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domingo, 24 de abril de 2011

AINDA E SEMPRE O MINÚSCULO otelo - ou o dia intermédio

Victor Nogueira
Otelo, o Spínolista que deu ordem de marcha a 16 de Março de 1974 à revelia do Comando do MFA (pags 36 e 46), que não deu ordem de saída, retira finalmente a máscara. Di-lo no seu ultimo livro, que acabei de ler, onde aliás trata o povo como a turba ou a turbamalta

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    • Victor Nogueira

      e esconde o passado nazi-fascista de Spínola e a sua intenção "federalista" e neocolonialista, que reverencia (pags 27, 152 e 216), o conluio de Spínola com Marcelo (pags 145 a 161), aliás como reverencia Marcelo Caetano (pags 25 e 235), reconhece o papel de Jaime Neves (pag 45), o mesmo que em 25 de Novembro pretendia um golpe sangrento que eliminasse fisicamente os militantes do PCP, do PS e do Grupo dos nove em articulação com Spínola, Alpoim Calvão e o ELP/MLDP e o Movimento Maria da Fonte 
      (http://ocastendo.blogs.sapo.pt/973879.html)


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      Victor Nogueira O capitão de Abril classifica ainda o antigo ditador como um "crânio" e diz que a sua prisão, no âmbito do processo FP-25, foi urdida pelo PCP. Otelo Saraiva de Carvalho acaba de lançar o livro "O Dia Inicial", no qual narra hora a hora os acontecimentos que se viveram no 25 de Abril de 1974. A não perder.
      http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=480475

      21/4 às 17:36
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      VER
      O Grande OTELO parte 2
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      http://mundophonographo.blogspot.com/2011/04/o-grande-otelo-parte-2.htm

      Movimento Comunista no Facebook

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Salazar e a defesa de Portugal do Minho a Timor


Mapa de Propaganda ao Império Colonial Português [1]

NOTA de Victor Nogueira ao post Salazar e a defesa de Portugal do Minho a Timor

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Adolescente em Angola na altura, crente então na exidestência dum Portugal uno do Minho a Timor [2], desconhecia as sucessivas tentativas de Nerhu para a resolução pacífica da integração e que a maioria da população do «Estado Português na Índia» não falava português. Mas causava-me então estranheza que durante as semanas seguintes os jornais de Luanda que havia «heróicas bolsas de resistência» das Forças Armadas Portuguesas. Pois então interrogava-me como tal poderia ser possível, se bastava que cada soldado indiano cuspisse na fronteira para que o Exército Português morresse afogado.

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Se o General Vassalo e Silva tivesse obedecido a Salazar em nome «da ética e honra militares», quase seguramente que democratas como o senhor General Lemos Ferreira [na altura no Estado da Índia e oficial do quadro permanente e às ordens de Vassalo e Silva] não estariam a conceder décadas depois entrevistas «históricas» em nome da defesa da «pureza» do 25 de Abril e contra os «desmandos» e« totalitarismos» a que o 25 de Novembro pôs termo, pois, desobecendo à cadeia de comando, mesmo sózinho, teria enfrentado as tropas «estrangeiras» invasoras e morrido heróicamente em combate.

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Sabe-se o que sucedeu ao «traidor» General Vassalo e Silva por desobedecer a Salazar, tal como ao consul de Bordéus Aristides Sousa Mendes, ambos reabilitados apenas depois do 25 de Abril. «Haja Deus, Pátria e Família!»

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[1] - Gravura retirada de d'ali e d'aqui - guerra colonial portugesa

[2] - pejado de heróis e navegadores, mas então para mim surpreendentemente reduzido a duas ou três linhas e a Vasco da Gama ou Fernão de Magalhães nos livros juvenis enciclopédicos em inglês ou francês que o meu tio José João me oferecia.


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