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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

As pequenas memórias e os grandes lapsos de sÓ aRES


8 de Dezembro de 2011

Mário Soares e Alfredo Barroso

os papéis de alexandria

Gratidão ? Não conheço ! (título meu) [Vítor Dias]

«No livro de MÁRIO SOARES «Um político assume-se», que acaba de ser publicado, há vários erros de facto e lapsos de memória que podem ser confundidos com uma tendência (inesperada num grande democrata) para apagar personagens da fotografia da (pequena e grande) história. Apenas meia dúzia de exemplos:



Victor Nogueira

LOL. O ego de Mário Soares é inverso à sua memória. Depois de re-escrever a história na sua alentada entrevista a Maria João Avillez, de modo a surgir como um  político de elevadas, sublimes e divinas  visão e gabarito a posteriori, bem-haja o mefistélico Barroso, por levantar o dedo e dizer "Mas eu estou aqui!"
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Mas ...  depois do Mateus, talvez o Barroso pudesse escrever, com conhecimento de causa,  um livro  sobre a pequena grande história do PS e Só-Ares mais os seus boys e girls.

sábado, 23 de julho de 2011

sábado, 9 de julho de 2011

Os caminhos existem ... - Victor Nogueira



Os caminhos existem, mas deles e de certas organizações não se pode falar neste espaço "aberto", que desconhece a história no tempo em que não havia direitos nem liberdades. nenhum dos direitos culturais, económicos, sociais, políticos que figuram (ainda) na Constituição promulgada em Abril de 1976. Nem fazem qualquer referência às lutas dos trabalhadores, das populações e dos estudantes universitários, no tempo da PIDE, da bufaria e do fascismo, qd era crime haver partidos políticos, ser comunista ou da oposição, quando não havia liberdades de reunião, de associação e de expressão, o que não impedia haver greves e manifestações, apesar da prisão, da guerra colonial, da repressão, da tortura, do assassinato puro e simples às mãos da PIDE e da GNR às ordens não de Salazar e Caetano mas dos grande patronato, a maioria de volta pelas mãos de Soares e Cavaco, patronato sem pátria e serventuários a troco de migalhas, a quem convém os lucros e trabalho, infância, juventude e velhice sem direitos! A "geração adormecida" beneficiou da luta dos que as antecederam e que despreza ou ignora.
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domingo, 20 de março de 2011

Mulheres e Lutas em Portugal




* Victor Nogueira
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Fruto da Revolução Francesa, a 1ª Declaração dos Direitos do Homem e Cidadão (1789), Mas logo em 1791 surgiu a Declaração das Mulheres e da Cidadã logo em 1791 surgiu a Declaração dos Direitos da Mulhere da Cidadã de Olympe de Gouges, que acabou guilhotinada.
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Mas a luta pelo reconhecimento dos seus direitos não cessou, através de movimentos feministas e de greves operárias ou da participação política. É na sequência destas lutas que é criado o Dia Internacional da Mulher, graças a Clara Zetkin (1910). Mas a igualdade plena entre homens e mulheres só foi reconhecida na Comuna de Paris (1871) e pela Revolução Socialista de Outubro, na Rússia (1917)
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Em Portugal a plena igualdade de direitos só foi alcançada após a Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974) e fixada na Constituição de 25 de Abril de 1976.
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Em «Datas e Factos Significativos - A Mulher No Mundo Do Trabalho» há datas marcantes na História de Mulheres e Lutas em Portugal, tal como em «Os_movimentos_femininos_em_Portugal no século XX». ´E de realçar o grande contributo por elas dado na resistência ao fascismo, presas, participando em greves,  impedidas de trabalhar ou mesmo assassinadas pelas forças repressivas, figurando como 1ª vítima  Mariana Torres, na greve de Setúbal das operárias conserveiras (1911). [1]
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É útil a visita a IIP - Mulheres Portuguesas no Século XX. . Em Portugal há ONGs na área da protecção dos direitos da mulher: Movimento Democrático de Mulheres, UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres (APEM) e S.O.S - Violência, com sites na Internet.   
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A nível internacional citam-se Unifem - Fundo da ONU para as Mulheres,  Lobby Europeu de Mulheres, Red Estatal de Organizaciones Feministas contra a Violencia de Género (redfeminista) e Mujeres en Red.
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2011.Março.19


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quinta-feira, 10 de março de 2011

Geração rasca ou à rasca, mas não só !

COM ESTAS DECLARAÇÕES, E INDEPENDENTEMENTE DE CONCORDAR OU NÃO COM O GEL, MIGUEL SOUSA TAVARES DEMONSTRA O QUE SEMPRE PENSEI: NUNCA TEVE DE LUTAR POR NADA, TUDO LHE "CAIU" DE MÃO BEIJADA. JÁ AGORA, GOSTARÍA DE LHE PERGUNTAR O QUE FAZIA O SEU PAI, FRANCISCO SOUSA TAVARES, EM CIMA DE UMA ÁRVORE, NO LARGO DO CARMO, NO DIA 25 DE ABRIL DE 1974. SERIA TAMBÉM UM DEMAGOGO???

www.youtube.com
Miguel Sousa Tavares comenta as palavras dos Homens da Luta e a Manifestação do dia 12 de Março da Geração à Rasca!
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Cidadã A - No dia 25 havia muita gente em cima de àrvores,talvez já com a sede de poleiro!!!!daquilo que conheço posso apenas dizer "TAL PAI TAL FILHO"
Terça-feira às 20:12 · GostoNão gosto
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Victor Nogueira Não, o pai era um monárquico e a mãe poetisa !
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Victor Nogueira Ele é um escritor de crónicas e romances e "opinion maker" bem pago, sobre tudo botando faladura, como Marcelo Rebelo de Sousa !
há 18 horas · GostoNão gosto · 1 pessoaA carregar...
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Victor Nogueira Bem, foi o povo na rua m 1383/85 que permitiu a preservação de Portugal como nação independente de Leão e Castela, foi o povo na rua que permitiu a implantação da república, foi o povo na rua que impediu o golpe palaciano Spínola/Caetano e o forçou a resignar ! E foi o povo na rua que permitiu os golpes contra-revolucionários do PS/Soares companha !
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Lia Branco Como tu me entendes, Victor. Beijinhos, amigo!
há 14 horas · GostoNão gosto
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Miguel Noronha
Em 1383-85 foi o povo na rua orientado pelas grandes corporações da cidade de Lisboa, despeitadas com a posição da aleivosa face à sua ganância. Em 1640 foi o povo na rua orientado pelos nobres que em Lisboa estavam a perder regalias e obr...igados a contribuir para o esforço de guerra da Espanha. Em 1910 foi o povo na rua orientado pela alta burguesia republicana, maçónica e pelos anarquistas que pouco tempo depois levavam com a guarda em cima na primeira greve (ler Os Reinegros de Alves Redol, conta lá tudo bem direitinho). Foi realmente sempre o povo sofredor e enganado com o bacalhau a pataco, por uns e pelos seguintes....tb assim foi com o D. Pedro (o mártir de Alfarrobeira). Exemplos não faltam, mas não ficaram melhor porque não foi o povo na rua das revoltas inglesas, pq na Revolução Francesa, tb foram os burgueses que acabaram por comprar todos os bens dos nobres que foram a leilão.não me consta que os tenham repartido por esse povo. Demagogia há muita, sempre houve. Pormenores sobre a vida do Miguel, deves desconhecer, aliás da Família, no seu todo. Desculparás, mas os Allende eram ricos, os Guevara tb, os Castro tb, o próprio Marx, enquanto escrevia o capital fumou caixas de charutos que davam para matar a fome a várias famílias...tb é histórico e bem conhecido. E perguntar aos filhos o que faziam os Pais tb se podia fazer ao sec-geral do PC, que o Cunhal fez expulsar do partido por ser gay, e era bem rico!!!!! Enfim, demagogia. Atentemos melhor aos que sempre se consagraram aos desprotegidos, ou que sempre partilharam por igual o que receberam com esses, ou até o que ganharam no seu trabalho, mas partilharam a par de desfrutarem também. Na CUF, os filhos estudavam de borla até ao final dos cursos superiores, pergunta à Isabel do Carmo, havia escolas, bairros, creches, hospital e clube desportivo que em futebol chegou à 1ª divisão. E gosto do Nabeiro, por exemplo. Tb não me consta que no barreiro tivessem apeado a estátua ao Alfredo da Silva. O Lenine é que mandou tirar da foto o Trotsky e o Staline tratou-lhe do «sarampo», mesmo lá longe! A História não é Ideologia, se o fosse bastava ao historiador ser ignorante! E mero demagogo! Recebe um forte abraço muito amigo, mas há coisas em que não embarco assim, por impulso. E isto independente, de nem sempre estar de acordo com o MST
há 3 horas · GostoNão gosto
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Victor Nogueira
Bem, Miguel, a situação dos pais condiciona mas não determina necessariamente a posição dos filhos. Parece-me que foi Estaline e não Lenine que retirou a figura do Trotsky. A revolução é feita com os homens e mulheres com as virtudes e defeitos do tempo e lugar em que estão. Filhos de ricos podem tomar partido pelos explorados - o que é raro - assim como filhos de explorados podem tornar-se acérrimos defensores dos exploradores - o que é frequente.
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E não me consta que Alfredo da Silva tenha sido um benemérito que tenha dado liberdade aos seus trabalhadores, que tenha aceite greves dos mesmos e que não tenha recorrido aos serviços da PVDE/PIDE/LP e seus informadores ! 1640 foi um golpe palaciano, no qual o povo não participou. Povo que embora estando contra as invasões francesas, também esteve contra o liberalismo, manobrado pela Igreja Católica, tomando partido por D. Miguel, o absolutista de direito divino contra D. Pedro, o liberal, anti poder de direito divino. Abraço !
há 24 minutos · GostoNão gosto
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Victor Nogueira
Não há historiadores nem "cientistas" sociais neutros, ainda menos aqueles que de neutros e independentes se reclamam. Toda a realidade é interpretada de acordo com uma tomada de posição ou de partida com um cunho ideológico, independentemente do mérito ou falta de mérito de quem "publica" e da ideologia subjacente.
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A "História de Portugal" coordenada por Rui Ramos, apesar do seu interesse, no que ao PCP e ao velho Estado Novo se refere é exemplar pelas visões e omissões! A dado passo afirma mesmo que "Por comparação com outros regimes contemporâneos como a ditadura comunista na Rússia ou a ditadura nazi na Alemanha, não é possível negar que o Estado Novo foi «moderado»: não recorreu a pena de morte, os assassínios forma muito raros, e os presos políticos foram sempre poucos" (2ª edição, página 652) E a "Breve História de Portugal" (1ª edição, 1995) de A.H. de Oliveira Marques consegue a proeza da não referir nem a resistência ao fascismo em Portugal nem ao PCP !
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Voltando a Rui Ramos, ele escamoteia a "noite das Facas Longas", a perseguição e assassinato dos opositores políticos, comunistas incluídos, o genocídio de judeus, de ciganos, de eslavos, de polacos e de presos políticos nos campos de concentração, os assassinatos de civis em represália desproporcionada por cada soldado alemão ou SS morto em atentados, no que à Alemanha de Hitler se refere. E no respeitante a Portugal escamoteia o genocídio antes e durante a guerra colonial que ascendeu a milhares de "terroristas" e populações inteiras, perpetrado quer pelas Forças Armadas, que utilizavam napalm, quer por civis ! E não refere os presos políticos nos campos de concentração do Tarrafal, de S. Nicolau,entre outros, para além dos "aldeamentos", concentração forçada dos camponeses negros para melhor vigilância e controle pelas autoridades coloniais.


há 3 minutos · GostoNão gosto
o
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Victor Nogueira
[Confundi o mártir dr Alfarrobeira com D. António, Prior do Crato, apoiado pelo povo que não queria a integração em Castela, em 1580, derrotado em Alcântara.  O Infante D. Pedro, mais virado aos novos ventos da história de então, foi derrotado pelo irmão, D. Afonso V, de mentalidade medieval, em Alfarrobeira. E se  o povo resistiu às invasões francesas, dum exército então revolucionário, ajudando à preservação da independência, a verdade é que depois se opôs ao liberal D. Pedro, adepto da soberania "popular", i.e., da burguesia, tomando partido, manobrado pela Igreja, pelo absolutista D. Miguel, do poder de origem divina e apoiante da nobreza senhorial e contra a "burguesia".]
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Miguel Noronha
NINGUÉM É NEUTRO PARA SI MESMO COMO CIDADÃO. Se quiser ser historiador sério.....será que há? Pouquíssimos! Aí tem de contar TUDO. Mas não tem de julgar nem de tomar partido. Isso ficará para os leitores. E como o Victor bem sabe há pecado...s de comissão e de omissão. Nas lutas liberais, os mesmos arruaceiros, ainda num estudo recente e bem documentado, pelo Prof. Aurélio de Oliveira, sobre o mosteiro de Tibães, numas aldeias combatiam por uns e noutras por outros, limpando o «sarampo» a quem lhes não convinha! Na verdade queriam era ficar com os bens de uns e de outros.....na «estória» aparecem como povinho oprimido a libertar-se!!!!!! Aliás basta tb revisitar a verdadeira história do Zé do Telhado..... lá que foi para Angola miscigenar, isso ninguém duvida. Não há como com elevação, que foi o nosso caso, penso eu, trazer certas realidades ao de cimo. Areja muitas mentes..... nem queria acreditar nos discursos encomiásticos ao Salazar, que o Delgado fez em Norfolk, entre 1951 e 53, enquanto lá esteve a tirar o curso Nato, com o Costa Gomes e o Sequeira Araújo. Como não lhe deram o que queria ao chegar cá..... Enfim, «coisas da life»!!! Abraço....gostei do papo. Tinha de ser boa gente, para ser Amigo da Lia, e aqui eu cometo «crime grave»: elogio em boca própria é vitupério....dizia o grande vate!
há 4 minutos
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Miguel Noronha 10/3 às 15:23
[O infante D. Pedro, foi regente na menoridade do sobrinho D. Afonso V, de quem tb era sogro, por acaso! O infante tb conhecido pelo «das sete partidas». Andou aí a viajar uns anitos pela Europa, e o pai, o D. João I, contratou, para o efeito, um considerável empréstimo junto de «banqueiros» italianos, por interferência de D. Gomes, que estava na Cúria. Trouxe de Veneza, oferecido pelo Doge, o famoso livro de Marco Polo. Tinha lá ido por ter recebido do imperador em agradecimento pela ajuda contra os heráticos de João de Huss, a marca de Treviso, que Veneza reclamava. Ficou lá com conta aberta, que o filho, o cardeal D. Jaime depois utilizou. ]
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Miguel Noronha 10/3 às 15:23
[...heréticos......., claro ]
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Lia Branco
Meu querido Miguel, meu querido Victor, a isto se chama democracia. Não era minha pretensão "acender" os ânimos. Escrevi, como bem podem ler, que não concordava com o que disse o Miguel Sousa Tavares. Porque, na realidade, mesmo as revoluçõ...es que não foram feitas pelo Povo, e foram muitas, existiu sempre uma grande contestação popular, greves, descontentamento, agravamento das condições de vida, perda de qualidade da mesma e muita miséria (como a que existia na Rússia no tempo dos Csares). Nem sequer, Miguel, respondo ao facto de escreveres aqui que o Partido Comunista expulsou alguém por ser gay. como muito bem sabes, e já escrevi aqui várias vezes, sou contra qualquer tipo de descriminação: crença, raça ou etnia, orientação sexual, ideologia política. Estes "debates" ajudam a esclarecer e a cinhecermo-nos melhor e, sobretudo, a respeitarmo-nos uns aos outros. Mas que a situação está insustentável, está. E os tais demagogos de que fala o MST serão mais a classe política e afins... beijos aos dois :)
há 19 minutos ·
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Sobre os Historiadores e seus (de)méritos !

Contra a deturpação da História!

combate.blogspot.com
Ser livre é querer ir e ter um rumoe ir sem medo,mesmo que sejam vãos os passos.É pensar e logotransformar o fumodo pensamento em braços.É não ter pão nem vinho,só ver portas fechadas e pessoas hostise arrancar teimosamente do caminhosonhos de solcom fúrias de raiz.É estar atado, amordaçado, em sang
há 5 horas
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Victor Nogueira
Não há historiadores nem "cientistas" sociais neutros, ainda menos aqueles que de neutros e independentes se reclamam. Toda a realidade é interpretada de acordo com uma tomada de posição ou de partida com um cunho ideológico, independentemente do mérito ou falta de mérito de quem "publica" e da ideologia subjacente. A
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"História de Portugal" coordenada por Rui Ramos, apesar do seu interesse, no que ao PCP e ao velho Estado Novo se refere é exemplar pelas visões e omissões! A dado passo afirma mesmo que "Por comparação com outros regimes contemporâneos como a ditadura comunista na Rússia ou a ditadura nazi na Alemanha, não é possível negar que o Estado Novo foi «moderado»: não recorreu a pena de morte, os assassínios forma muito raros, e os presos políticos foram sempre poucos" (2ª edição, página 652) E a "Breve História de Portugal" (1ª edição, 1995) de A.H. de Oliveira Marques consegue a proeza da não referir nem a resistência ao fascismo em Portugal nem ao PCP ! 
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Voltando a Rui Ramos, ele escamoteia a "noite das Facas Longas", a perseguição e assassinato dos opositores políticos, comunistas incluídos, o genocídio de judeus, de ciganos, de eslavos, de polacos e de presos políticos nos campos de concentração, os assassinatos de civis em represália desproporcionada por cada soldado alemão ou SS morto em atentados, no que à Alemanha de Hitler se refere. E no respeitante a Portugal escamoteia o genocídio antes e durante a guerra colonial que ascendeu a milhares de "terroristas" e populações inteiras, perpetrado quer pelas Forças Armadas, que utilizavam napalm, quer por civis ! E não refere os presos políticos nos campos de concentração do Tarrafal, de S. Nicolau,entre outros, para além dos "aldeamentos", concentração forçada dos camponeses negros para melhor vigilância e controle pelas autoridades coloniais.


há 2 horas · 
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Josè Marques Correia
Sobre imparcialidade dos historiadores - e dos Estados e Partidos que os acolhem e patrocinam - todos temos muito a expiar e a aprender.
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O PCP, a URSS e o dr Cunhal (here we go again...) não são certamente dos que melhor trataram a história,... dos que mais se preocuparam com a verdade dos que mais se interessaram por não amordaçar a informação.
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As sucessivas versões da Enciclopédia Soviética, com nomes apagados dos caíam em desgraça e com fotos retocadas para as expurgar da imagem "maldita" dos mesmos são um dos exemplos paradigmáticos da mais grosseira manipulação da história nos tempos modernos.
E, ao que parece, ainda serve de modelo para muito boa gente...
há 25 minutos

Victor Nogueira 
Marques Correia. Esta não entendo: "Sobre imparcialidade dos historiadores - e dos Estados e Partidos que os acolhem e patrocinam - todos temos muito a expiar e a aprender". Parece-me uma maneira enviesada de ver a questão. Os historiadores seleccionam os factos, interpretam-nos e publicam, com ou sem "patrocínios". Trabalham ou manipulam documentos ! E fazem-no sobre determinada óptica ! Que não é neutra nem asséptica ! Expiar ? Expiar o quê e porquê as obras produzidas por outrem?
.há 8 minutos  
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Victor Nogueira
De Brecht deixo
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Perguntas de um Operário Letrado

Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilónia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.

O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?

Tantas histórias!
Quantas perguntas!

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 há 9 minutos  
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ASC
O Partido Comunista Português é o ÚNICO Partido que têm história e memória em Portugal. Esses pseudo-historiadores de "chacha-parracha" que não valem um tostão furado e que contam histórias "para boi dormir" não merecem que alguém leia as porcarias e mentiras que escrevem. Viva o Partido Comunista Português que com os seus NOVENTA ANOS em Portugal, continua ao lado dos trabalhadores e dos explorados a fazer história.
Quarta-feira às 22:07

Victor Nogueira
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A verdade é que se os únicos documentos históricos à disposição dos historiadores fossem órgãos de reverência ou semi-tablóides ou cor de rosa, a história de Portugal ficaria reduzida praticamente a tricas entre os líderes do PS(D)CDS, à criminalidade mais ou menos violenta, ao futebol e aos novos gladiadores como Ronaldo e Mourinho, ao jet set sem eira nem beira e a algumas lutas deturpadas na maioria dos casos e à irrelevância do PCP e da CGTP/IN.
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Claro que Marques Correia num golpe de rins confunde a actividade política com a da historiografia, no que a Álvaro Cunhal se refere, trazendo à baila a velha e serôdia cassete dos crimes na URSS mas não ligando o PS(D)CDS aos crimes do capitalismo, incluindo os dos EUA: narco-tráfico, crimes de guerra, crimes contra a Humanidade. genocídio, apoio de regimes ditatoriais amigos do "amigo americano", recusa  à sujeição ao Tribunal Penal Internacional, utilização de armas proibidas por acordos internacionais, violação dos Direitos Humanos e da Carta das Nações Unidas. É um claro exemplo de isenção e objectividade a de Marques Correia !|

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Victor Nogueira
Bem, camaradas. "Aprender, aprender sempre" é uma máxima de Lenine e de qualquer comunista, acrescento . E quando a Ana escreve "e os pseudo-historiadores podem escrevinhar o que quiserem que tudo isso são "histórias para boi dormir". Nunca me darei ao trabalho de ler uma só linha que seja, escrita por esses "papagaios do regime capitalista". Disse." limita o seu campo de conhecimento histórico, auto-censura-se gravemente ! Levando a sua posição ao extremo não deveria apreciar obras de arte, quaisquer que sejam, produzidas por não comunistas: jornais e revistas, cinema, teatro, monumentos, pintura, escultura, literatura ... 
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E basta-lhe ler obras do camarada Álvaro Cunhal (cujas obras escolhidas em publicação já vão no 3º volume) para ver qual a opinião dobre o assunto.. E já agora, quantos camaradas lêem o Avante, o Militante e outras obras editadas pela Editorial Avante? Ser comunista significa ter a capacidade de conhecer os outros, de aprender com os outros, de conhecer os seus argumentos para nos enriquecer quanto aos nossos argumentos. Mas a maioria dos camaradas fica-se pelos bafos de café e em circuito fechado ! E a maioria nem sequer lê o que escrevo, embora eu tenha por hábito ler todos os comentários anteriores ao meu! 
quinta-feira às 17:00 
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ASC
???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????? Disse
quinta-feira às 17:13

Victor Nogueira
Não entendo esses pontos de interrogação, Ana ! Estás em desacordo ou não entendes o que escrevi? Então escreve algo que se perceba ! E quando estiver a mais, o Pedro que me bloqueie !
quinta-feira às 17:28
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Victor Nogueira
São cinco séculos de inquisição, de Pina Manique, de PVDE/PIDE/DGS e democracia súcialista. O povo português foi o primeiro ou dos primeiros em muitos campos mas deixou-se sempre prender depois nos braços da classe dominante. Em 1383 tiveram uma das primeiras senão a 1ª revolução burguesa, logo abortada, o 1º a partir em busca de novos mundos, uma das 1as repúblicas, logo do povo afastada, o derrube pacífico duma ditadura fascista pelos pretorianos, com a constituição mais progressista do capitalismo, logo empalmada por Soares e Cia, um dos 1ºs a abolir a pena de morte, apenas re-instaurada de 1926 a 1933 pela Ditadura militar, mas dizimaram milhares de camponeses africanos, antes e depois da guerra colonial, incluindo a 1ª república cujo centenário se comemora !
quinta-feira às 17:53
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José Marques Correia
O povo português não se livrou de muita coisa, da inquisição ao Salazar.
Mas de uma coisa se livrou e esteve por um fio: de ser sujeito a uma ditatura comunista.
Haja Deus!!!!
quinta-feira às 17:53

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CC
AHAHAHAHA...o povo português livrou-se da ditadura comunistas! Haja mas é Darwin, qual deus!!? Sr. José Correia:
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1. Tanto quanto sei o Sr. nunca lutou contra o fascismo nem faz parte do PCP (único partido com património de luta organizada c...ontra o fascismo);
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2. Não sabia que era futurologista e que tinha bola de cristal para falar de algo que nunca aconteceu (mas que você pensa que podia ter acontecido);
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3. Vá ler o programa do PCP e os seus princípios e depois falamos pois não há NADA no programa do PCP que tenha a ver com fascismo (antes pelo contrário)...em vez de vomitar o pensamento dominante e a cassete habitual leia e faça por se educar e discutir informado.
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Lamento mas não volto a discutir esta questão com frases feitas que são regurgitadas sabemos muito bem de quem...
quinta-feira às 21:39 · 
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Victor Nogueira
Marques Correia - Basta ler o livro do Marechal Costa Gomes (não confundir com Gomes da Costa, -"Costa Gomes - o último Marechal", 1ª edição 1998 para verificar páginas 306/307) que Breznev lhe afirmara que a URSS não apoiaria a tomada do poder pelos comunistas em Portugal, mas que ele (CG) sofrera enormes pressões dos EUA, a que resistira, para não permitir a participação do PCP no Governo. Naturalmente isto seria do conhecimento do PCP e dos seus dirigentes de topo, Álvaro Cunhal incluído. Como Álvaro Cunhal sabiam que uma guerra civil permitiria a intervenção da Nato (op cit. pág 361), que Mário Soares e Sá Carneiro tentaram provocar com a sua malograda "fuga" para o Porto (op cit. pág 353). 
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Quem pretendeu instaurar uma ditadura fascizante em Portugal foi o então General Spínola  (op cit, págs 274 a 276, 282), talvez conluiado com Marcelo Caetano até ao 25 de Abril, que com a ajuda do MDLP e do ELP aliado a partidos "democráticos"(op. cit. pag 342) e com o apoio da Igreja Católica (op. citada pág 345) pôs o País a norte de Rio Maior a ferro e fogo, com ataques bombistas, assassinatos e destruição de sedes do PCP e da MDP. Nada disso aconteceu a sul de Rio Maior. E o COPCON comandado por Otelo apoiava todas as iniciativas esquerdistas a sul de Rio Maior e recusava-se a repor a legalidade democrática a Norte de Rio Maior, estando na origem do 25 de Novembro, abandonando os seus partidários nesse dia indo para casa dormir incomunicável! 
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Curiosamente Otelo aparece depois ligado a outra rede bombista, as auto-denominadas FP 25 de Abril, que foram julgadas mas não as do MDLP/ELP. Curiosamente, Mário Soares agraciou “democratas” como Spínola e Otelo ! Otelo que concorreu às eleições presidenciais contra os candidatos Eanes e do PCP, para “candidamente”, anos depois, revelar que nessas eleições votara não nele próprio mas em Eanes, pois considerava que a democracia estava consolidada !
quinta-feira às 23:19
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