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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Direitos adquirentes de alguns colégios privados


Por grandes regiões,talvez fosse interessante saber, por níveis de ensino, quantas escolas particulares existem, quais os proprietários (Católicos, outras religiões, IPSS, empresariais ou abertamente capitalistas, cooperativos) existem e respectivas “frequências”, realçando quantos deles e quais têm contratos de associação . Talvez ajudasse a ver o que está verdadeiramente em causa..

  1. Victor, é o que este governo quer e vai fazer.
    O que o devia preocupar (já vi que não está nem aí), é porque é que foram feitos contratos “pafiosos” com colégios que foram criados em locais em que não há falta de escola pública. Ou seja, pq é que estamos a pagar para algo que nem a constituição, nem com base na eficiencia do estado, fazem sentido?
    Por exemplo, existe uma piscina pública na minha cidade, mas tb existem ginásios. Se eu achar que o ginásio é mt melhor para o desenvolvimento fisico, atlético, ou até mesmo desportivo do meu filho, a escolha do ginásio, faço-o, mas PAGO!!! Não lhe vou pedir a si, que tem todo o direito a não querer contribuir.
    Percebeu? Faz sentido?
    Qualquer dúvida, disponha.
    1. Cumprimentos.
    2. Caro Ernesto – Nada no meu comentário permite concluir de forma diersa daquela que é a minha, Compete a este ou a qualquer outro Governo investir e defender os “interesses”: os da ESCOLA PÚBLICA universal e laica constitucionalmente definida. Deixando a quem não a quer frequentar a “liberdade” de opção. Quanto às “privadas”, sendo confessionais, é justo e defensável que sejam subsidiadas pelos óbulos e dízima dos “fiéis”, sendo empresas capitalistas, com os “lucros” da sua actividade. “A Deus o que é de Deus, a César o que é de César, ao Mercado o que é do Mercado dos “vendilhões”
    3. A constituição, contrariamente ao que dizem certos vendilhões de ideias totalitários, não obriga a que propriedade da rede pública de ensino seja propriedade do estado. Os contratos de associação são uma forma de levar a escola a mais crianças.
http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2016/05/13/direitos-adquirentes-de-alguns-colegios-privados/

terça-feira, 10 de maio de 2016

Colégios privados financiados pelo estado e escolas públicas sem alunos

* Victor Nogueira

De facto o PS/Costa também está a defender "interesses": os da ESCOLA PÚBLICA universal e laica constitucionalmente definida. Deixando a quem não a quer frequentar a  "liberdade" de opção. Quanto às "privadas", sendo confessionais, é justo e defensável que sejam subsidiadas pelos óbulos e dízima dos "fiéis", sendo empresas capitalistas, com os "lucros" da sua actividade. "A  Deus o que é de Deus, a César o que é de César, ao Mercado o que é do Mercado dos "vendilhões"


Comentários in http://cronicasdorochedo.blogspot.pt/2016/05/pulha-ao-espelho


1. - Pois... "liberais" e "teocratas" do partido e da religião únicas ficaram  de candeias às avessas.  Cabe ao  Governo  defender a ESCOLA PÚBLICA democrática,  universal e laica constitucionalmente definida. Deixando a quem não a quer outro caminho a "liberdade" de opção. Com "liberalidade",  às "privadas", sendo confessionais, é justo e defensável que sejam subsidiadas pelos donativos, óbulos e dízima dos "fiéis" e "simpatizantes"; sendo empresas capitalistas, com os "lucros" da sua actividade no "mercado livre", não subsidiado. "A Deus o que é de Deus, a César o que é de César, ao Mercado o que é do Mercado dos "vendilhões".


2. -  É natural que as  Igrejas, sejam as Católicas, as Cristãs Evangélicas ou Reformadas, as Maometanas ou as Judaicas, entre muitas outras,  tenham escolas confessionais onde os "valores" defendidos e propagados sejam os que "defendem" e "catequizam".. É natural que haja quem queira fundar escolas com fins lucrativos, 

Mas cabe perguntar: quer umas quer outras devem ser subsidiadas pelo Estado e pelos impostos da generalidade dos cidadãos ? E a "frequência" de escolas públicas de "Excelência" maior ou menor não terá muitas vezes subjacente uma "opção" (ideológica) de classe  - nada de misturas com a ralé e o pé descalço ? Isto no que se refere aos ensinos básico e secundário. Porque se formos às "privadas" Universitárias, é verdade que muitas vezes muitas vezes serão apenas máquinas de fornecimento de cursos a granel a troco de elevadas mensalidades ? 

E põe-se em relação a elas  a questão da "Excelência", para lá dos fumos de corrupção noticiados ela imprensa. Na verdade foram subsidiadas com sacrifício dos pais de não poucos alunos, convencidos que o "canudo".assim obtido abriria as portas de bons empregos e seria a passadeira para uma ascensão social.  Mas eram na sua maioria cursos de lápis e papel, que não exigiam investimentos avultados em laboratórios e oficinas como os de engenharia ou  medicina. "Negócio" é "negócio"  e  "lucro" garantido e rápido não se compadecem com elevados investimentos a prazo, como aliás sucede com a Saúde nas "privadas"


http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2016/05/10/e-tao-facil-ser-liberal-quando-o-estado-paga-tenca/#comment-20855



Publicado a 04/11/2013
Colégios privados financiados pelo estado e escolas públicas sem alunos  «Verdade Inconveniente» é uma grande reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Queixas de racismo e discriminação em manuais escolares

Pretende-se um mundo irreal, em redoma. Mas a educação para a igualdade na cidadania faz-se também e sobretudo pelo "exemplo", nos órgãos de soberania e na produção televisiva. Sem enveredar pela "falsidade" discriminatória das "quotas", etnicamente, por exemplo, quem é exclusivo ou maioritário entre os comentadores, jornalistas, apresentadores ou nos personagens das telenovelas e nestas que papéis são atribuídos a cada grupo étnico, sobretudo aos minoritários ? E quem questiona por exemplo que em certas grandes superfícies comerciais aos não brancos sejam reservadas as tarefas de empregada de limpeza, sendo as "caixas" e "atendimento" reservadas aos brancos?
    1. Ora bem Vitor Nogueira, completamente de acordo, esses são alguns dos verdadeiros problemas, reflexo de anos e anos de políticas exclusivas. É contra os preconceitos- a segregação social, educacional, cultural e económica e as políticas que nos últimos 40 anos as têm promovido- que é importante lutar. Lateralizar as questões em problemas falsos, em nome de uma sociedade asséptica que só existirá nos manuais escolares não ajuda ninguém. Lutar contra as discriminações é, em primeiro lugar, lutar contra as suas causas.
    1. Ao martins.ruijorge: As causas combatem-se com pequenos gestos. Este é um pequeno gesto que afectará milhares de crianças que, daqui a 20 anos, não estarão a discutir sobre esta questão, mas outra que o martins.ruijorge certamente considerará mais influente. Além disso, não é como se mudar estes versos fosse a única medida escolhida para combater o racismo: haverá outras em simultâneo, noutras frentes, que irão certamente de encontro ao que o martins.ruijorge considera pertinente. E aos poucos chega-se lá.
  1. Tudo na Europa e nos Europeus incomoda os "coitadinhos"... Tudo é "racista", tudo é "opressor", tudo é "discriminatório", tudo é "ofensivo",... Então, se assim é, por que raio para aqui vieram? E por que raio ainda por cá continuam? E já não dizem mal dos subsídios que recebem - pagos pelos brancos "opressores"? Já não dizem mal do "estado social" - suportado, com grande custo, pelos brancos "privilegiados"? Como se costuma dizer: "Quem está mal, muda-se". Que regresse à sua terra, e à dos seus antepassados. Será mais feliz lá, na sua comunidade, nas suas raízes, com a sua identidade. E assim escusa de andar constantemente a armar-se em vítima. E, já agora, que leve também os seus amigos "progressistas", que pelos vistos também gostam muito de morder a mão que lhes dá de comer...
    1. Caríssimo, muitos dos que diz que "para aqui vieram" já cá estavam ainda o senhor não era nascido e são tão portugueses como você: Portugal é um país miscigenado, lide você com isso. Não há paciência para esta conversa do "nós" e do "eles". Quem odeia o progresso, fica na caverna.
        
    1. Que ligeireza de argumentário. E dizem que os portugueses (eles próprios uma caldeirada de "raças" e povos que desembocaram neste "jardim" provenientes de outros cantos da Europa ou desse mundo para além desta) são um povo tolerante e defensor da multirracialidade. Como se fosse a cor da pele que definisse a pertença ou não a um dado país e meio cultural. A Europa para os brancos (apesar da "superioridade" nórdica), África para os negros (aliás a Humanidade surgiu em África), a Ásia para os amarelos e indianos castanhos, a Austrália para os que sobreviveram ao genocídio pelos brancos, tal como a América para os peles-vermelha (não confundir com os nórdicos da Europa)
      1. Uma nação é definida por raça, cultura e linguagem, os que cá imigraram há gerações não são pertencentes e são responsáveis a grande parte dos crimes cometidos, da mesma forma, o parasitismo dos subsídios governamentais. Portugal é um pais maioritário homogêneo Europeu, a miscigenação foi apenas em casos isolados e não foi o bastante para mudar a racialidade do país. Vossa identidade histórica não deve-se ser reescrita ou ignorada por ofender uma certa comunidade, e concordo com o Carlos, os que não estão satisfeitos, que regressem à terra de seus antepassados, não nos farão falta cá. Pode-se tentar assimilar a cultura e língua, porém, a linhagem nunca será assimilada, vão continuar a serem considerados estrangeiros.
      1. Sim senhora...isto é que é um comentário inflamado de ódio racial. Já cá faltava um destes!


Pais queixam-se de lenga-lengas que falam do “preto da Guiné” ensinadas a meninos do 2.º ciclo. E de poemas de autora premiada, vistos como racistas. Autora nega.…
PUBLICO.PT

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/denuncias-de-racismo-e-discriminacao-em-manuais-escolares-1723843?page=-1

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Professor dos Açores já ia nas 104 colocações


os programas informáticos devem ser obra de turbolicenciados e amigalhaços estilo sócrates com relvas e passes de coelho, os tais "especialistas" recém tecno-formatados
Rui, que a meio da tarde desta terça-feira já estava colocado em 104 horários, é uma espécie de caricatura dos problemas com que os directores se estão a confrontar...
PUBLICO.PT

domingo, 5 de outubro de 2014

Entre as brumas da memória: Nem no tempo do fascismo

* Victor Nogueira

o post e o meu comentário

Nem no tempo do fascismo notícias destas seriam permitidas ("o que não é notícia, não existe") e não poucos professores foram expulsos do ensino ou impedidos de leccionar mesmo particularmente enquanto outros tiveram de emigrar.

ENTREASBRUMASDAMEMORIA.BLOGSPOT.COM



***




Blogger Joana Lopes disse...
Certamente e eu não disse que o tempo do fascismo era melhor. Mas ESTA falta de respeito pelos professores não existia.
5 de Outubro de 2014 às 18:46
Blogger Victor Nogueira disse...
Joana - Percebo mas ... No tempo do fascismo não havia qualquer respeito, quer pelos trabalhadores, quer pela generalidade das populações, quer pelos propfessores. Havia a declaração de repúdio activo pelo comunismo e outras actividades subversivas, para além das prisões políticas, da repressão, da tortura, do assassinato político ao virar duma esquina ou nos campos do Alentejo, sem deixar de referir a negação das liberdades cívicas "burguesas" (associação, reunião. greve, sindicalização, informação ... ) nem direitos à saúde, habitação ou expressão do pensamento e havia a PIDE e a censura. E havia uma enorme taxa de analfabetismo, um ensino sexualmente segregracionista e discriminatório e uma universidade elitista. Ah!E tb a sujeição da mulher ao poder paternal ou marital. Se isto é respeito pelos professores (m/f)....
5 de Outubro de 2014 às 19:03
 Eliminar
Blogger Joana Lopes disse...
Víctor, escusa de descrever todos os malefícios do fascismo porque também os conheço. Se não quer perceber o que eu quis dizer, paciência...
5 de Outubro de 2014 às 21:32

***

É óbvio que o fascismo poderá ter tido alguns aspectos positivos.Mas entre eles não está o respeito pela generalidade das pessoas e por quem trabalha, fossem ou não professores. Não desejo entrar em polémicas desnecessárias e admito indubitavelmente que a Joana sabe o que foi o fascismo na vida das  pessoas por um saber e sentir de vivências pessoais feitas. E o fascismo como "positivo" não é de modo algum defensável nem termo de comparação. Eu percebo a Joana e a Joana percebeu-me. Faço-lhe essa  justiça. Sem acrimónia.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim ...



  • PUBLICAÇÕES ACTUALIZADAS

  • QUEM SE LEMBRA?



    • Victor Nogueira Pretendiam que Portugal era um país multi-racial e este era o livro único do Minho a Timor, pasando por Angola. E nele só apareciam ... brancos. Num outro - excepção - apareciam três criancianhas masculinas - o branco vestido à europeia, o indiano com as vestes tradicionais e o negro de tanga. Nunca repararam ? 
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  • Abel Fernando Antunes ESTE COMENT ESTÁ FORA DO CONTEXTO DAQUI QUE ESTOU A ABORDAR COM A MINHA QUERIDA AMIGA MARIA.ENSINO É UMA COISA,POLITICA OUTRA.
    há 59 minutos ·  ·  2


  • Santana Maria Falo por mim, era uma criança, que opinião queria que tivesse?
    há 59 minutos ·  ·  2

  • Victor Nogueira E nos cadernos oficiais obrigatórios da primária em Angola uma página cheia de "pensamentos" pérolas de Salazar, dos quais me lembro "Se soubesses quanto custa mandar toda a vida gostarias de obedecer" ou "Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão" para além duma outro a louvar a obediência ao Pai, ao Professor, ao Chefe,
    há 57 minutos · 


  • Santana Maria Não sabe o que hoje penso, seguramente não sou xenófoba, acredite!
    há 55 minutos ·  ·  2


  • Abel Fernando Antunes SUBSCREVO O QUE DIZ SALAZAR E NISSO NÃO VEJO QUALQUER INCONVENIENTE,OUTROSSIM VERDADES INDESMENTIVEIS.
    há 54 minutos ·  ·  2


  • V M Sousa Machado Sociologia a mais e cometários fora do contexto do post digo eu Victor
    há 29 minutos ·  ·  1


  • Abel Fernando Antunes VERDADE O QUE DIZES.AS ANÁLISES POLITICAS E SOCIOLÓGICAS DEIXO PARA OS PERITOS QUE POR AI NÃO FALTAM.A TEMÁTICA ERA A DO ENSINO SÓMENTE E,NESSE CONTEXTO,ATÉ QUE PODIAMOS DISCUTIR O CONTEUDO DAQUELE TEXTO TODA A NOITE.A POLITICA DEIXO TAMBÉM PARA OS POLITICOS E POLITÓLOGOS QUE,Á CUSTA DA MESMA ENCHEM AS ALGIBEIRAS COM O NOSSO DINHEIRO.
    há 24 minutos ·  ·  1



  • V M Sousa Machado Abel .na mouche... gostei
    há 20 minutos ·  ·  1



  • Abel Fernando Antunes ABRAÇO PARA TI
    há 19 minutos · 

  • Victor Nogueira LOL. Fora do contexto pk? Comentaram com saudade um livro por onde "estudei" obrigatóriamente, por onde gerações inteiras do Minho a Timor estudaram, cheio de falsidades como todos os Livros Únicos, mas que se me não "entranhou".



    E que saiba esta página não é de saudosismos ou mistificação




    • Victor Nogueira Abel Antunes - O post inicia-se com uma foto dum livro e a pergunta "QUEM SE LEMBRA". Por mim o assunto está encerrado
      há 3 minutos ·  ·  2



    • V M Sousa Machado Ok fico por aqui com a liberdade de dizer que fui oficial de Abril, saí de Santarém com Zé Fernando Maia, arrisquei a carreira para poder pelo menos falar. E continuo a dizer que tenho saudades daquele livro (do tempo daquele livro) dos meus 7 anos de Colégio Militar a seguir ....

      Abel abraço e tens a marca ..Mama Sumé!, para ti . 

      Boa noite
  •  ·  2


  • Abel Fernando Antunes OBRIGADO PELA TUA GENEROSIDADE SOUSA.UMA ABRAÇO GRANDE
    há 5 minutos ·