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quarta-feira, 30 de março de 2011

MANIFESTAÇÃO DE JOVENS TRABALHADORES - LISBOA - 1 DE ABRIL DE 2011


Manifestação da Juventude Trabalhadora em Lisboa – “Em Luta! Queremos trabalho! Exigimos direitos!”, contra todas as precariedades e o desemprego – com concentrações às 14H30 no Cais do Sodré e junto ao Metro do Intendente
Local: Lisboa
Hora: Sexta-feira, 1 de Abril de 2011 15:00

Manifestação da Juventude Trabalhadora em Lisboa – “Em Luta! Queremos trabalho! Exigimos direitos!”, contra todas as precariedades e o desemprego – com concentrações às 14H30 no Cais do Sodré e junto ao Metro do Intendente
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há 19 horas · Gosto · · Partilhar
Francelina Oliveira, Julio Cardoso e 29 outras pessoas gostam disto.

Cidadão A - Olá " Geração à Rasca" venham para a RUA manifestar-se A sério com os trabalhadores .SEM PALAVRÔES E UOTRAS CONFUSÕES. A LUTA não é uma Moda ALUTA´e uma coisa séria !!! vamos pois a Luta continua!!!!!!!!!.........
há 18 horas · Gosto · 1 pessoa
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Victor Nogueira Partilho . Mas não confundir "a "Geração à Rasca" que participou na Manifestação da CGTP a 19 de Março com aquela "página "1 milhão na avenida da liberdade ...", onde Cavaco, "independentes" e Medina Carreira são apresentados como alternativa ... salvadora por muitos dos comentaristas que achincalam ou apagam quem discorda, por incapacidade de argumentação e contra-argumentação
há 2 horas · Gosto · 2 pessoas
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

A parva da Geração Parva, por Isabel Stilwell e o que mais se comentará !

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EDITORIAL
A parva da Geração Parva
17 | 02 | 2011 21.12H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt  [1]
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Victor Nogueira
LOL. Claro que o problema do desemprego não se limita aos jovens licenciados. Claro que dar volta por cima só é possível com o fim desse sistema predador e autofágico que é o capitalismo, que num passe de mágica transforma o século XXI em ...XIX. Claro que o jornal light e descartável que é o DESTAK nunca traria a receita ! E no tempo do fascismo a Isabel Stilwell nunca faria a guerra colonial [e não guerra do Ultramar], salvo eventualmente como enfermeira, pois as mulheres eram cidadãs de 2ª sujeitas ao pátrio ou marital poder ! Claro que a geração da guerra colonial tinha poemas e músicas mais interventivas. Claro que os recibos verdes e o trabalho precário não são fortuitos como o não são o desmantelamento do Estado Social. Mas com mil diabos, a Idabel St. tem de defender o seu prato de lentilhas e as migalhas que o DESTAK e similares lhe dão !
há 3 horas · GostoNão gosto · 1 pessoaAna Albuquerque gosta disto.
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Victor Nogueira Esqueci-me de acrescentar que foi no tempo de Cavaco, a Virgem, que proliferaram privadas bancas e universidades da treta e do lápis e papel, fábricas de enchouriçar lucros e diplomas a granel, todas envoltas em fumos de corrupção e criminalidade. [Para sacar lucros às famílias devido aos "estrangulamentos" no acesso às universidades públicas, enquanto as "privadas", de lápis e papel e licenciaturas ao domingo, apostavam na "diversificação" e facilitismo, sem investigação, sem vultosos investimentos e sem correspondência com as necessidades do País ! Era o saque completo com a bênção de Cavaco, Portas, Guterres e Companhia ! ]
há 2 horas · GostoNão gosto · 2 pessoas
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EDITORIAL
A parva da Geração Parva
17 | 02 | 2011 21.12H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt
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Parva que eu sou - Deolinda


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Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
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Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.
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Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.
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É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego. Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles? A verdade é que a crise afecta-nos a todos e não foi inventada «para os tramar», como egocentricamente podem julgar, por isso deixem lá o papel de vítimas, que não leva a lado nenhum.
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Só falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar, e não resultam do caos económico com que as empresas se debatem e de leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores.
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Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’. Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela.
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Uma opinião de quem já nasceu com a certeza de que a vida lhe seria fácil. Fala de barriga cheia e pode dar-se ao "luxo" de enfiar a cabeça na areia para não ter de enfrentar a realidade. Sei do que estou a falar. Gosto da crítica quando ela é construtiva, não é o caso, por conseguinte não vou dizer mais nada, nem ela o merece!
Adicionado há 4 horas
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sábado, 20 de novembro de 2010

Juventude e Contestação !


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Ana Albuquerque
Esta cultura de resignação e de aceitação das dificuldades, de facto, já vem de longe motivada por diversos factores, a Igreja teve muita influência nisso, já para não falar do Estado Novo, que estupidificou de tal maneira o povo, que o tr...ansformou em seres completamente acéfalos mas até quando continuaremos neste estado de apatia generalizada?
Quantas gerações vão ser necessárias para que este panorama mude?
há 20 horas · GostoNão gosto · 5 pessoasA carregar...
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Filipe Sancho
Já depois do 25 de Abril, foi a regressão despoletada pela contra-revolução do 25 de Novembro e respectivas consequências, sob a condução maquiavélica dos sociais-democratas do PPD e do PS, que despolitizou a fraca consciência popular então... nascente e paulatinamente afastou os portugueses da vida política. Graças a Mário Soares e respectiva comitiva de arranjistas e oportunistas! Depois o cavaquismo consolidou este triste marasmo pantanoso.
Devemos-lhes um "muito obrigado"!...
há 2 horas · GostoNão gosto · 2 pessoasA carregar...
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Jose Domingues excelente texto com o qual tenho muita empatia. Algo se vai passar em Portugal prazo. Não sei que será, mas sinto-o no ar. Espero não estar enganado.
há cerca de uma hora · GostoNão gosto · 1 pessoaA carregar...
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Jose Domingues curto prazo
há cerca de uma hora · 
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Victor Nogueira
O que surpreende é que o Povo Português toma muitas vezes a dianteira mas depois as classes dominantes estrangulam-no pondo-lhe o açaimo e ele conforma-se. Portugal é o País Europeu com fronteiras definidas há mais tempo e sem rivalidades internas, foi primeiro a país europeu a sair pelo mar fora em busca de outras terras e fontes de riqueza por rotas alternativas, repeliu com sucesso a tentativa de anexação por Castela em 1383/85, numa das primeiras revoltas da burguesia nascente, mas falhou em 1580, Foi o primeiro a abolir a pena de Morte, foi um dos primeiros  na Europa a proclamar a república, foi o único em que as forças armadas se revoltaram contra um Governo Fascista para instaurar uma (malograda) Democracia, com a Constituição mais avançada do seu tempo no mundo capitalista ! Mas foi também gravemente prejudicado pela aliança com ao Reino Unido, de que se tornou um protectorado a partir do Tratado de Methuen e pela expulsão dos judeus (comerciantes e cientistas) e pelo estabelecimento da Inquisição, mordaças que regressaram após a morte de D. José I e afastamento do Marquês de Pombal ou a vitória do PS/Mário Soares/Guterres/Sócrates sem esquecer o PSD/Cavaco/Durão Barroso. e a entrada para a União Europeia !Foi também o primeiro país negreiro do Ocidente e o último a descolonizar ! E é curioso verificar que os radicais de Maio de 68 ou da Universidade Portuguesa de 69 "traíram" os ideias que diziam defender e são agora, muitos deles, os mais fiéis serventuários do capitalismo.
há cerca de uma hora
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Victor Nogueira 
E há uma diferença entre os jovens dos anos 60 e 70 do século passado e os de hoje: no século passado o "canudo" universitário, na generalidade dos casos, possibilitava a entrada no mundo do trabalho; actualmente o "canudo" pouco vale e o desemprego ou subemprego são a realidade para a esmagadora maioria dos jovens. Os de ontem, mais ou menos radicais, terminados os "verdes anos da revolta e da dolce vita", encaixavam-se melhor ou pior; os de hoje não têm futuro nem saída !
há 2 segundos
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Maria Clara Roque Esteves
Amigos, boa noite. Estive a ler cuidadosamente a entrevista e bem assim as postagens que se lhe seguiram. Parabéns à Ana pela iniciativa. Concordo com os teus comentários ( quase na globalidade). Quanto ao Vítor, permito-me lembrar-te que h...oje o mundo está um pouco para além deste nosso rectângulo. Eu sou uma das participantes das manifestações dos anos sessenta, sobretudo do Maio de 68. Tive o privilégio de obter colocação imediata qdo saí da universidade, cá ou lá fora. Escolhi o "rectângulo"....Hoje, as minhas filhas poderão mais facilmente mostrar as suas competências pelo mundo dito civilizado. Há informação disponível que nós não tínhamos, salvo raras excepções. Por que razão fomos em busca das Terras de Prestes João???? Sou uma portuguesa ferrenha mas defendo que " a minha terra é o local onde me sentir realizada, pessoal e profissionalmente". Cá ou seja onde for.
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Quanto à matéria em apreço, julgo que hoje existe uma menor apetência pela luta limpa pelos direitos sociais. Não apenas pelas razôes expostas pelo autor mas também porque os jovens estão mais dispersos por áreas menos "comprometedoras". O COMPROMISSO OU PACTO SOCIAL não são muito importantes, excepto quando os toca directamente. A dependência da família e bem assim as responsabilidades que esta assume por eles, coarta-lhes a motivação no que diz respeito à luta. Eu própria, " intelectual" dos anos 60, apesar de ter procurado transmitir valores que me estão intrínsecos, sinto que não fui bem entendida...
há 33 minutos · 
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Victor Nogueira
Clara - Eu não sou Português, apesar do BI, não tenho pátria e perdi todas as raízes ! Quanto à falta de futuro para a maioria dos jovens e dos maiores de 40 anos, a perspectiva é a mesma para a maioria em quase todo o mundo: um poço sem fu...ndo e sem luz ao fundo deste túnel em que nos querem manter ! Eu não me considero um intelectual, nunca me considerei, mas apenas e desde sempre um trabalhador que tem apenas para vender não a força braçal mas os conhecimentos, a inteligência, a independência do criticismo apesar da disciplina livremente aceite e a sabedoria. Mas como não aceito qualquer comprador ...
há alguns segundos
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