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terça-feira, 1 de agosto de 2017

as proibições no Facebook

NOVA RESPOSTA RECLAMANDO DA CENSURA NO FACEBOOK: Discordo da posição do FB. A resposta do Facebook é "mecânica" e objectivamente é um acto de censura política e social. A foto internacionalmente conhecida mostra uma mulher de seio sem leite, murcho, a tentar alimentar/aleitar/dar de mamar a um bébé. É uma foto de alerta/denúncia da fome no Mundo e não uma foto de “nudidity”, softcore, hardcore ou pornográfica. 

A posição do Facebook é um acto de censura política e social idêntica à que fez relativamente à publicação de foto similar, a de Nick Ut, tirada no Vietname em 1972.06.08. 

Não violei as regras do Facebook, que aliás devido ao escândalo mundial então levantado retirou a proibição de publicação da referida foto de Nick Ut. Em consequência solicito que a “publicação” da foto eliminada seja reposta.





quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ALCAGÓITAS OU PEANUTS, CENSURA, EXAME PRÉVIO E PIMENTA NA LINGUA ou TRATADO DOS TABÚS E DO POEIREDO



* Victor Nogueira

Liberdade, Infinda, Adorada, Infinita e Santa Liberdade. Em que se assemelham Passos Coelho e muitos dos Indignados com o livrito das alcachofras, como o Francisco ou o Daniel ? Não o terão lido "previamente", um para apresentá-lo, outros para o "censurarem".  Não teria havido assim prévio conhecimento da causa.

Santa Madre da Indignidade e da Indignação, valei-nos! Ele há Primeiros-Ministros que prometeram fazer exactamente o contrário do que fizeram depois de caçarem os votos, como Nobre Soares, Pero Coelho, Pepe Sócrates ou Paulo Portas ? "No problem."

Santa Madre da Indignidade e da Indignação, valei-nos!  Ele há fugitivos do "oásis" para não ficarem atascados no pantanal, como Guterres ou o Zé Barroso, escapando á miséria de "tanga", procurando fora de portas o pão que o Diabo amassou ? "No problem."

Santa Madre da Indignidade e da Indignação, valei-nos! Distintos Dirigentes do Pé-Ésse como António Vitorino e Maria de Lurdes Rodrigues, neste Verão de 2016, peroraram na Escola de Quadros do CDS, em companhia de Paulo Portas ? "No problem."

Santa Madre da Indignidade e da Indignação, valei-nos! Diz-se que se disse que o Pê-Esse entra em "secretas" combinações articuladas com o Bloco para este ficar no retrato ou para se atirar o barro à parede em questões melindrosas como a da fiscalidade ? "No problem."

Problema problemático é falar-se dos processos judiciais daqu' Ele cujo nome se não deve pronunciar ou do conteúdo dos segredos de alcova que o arquitecto diz querer partilhar antes de morrer, coroando com chave de ouro a abóbora, perdão, abóboda da sua serviçal carreira jornalístlca. "it's a problem".

Insondáveis são os Caminhos de Deus e a Sua Omnisciência, não vá o Diabo tecê-las. Liberdade, Infinda, Adorada, Infinita e Santa Liberdade. "it's a problem."





domingo, 18 de outubro de 2015

o comentário ... rejeitado pelo "Público"



* Victor Nogueira

Cuidado ! O jornalista do público"  informa-se no e faz publicidade ao ... Avante do PCP.  Aguardem os próximos episódios da telenovela vampiresca e aterrorizante da comunicação social e da direita "bem-pensante".   E não é o Público um tablóde paparazzi, mas um  jornal que se vende como sério e de referência mas ... com pouca reverência pelo ... público leitor/consumidor.



EDITORIAL

Passámos dos insultos à guerrilha política

A política trouxe a TAP e o Banif à baila, mas a discussão está a ser feita com enorme leviandade
(...) E a garantia vazia do PCP de que “nada impede o PS de formar Governo e entrar em funções” não é cartão-de-visita que Costa possa ir mostrar a Cavaco para ser indigitado primeiro-ministro. E no meio das negociações com o PS, vão-se sucedendo episódios que, se o assunto não fosse tão sério, até dariam para rir: o último editorial do Avante! veio apoiar um protesto contra a NATO que se realiza em Lisboa no dia 24.  (...)
http://www.publico.pt/politica/noticia/passamos-dos-insultos-a-guerrilha-politica-1711534

domingo, 7 de junho de 2015

a arte de desinformar


ELA AÍ ESTÁ. A LIBERDADE DE IMPRENSA, A LIBERDADE QUE O ps DESDE SOARES RECLAMA, A LIBERDADE PARA OS DONOS DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL. NÃO É CENSURA, ESTÚPIDO/A, SÃO OS CRITÉRIOS EDITORIAIS E JORNALÍSTICOS.
Se no futuro os historiadores tivessem apenas acesso aos jornais tablóides e de "reverência" e às reportagens televisivas, a grande e preocupante questão não seriam os banqueiros em soltura mas sim a novela em torno de jesus e de sócrates e as momentosas perorações do ps(d)cds. A CDU e o PCP ? Ah, eram aqueles gajos que se reuniram para matarem a sede a um canídeo, ao que parece. E o que parece, é !,
A "comunicação" social ignora as iniciativas da oposição real, no caso o PCP, e este é o mau da fita, a colar-se às iniciativas do ps(d)cds,a pôr-se em bicos de pés para ter protagonismo à custa alheia. Mauzão do PCP. "!Felismente" a comunicação social está vigilante e põe tudo na linha. "Comme il faut", a verdade a que temos direito. Ou a verdade da mentira ? (VN)

MANIFESTO74.BLOGSPOT.COM




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quinta-feira, 4 de junho de 2015

o ai jess dos malfiquistas


Não sou nem nunca fui benfiquista,não sei pk saíu Jesus dos "encarnados", creio que não renovou o contrato e preferiu assinar pelo Sporting (não sou nem nunca fui sportinguista) mas ... não foi com Jorge de Jesus que o Benfica venceu taças e campeonatos, incluindo a actual época ? Os "malfaquistas" vão re-escrever a história e substituir Jesus pelo Espírito Santo ? Ou vão pedir a "anulação" de todas as vitórias conseguidas com o treinador Jesus e devolver as taças e prémios arrecadados ? E ainda falam de espírito desportivo que não sejam traulitadas ? (VN)

O ainda técnico dos "encarnados" foi retirado de foto comemorativa do 34.º título.
PUBLICO.PT

domingo, 5 de outubro de 2014

Entre as brumas da memória: Nem no tempo do fascismo

* Victor Nogueira

o post e o meu comentário

Nem no tempo do fascismo notícias destas seriam permitidas ("o que não é notícia, não existe") e não poucos professores foram expulsos do ensino ou impedidos de leccionar mesmo particularmente enquanto outros tiveram de emigrar.

ENTREASBRUMASDAMEMORIA.BLOGSPOT.COM



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Blogger Joana Lopes disse...
Certamente e eu não disse que o tempo do fascismo era melhor. Mas ESTA falta de respeito pelos professores não existia.
5 de Outubro de 2014 às 18:46
Blogger Victor Nogueira disse...
Joana - Percebo mas ... No tempo do fascismo não havia qualquer respeito, quer pelos trabalhadores, quer pela generalidade das populações, quer pelos propfessores. Havia a declaração de repúdio activo pelo comunismo e outras actividades subversivas, para além das prisões políticas, da repressão, da tortura, do assassinato político ao virar duma esquina ou nos campos do Alentejo, sem deixar de referir a negação das liberdades cívicas "burguesas" (associação, reunião. greve, sindicalização, informação ... ) nem direitos à saúde, habitação ou expressão do pensamento e havia a PIDE e a censura. E havia uma enorme taxa de analfabetismo, um ensino sexualmente segregracionista e discriminatório e uma universidade elitista. Ah!E tb a sujeição da mulher ao poder paternal ou marital. Se isto é respeito pelos professores (m/f)....
5 de Outubro de 2014 às 19:03
 Eliminar
Blogger Joana Lopes disse...
Víctor, escusa de descrever todos os malefícios do fascismo porque também os conheço. Se não quer perceber o que eu quis dizer, paciência...
5 de Outubro de 2014 às 21:32

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É óbvio que o fascismo poderá ter tido alguns aspectos positivos.Mas entre eles não está o respeito pela generalidade das pessoas e por quem trabalha, fossem ou não professores. Não desejo entrar em polémicas desnecessárias e admito indubitavelmente que a Joana sabe o que foi o fascismo na vida das  pessoas por um saber e sentir de vivências pessoais feitas. E o fascismo como "positivo" não é de modo algum defensável nem termo de comparação. Eu percebo a Joana e a Joana percebeu-me. Faço-lhe essa  justiça. Sem acrimónia.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

A "esquerda" e as olimpiadas do fascismo



Gostei · 4 de Outubro de 2012 


A Esquerda Deixou de Ser Esquerda
A direita nunca deixou de ser direita, mas a esquerda deixou de ser esquerda. A explicação pode parecer simplista, mas é a única que contempla todos os aspectos da questão. Para serem participantes mais ou menos tolerados nos jogos do poder, os partidos de esquerda correram todos para o centro, onde, infalivelmente, se encontraram com uma direita política e económica já instalada que não tinha necessidade de se camuflar de centro. Entrou-se, então, na farsa carnavalesca de denominações caricaturais com as de centro-esquerda ou centro-direita. Assim está Portugal, a Itália, a Europa. 

José Saramago