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A Blogosfera é um mundo infinito e variado, de que apenas conhecemos um átomo. Mas onde alguns blogs ostentam longas gravuras representado prémios ou citações, cravadas como as medalhas no peito de generais mais ou menos heróicos à custa de anónimos soldados. Tudo isto e círculo «familiar» mais ou menos fechado.
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Talvez até se pudesse criar um blog estilo catálogo das menções e citações disponíveis, em permanente actualização conforme a imaginação de cada um. E tornar o trabalho mais fácil, numerando, como nalguns restaurantes cada: «prato» tem um número e é apenas esse que o ou a empregado/a de mesa anota. Que pensam?
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Mas agora surgiu uma nova moda: atribui-se um prémio e depois o premiado diz: recolham-no à vontade.
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Não, não recolho prémios a granel, Nem os ostento na lapela. Nem os quero. Dirão isto são raivinhas e dor de cotovelo. Não. É a convicção alicerçada em longos anos em salas de conversação e longos meses na blogosfera que mo diz. Tudo passa, tudo morre, tudo não é mais que fogo fátuo ou narcisista em muitos casos. Deixando apenas o vazio e um rasto de cinzas ou de pó que o vento e a brisa transportam sem destino.
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Escrevo isto apenas para dizer que ainda estou por cá, dando este sinal de vida. E que a vida está lá fora, ao alcance de apenas uma minoria, que vive à custa de uma imensa legião crescente de miseráveis, esfomeados..
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Até agora dei dois prémios «pessoais», únicos, intransmissíveis, que não constam da badana-mostruário dos «premiados».
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Hoje, para todos os que me têm lido, com regularidade ou apenas de fugida, deixo-vos o prémio acima. Recolham pelo menos uma versão, a que menos vos agradar e coloquem-na em lugar visível no vosso blog. Ou recolham todas. Ou deitem-nas para o lixo. Trata-se do «anti-prémio da Humanidade». Se o(s) recolherem e colocarem no vosso blog, agradeço que o refiram nos comentários a este post. Mas identifiquem-se e digam qual ou quais as versões que aceitaram deste vosso amigo ou (des)conhecido virtual.
E se quiserem visitem



