ATÉ AO FIM


Costa perdeu a paciência com as críticas de que tem sido alvo pelos partidos à esquerda do PS. À noite Alegre carregou nas tintas.
DN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

BE expulsa militante e autarca algarvio !

estou pasmo com a forma como o BE considera que deve oferecer lugares a troco de outros. há confiança política para lhe dar a direcção da concelhia mas não para a vereação. Estranho grupelho este...

www.barlavento.pt
A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda decidiu expulsar o militante olhanense e único vereador do Bloco em câmaras algarvias João Pereira, na sequência de um processo interno de inquérito que lhe foi movido há cerca de três meses.
há 11 horas 
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Victor Nogueira
O escarcéu que seria se fosse no PCP, com chamadas de 1ª página nos órgãos de "reverência" e telejornais, contra o totalitarismo e falta de democracia e liberdade ! 
há 4 minutos
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Já em tempos o PS expulsou 50 e tal militantes incluindo o "histórico"Narciso Miranda, que afirma nem sequer ter sido ouvido, o que poderia à vontade ter dado origem a um folhetim, mas os órgãos de reverência ficaram mudos e quedos !

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A moção de censura do BE

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* Victor Nogueira
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Se tivesse sido coerente, nas Presidenciais o BE devia ter apresentado o seu candidato, para segurar o seu eleitorado. Mas não, atrelou-se ao poeta pavão de cravo vermelho ao peito, como na canção de Barata Moura, ou passando-lhe um cheque em branco ou "acordando" de tal maneira que permitiu a quadratura do círculo com o "oposto" PS(D), "esquecendo-se" do princípio político basilar de que  na 1ª volta se vota a favor e na 2ª ... contra !. 
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Não cuidando de "segurar" o seu eleitorado na 1ª volta, e ao "esquecer" este princípio basilar, o BE ajudou a abrir o caminho a Cavaco logo na 1ª, validando o Estado Súcial PS(D)/CDS em que vivemos graças ao voto do eleitorado e das "camadas intermédias"
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Claro que às classes dominantes interessa que o PS/Sócrates lá esteja por dois motivos: é mais fácil ao PS fazer a recuperação capitalista e destruir a Constituição de Abril ou governando fora da lei e desacreditar a esquerda e o socialismo, pois como tal é pela direita e pelos meios de comunicação social e comentadores encartados apresentada !
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Também não deixa de ser "curioso" que o Jardim da Madeira tenha dado ordem aos deputados do PSD/Madeira para votarem qualquer eventual moção de censura apresentada na AR, venha donde vier, "esquecendo-se" dos cubanos colonialistas e mentecaptos do "contenente" e dos "traidores" do PCP que "democraticamente" pretende !ilegalizar.
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Claro que o menino João tem algo na manga a exigir ao PSD, qualquer coisa similar a um queijo liminiano do tempo de Guterres, o fugitivo. Galeria que inclui ... Cavaco (tb conhecido por senhor Silva) , Durão Barroso e António Vitorino !
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