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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

ditaduras

coisas que me chateiam
o pcp, que tanto combateu contra a ditadura fascista. e sofreram tanto. torturados.defender uma ditadura.

Victor Barroso Nogueira ó Pina, francamente, mas que raio de argumentação dum "revolucionário" "blasé" que vive numa democracia burguesa numa comunidade europeia dirigida não de acordo com os interesses das amplas massas proletárias ou proletarizadas e em seu benefício mas em benefício das transnacionais, que controlam os meios de comunicação social, formatam o pensamento e condicionam a consciência social. Ó Pina, desculpa lá o jargão, mas és mesmo um "idealista" com os pés virados para a Lua. LOL

EM TEMPO - Preocupa-me deveras é quem defende a ditadura, rectifico, a democracia burguesa 

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Ricardo Jorge Mateus Pina claro que o comunismo é anti-democrata. a questão é saber o que é a democracia. na grécia antiga não era muito simpática. mais : poder do povo? a questão tb. é definir o que é o povo. os comunistas falam de proletários . e com razão.

Responder17 min
Victor Barroso Nogueira Ricardo Jorge Mateus Pina A democracia na Grécia era apenas exercida pelos escravocratas e negada à legião de escravos, às mulheres e aos estrangeiros. Mas afirmarem que os ideias comunistas são antidemocráticos é obra LOL

ªªª
Ricardo Jorge Mateus Pina bom. os comunistas venceram o fascismo. o que foi uma grande alegria para os povos. agora que não devem defender ditaduras. não devem.

Responder
2
1 h
Gerir
Victor Barroso Nogueira Ó Pina, tu até és um intelectual e como filósofo e comunista que dizes ser até deves conhecer o bè~a~bá do materialismo histórico e do materialismo dialéctico com mais profundidade do que eu e deves ter estudado mais calhamaços do que eu que sou um pragmático. e no liceu da filosofia apenas gramava a lógica e a teoria do conhecimento

Os comunistas venceram o nazi-fascismo apenas porque o capital não os conseguiu liquidar Mas ainda as armas estavam quentes e já os EUA cometendo um crime contra a Humanidade lançavam as duas únicas bombas nucleares sobre um Japão derrotado, para atemorizar a URSS e utilizando os japoneses como cobaias científicas. Friso, foi um crime contra a Humanidade que deveria ter sido também julgado em Nuremberga conjuntamente com o extermínio dos Ameríndios.

Dizem por aí que o socialismo e o comunismo morreram e falharam, mas afinal a França, os EUA, o Reino Unido, Israel violam impunemente os mais elementares e básicos direitos da humanidade e não desmantelaram os arsenais nucleares antes continuam a corrida aos armamentos e para o abismo e, não dissolvendo a NATO, tentam transformar o Mundo num imenso Atlântico Norte, “democraticamente” policiado pelo cristianíssimo “fardo do Homem Branco”


O que chateia deveras é o primarismo das intervenções nas caixas de comentários do inFaceLock, que nos policia, e na imprensa on-line, que não põe em causa os interesses do patronato e onde abundam as patranhas. O que chateia deveras, Ricardo, é que sendo tu comunista, estudioso e revolucionário, como dizes, te fiques pelo primarismo, alimentando o preconceito e nada faças para de facto esclareceres e para elevares o nível de consciência social de quem te lê.

O que é a ditadura? O que é a democracia? É democrática a União Europeia ? São democráticos os países cuja modo de produção, a formação económica e social, é capitalista, qualquer que seja a forma de Estado e de Governo que assumam ?

As Revoluções burguesas que permitiram a acumulação e o desenvolvimento capitalistas foram sangrentas, genocidas, rapaces. Natural e compreensivelmente do ponto de vista do um por cento que verdadeiramente mexe os cordelinhos e manipula as consciências, há que impedir que os oprimidos tomem consciência da sua força e pô-los a defenderem a canga que trazem ao pescoço.

A revolução não se faz na internet mas na rua e com os pés na lama. O que me preocupa é os partidos comunistas com o Estado Social se terem social-democratizado, ao fazerem a cogestão do capitalismo no parlamento, nas autarquias e nos sindicatos, interiorizando não poucos dos seus militantes as formas de pensamento e de actuação que deveriam questionar e combater.





A Alfredo Poeiras Quanto à questão da ditadura, nada posso dizer porque nada sei acerca da Coreia do Norte. Visto daqui, com os óculos da propaganda de guerra, parece bizarro, mas será mais bizarro que a UE? Não sei, e creio que tu também não: tem um parlamento? Como o é eleito? Quem pode exercer cargos políticos? Não sei e, repito, creio que tu também não. Isso leva-me a outra questão. Diz-se em direito que para escapar a uma condenação num tribunal com júri, basta provocar uma dúvida razoável. É o papel que cumprem postas como estas, fazes o trabalho da propaganda de guerra euro-americana. Ajudas a criar a ideia de que os americanos e os europeus podem não ter o direito de atacar outros países, mas o Kim é louco e aquilo é uma ditadura. Portanto, podes torcer-te um bocado mas aceitas a intervenção americana: afinal, o gajo está mesmo a pedi-las. Conclusão, tu achas mesmo que o Kim é louco? É, em vez de papagueares merda lidas por aí, não era boa ideia informares-te melhor? Por exemplo, a guerra da Coreia alguma vez acabou? Comem cozido à portuguesa? Ou só dão os parentes a comer aos cães e são todos obrigados a usar o mesmo corte de cabelo?














quarta-feira, 23 de agosto de 2017

PARA LÁ DAS APARÊNCIAS E DA ESPUMA DOS DIAS E DAS NOITES




* Victor Nogueira

Meio-Mundinho debate a coragem da governante, isto é, que faz parte do Governo. Corajosa como a brechtiana Mãe-Coragem ou de Gorki, a Mãe ? De que coragem se fala ?  

É a Igualdade do Género, Todos Diferentes, Todos Iguais, no Respeito pela Diversidade 

E onde a Governante se expôs fracturante e corajosamente ? Ah foi  ali expressamente por ela exposta e defendida no órgão comunicacional dito de "referência" onde  não são notícia os trabalhadores e as suas lutas fracturantes, contra o sistema socio-económico que oprime e que esmaga a maioria,

Mas ... porque assume a Governante esta causa "fracturante" apenas agora e pondo meio-mundinho a falar da agenda que ela fixou a meia dúzia de semanas de eleições autárquicas ? Porque o não fez antes ou quando entrou para o Governo ? 

Porque o faz neste preciso momento ? Então não seria também útil e corajoso que denunciasse os Tratados com a União Europeia, sacrossantos para o PS  em que milita ? Ah pois. Ele há a disciplina partidária e a solidariedade governativa. 

E para denunciar a União Europeia e a opressão, para isso não há tribuna nem palanque na comunicação social dita de "reverência" ?

São importantes a Igualdade do Genero e o Respeito pela Diversidade ? Naturalmente  que sim. Sem esquecer o que dizia  Sérgio Godinho em "Liberdade".

Como escreveu Brecht: "Tantas histórias / Quantas perguntas "





domingo, 18 de maio de 2008

As eleições na Primavera Marcelista - 1969 - a «evolução na continuidade» ©







Esta última carta foi colectiamente subscrita por mim e mais dois ou três colegas meus e remetida tal como a anterior aos jornais da oposição
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clicar nas imagens para ler

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Na «Primavera» Marcelista de Marcello, este, num gesto «largo e generoso», mal-citando eu Pessoa (1), permitiu o regresso de dois exildos políticos, Mário Soares e D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto. Para alguém mínimamente (in)formado tratava-se duma operação de cosmética, pois os exilados no Tarrafal, em S.Nicolau, em Caxias ou em Peniche continuaram no exílio com «seguras» medidas de protecção.
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Mas tal foi suficiente para que uma «honrada» e «patriótica» «Oposição» tivesse aceitado cindir as CDE - Comissões Democráticas Eleitorais e concorrer autónomamente nas CEUD - Comissões Eleitorais da Unidade Democrática, apenas em ... Braga (cidade histórica e aberta por ser o berço de patrióticas manifestações e revoluções), Lisboa e Porto.
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Outra parte aceitou a «liberalidade» de integrar as listas da Acção Nacional Popular/ex-União Nacional, tendo sido eleitas.
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A derrota da CEUD foi arrasadora e a «ala liberal» acabou por sair «desiludida». Mas entretanto houve uma diferença. Da «força» das CEUD's renasceu como fénix de «buonna» sorte, no estrangeiro, previdentemente, em 1973, o Partido Socialista Português (PSP), que entretanto deixou cair um «P», de «Português, talvez porque a sigla se confundia com a da PSP (Polícia de Segurança Pública». Entretanto, em Portugal, semi-tolerada existia, uma SEDES, associação de «estudis e reflexão», putativo embrião dum partido socialista que, sendo «nacionalista» e tecnocrata, só surgiu após o 25 de Abril com o nome de Partido Popular Democrático, cuja adesão à Internacional Socialista foi encerrada pelo PSP/PS.
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Em 1973 não surgiu qualquer CEUD ou Partido Sicialista, embrionário ou «estrangeirado», pelo que havia dois candidatos, as CDE(cêud) e a ANP/UN. A «ala liberal» já tinha deixado Marcelo a falar sózinho e a CDE desistiu à boca das urnas para não «caucionar» a liberdade eleitoral mercellista da evolução na continuidade. (2)
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Os textos acima reproduzidos dão conta da lisura do recenseamento eleiroral e da sua fiscalização em 1969. Cada eleitor era uma «ficha» arquivada numa «caixa» que só podia ser manuseada pelo «servidor» público. Claro que a minha inocência permitiu passar no crivo e ser «admitido» como eleitor.
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Em 1969 vim propositadamente de comboio de Lisboa a Évora para votar na CDE mas com tanto azar que, chegando a horas, encontrei as urnas já encerradas.
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Assim, em 25 de Abril, havia de facto e apenas 3 «partidos»: o PCP, o PSP/PS e a ANP. Uma análise semântica discutível que entre Nação e Povo não havia então relevante distinção distinção - era tudo a mesma Nação, o mesmo Povo e a mesma Raça do Minho a Timor.
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Mas o Poder caíu na Rua e Spínola foi forçado a «aceitar» a legalização do PCP, do PSP/PS e duma míriade de constelações que corajosamente tinham duas frentes de batalha: derrubar o Poder da Burguesia e do Capitalismo e derrotar o «Capitalismo de Estado» «social-fascista». E foi porque o Poder caíu na Rua que surgiram «legalmente» e contra a «pureza» dos princípios do «revolucionário» MFA uma constelação de partidos «trabalhistas», democráticos», «democratas-sociais», «cristãos-democratas», «liberais», «marxistas-leninistas ©», «trotsquistas anti-estalinistas«, «ML estalinistas maoístas» .... (3)
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A maioria deles desapareceu mas manteve o selo de garantia e o seguro de vida que que lhes permite renascerem qual fénix nas campanhas eleitorais, «isentos» da prova de vida dos cinco mil militantes.
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(2) - Em 2004, curiosamente, o Governo «transformou» os 30 anos da «Revolução» em ... 30 anos de «Evolução» (cf. grao de areia). Na verdade a «Revolução» pouco mais durou que um ano e não resistiu ao «calor» do Verão Quente. Pelo que em coerência e na minha modesta opinião o «Governo» teve apenas um ligeiro erro de cálculo, pois o que pretenderia seria comemorar os 29 anos de «involução na continuidade» interrompida pela ditadura de do 25 Abril após a «Revolução» do 28 de Maio, a mãe da «evolução na continuidade». Ai Braga das bragas curtas vista por um canudo invertido !
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Eleições legislativas de 1969
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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As eleições legislativas portuguesas de 1969 foram as primeiras realizadas após a saída de António de Oliveira Salazar da Presidência do Conselho. Decorreram num clima de aparente abertura política, designado por Primavera Marcelista. Realizaram-se no dia 26 de Outubro, tendo concorrido quatro listas: União Nacional, Comissão Eleitoral de Unidade Democrática, Comissão Democrática Eleitoral e Comissão Eleitoral Monárquica. A União Nacional elegeu a totalidade dos 120 deputados, obtendo 980 mil votos. As listas oposicionistas obtêm 133 mil.
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Fonte: Centro de Estudos do Pensamento Político. [1]
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Eleições legislativas portuguesas de 1973
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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As eleições legislativas portuguesas de 1973 foram as últimas realizadas durante a vigência da Constituição de 1933. Realizaram-se em 28 de Outubro, tendo sido eleitos os 150 deputados da Assembleia Nacional. A Acção Nacional Popular elegeu a totalidade dos deputados, tendo o Movimento Democrático, coligação entre o PCP e o PS, desistido por considerar que não existiam condições para a realização de eleições livres.
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Eleições legislativas de Portugal
E
Eleições legislativas de 1969
Eleições legislativas portuguesas de 1934
Eleições legislativas portuguesas de 1938
Eleições legislativas portuguesas de 1942
Eleições legislativas portuguesas de 1945
Eleições legislativas portuguesas de 1949
Eleições legislativas portuguesas de 1953
E (continuação)
Eleições legislativas portuguesas de 1957
Eleições legislativas portuguesas de 1961
Eleições legislativas portuguesas de 1965
Eleições legislativas portuguesas de 1973
Eleições legislativas portuguesas de 1975
Eleições legislativas portuguesas de 1976
Eleições legislativas portuguesas de 1979
Eleições legislativas portuguesas de 1980
Eleições legislativas portuguesas de 1983
E (continuação)
Eleições legislativas portuguesas de 1985
Eleições legislativas portuguesas de 1987
Eleições legislativas portuguesas de 1991
Eleições legislativas portuguesas de 1995
Eleições legislativas portuguesas de 1999
Eleições legislativas portuguesas de 20 de Fevereiro de 2005
Eleições legislativas portuguesas de 2002
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