sábado, 23 de julho de 2011

Uma tertúlia babilónica



Basilio C Palma
Estes borda merda vêm para aqui mandar bitaites acerca dos valores a pagar aos trabalhadores em caso de despedimento. Já foi liberalizado ao máximo.
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estou cagando para os empregos de topo com salários brutais, em que a única coisa que fazem é mostrar a cor da gravata de manhã, perto das 11.00h.

estão no governo faz trinta dias. já chegou o momento de mostrar os dentes ao BCE, U.E. , Troika, aos outros filhos da puta também.sejam coerentes , façam aquilo que o povo português, agora apelidado de sociedade civil espera de vocês.

será caso que tenho de ser eu a mostrar, a explicar, que o que aconteceu em 2007 vai acontecer novamente?

o BCE é propriedade dos mesmos cabrões que nos estão a explorar. Com a particularidade de poderem emitir papel moeda. E esta?
Quarta-feira às 13:35 · Gosto · ·
Nuno Santos Pereira e 8 outras pessoas gostam disto.
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Victor Nogueira LOL. Tanto tempo gasto por causa da linguagem que a Carla considera "rasca". Parece-me aquelas minhas colegas professoras que na sala dos professores diziam "ele mandou-o à m." e ela respondeu "sua f da da p vai para o c. "Para quem como eu correu Portugal inteiro e nasceu em Angola,e lida com pessoas de todas as camadas sociais, o que nuns sítios ou camadas é palavrão noutros(as) é linguagem normal. No norte com a maior naturalidade mesmo gente "educada" usa palavrões e o que nuns sítios é ofensivo noutros não é. Em Luanda nem "merda" dizia, mas sim "bolas" ou"popilas" Um alfinete de peito feminino era naturalmente designado por "broche" e era censurado pelos adultos que utilizassemos a palavra "coito" quando brincávamos às escondidas. Era altamente ofensivo dizer que alguém era um "canalha" e uma expressão amigável dizer que o outro era um "sacana". Verifica-se o contrário em Portugal, onde o termo "sacana" é muito mais ofensivo que o termo "canalha", termo com os alentejanos (que normalmente não utilizam palavrões ) utilizam para designar a miudagem. Chamar menina a uma portuguesa é um elogio mas em certas regiões do Brasil é altamente ofensivo, pois é a designação dada às prostitutas.
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Aconselho pois a Carla que nunca vá nem leve os seus filhos à zona litoral compreendida entre Vila Nova de Gaia e Viana do Castelo pois ficará com as orelhas a arder e que não os deixe ver filmes e séries norte americanas nem permita que aprendam inglês pois o termo "fuck you"é usado a torto e a direito mas nunca traduzido literalmente. Se não sabe o que significa consulte um dicionário de inglês português. Se não encontrar no "Oxford" consulte um de "slang" (calão).
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Não creio que a Clara utilize vestidos até aos pés e com mangas até aos pulsos e abotoado até ao pescoço e chapéu com véu tapando o rosto como as senhoras finas do tempo das minhas avós nem vá à praia com fatos de banho constituídos por blusa e saia até ao joelho e a este cingidas nem obrigue os seus filhos a irem de calções até ao joelho e camisola sem mangas.´É que se as senhoras finas do tempo da minha avó voltassem agora ao mundo morreriam de vergonha ao ver as mulheres de mini-saia, cavas abertas deixando ver os seios, "maillot", biquini, em top-less com fio dental ou a cintura à mostra "Que horror", diriam. ou eles e elas ao verem com calções ou saias descaídos muito abaixo da cintura e eles sem fato completo, incluindo colete, relógio de bolso e laço ou gravata e o inevitável chapéu que levantavam respeitosamente quando se cruzavam com uma Senhora, na rua.Ah! no tempo dos meus pais em Portugal era"chic" os homens terem uma amante com casa e comida por eles paga designada por "espanhola"
há 5 horas · Gosto · 2 pessoas

Toze Santos Costa Trokatintas Atenção, caro amigo, que "espanhola" no Brasil é altamente excitante...:P
há 5 horas · Gosto · 2 pessoas
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Victor Nogueira Pois ... É impossível saber quando estamos a cometer uma argolada com o ou a nosso/a interlocutor/a. Quando estive no Porto a estudar durante um ano lectivo, aos 16 anos, o meu avô materno dizia-me quando íamos pela rua "Não ouças, Victor", que esta gente do Porto é muito mal educada" e ao fim duma semana, aos 20 anos, mudei da Faculdade de Economia do Porto para o então ISCEF em Lisboa, incomodado com a linguagem "ordinária" dos meus colegas, que hoje já não me incomoda, que não utilizo normalmente salvo qd vou sozinho a conduzir face ás azelhices de alguns/alguma condutores/as
há 5 horas · Gosto · 2 pessoas

Toze Santos Costa Trokatintas Hoje ia comer umas "punhetas de bacalhau" mas para não ferir sensibilidades é melhor trincar umas "pataniscas de bacalhau"...
há 5 horas · Não gosto · 4 pessoas´(...)
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Pedro Almeida Ribeiro Nuno Santos Pereira, quando uma vez aqui disse que tinhamos os políticos que merecíamos ou que eventualmente até merecessemos piores muitos chamaram-me de tudo e que eu é que merecia todos so maus políticos do mundo! Mas enfim Nuno, ser português é isto mesmo dizia o saudoso Professor Agostinho da Silva!
há 4 horas · Gosto · 1 pessoa

Nuno Santos Pereira Nesse caso, só sou português porque nasci por aqui...de resto há muito que o suspeitava ;-)
há 3 horas · Gosto · 1 pessoa

Toze Santos Costa Trokatintas Ser português : http://trokatintasnews.blo​gspot.com/search/label/%23​%20Ser%20Portugu%C3%AAs
há 2 horas · Gosto

Basilio C Palma Nunca esperei tanta erudição, estou pasmado, como diria o Bocage, nas suas poesia eróticas e liricas do séc. XIX. Vamos partir para outra.
há 2 horas · Gosto

É mesmo istoToze, Boa!
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"Quem se mete com um Lusitano...leva!
Que os Portugueses são descendentes dos Lusitanos já ninguém tem dúvidas. A única incerteza que ainda continua a prevalecer sobre o povo original da nossa terra é se somos centonetos (inventei a palavras por isso escusam de correr para os dicionários) de celtas iberizados. Para percebermos quem somos é obviamente essencial saber como fomos. E aí o nosso perfil não é lá muito abonatório. Os Lusitanos habitavam na Meseta Ibérica até ao Atlântico e a sul do Douro até às montanhas do Algarve, a terra dos Cinetes. Não se pode dizer que a nossa lusitana actividade fosse muito dignificante. Apesar de assentarmos arraiais como pescadores, agricultores e pastores, as nossas tribos, sem qualquer organização política, eram especialistas em assaltar e saquear a vizinhança Galaica e "algarvia", a roubar viajantes desprevenidos e a fazer uma perninha como mercenários. Aníbal e os seus elefantes quando tentou conquistar Roma levou consigo uma legião de Lusitanos, mas a epopeia correu mal aos invasores. .


Entretanto já tínhamos uma certa queda para o turismo e enganávamos os Fenícios e os Cartagineses do mesmo modo que, actualmente, os "camones" são explorados até ao tutano no Algarve, na Madeira e não só...Os romanos quando quiseram conquistar o Mundo meteram-se numa alhada tremenda no momento em que as legiões puseram as sandálias na Lusitânia. Durante dois séculos, os gládios romanos foram impotentes para dominar esta rapaziada rebelde que "não se governa bem se deixa governar", como escreveu um general desesperado da maior potência mundial da altura ao seu imperador.

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Estrabão escreveu que os lusitanos eram "a mais poderosa das nações ibéricas e que, entre todas, por mais tempo deteve as armas romanas". Disse também que os lusitanos eram sóbrios e frugais, bebendo só água, cerveja de cevada e leite de cabra. Dormiam deitados no chão. Usavam cabelos compridos como as mulheres, untavam-se com azeite e celebravam jogos vários de destreza física. Fabricavam pão de farinha de glandes de carvalho. Só bebiam vinho em festins. O vestuário dos homens era preto e de lã grosseira ou pelo de cabra.

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Ora uma malta assim metia respeito até aos legionários. Mais a mais porque os Lusitanos tinham uns hábitos que até aos romanos arrepiava. Abriam as entranhas dos inimigos capturados ainda vivos, que berravam como possessos com o raio desta mania e ainda faziam mais umas marotices como cortar-lhes a mão direita e tirar-lhes a pele a sangue frio. Este último hábito ainda se mantém hoje, tantos são os spa e os institutos de beleza que fazem depilação mas com um bocadinho de mais cuidado.

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Após dois séculos de massacres para aqui e para ali, Roma lá conseguiu a tão sangrenta conquista. Mesmo assim, a romanização da Lusitânia seria muito superficial porque os "portugueses" de então usavam todos os truques para fugir aos impostos, um hábito que se mantém, e não abdicavam dos seus usos e costumes. E mesmo o Latim que nos queriam impingir foi aceite de tão má vontade que a malta se entendia com uma espécie de "latim técnico", mais ou menos como o "inglês técnico" do nosso "engenheiro". A sinistra "pax romana" nunca foi um sucesso em Portugal e daí a Justiça estar como está no século XXI.

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Se os Lusitanos não eram bons de assoar a situação piorou substancialmente quando os "hooligans" da época, os Alanos, os Suevos e os Vândalos imigraram da Germânia para aqui. Agora é ao contrário. Somos nós que vamos para lá justificar os "canudos" que por cá só garantem desemprego ou um lugar de caixa numa grande mercearia do Belmiro. Bem, mas estava a falar dos Vândalos. Esse pessoal era tão boa gente e educada que ainda hoje quando se risca um carro, se grafita uma parede, se parte um candeeiro ou escavacam os bancos do jardim se traduz essa acção por "vandalismo". Agora imaginem o que terão feito esses germânicos para dois mil anos depois continuarem a ser conotados com maldades.

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O ADN português com o sal lusitano e a pimenta vândala tornou-se completamente intratável e ninguém queria tomar verdadeiramente conta cá do burgo. Quando se pensava que mais reguilas que isto era impossível desembocaram nas antigas scuts romanas sem .
portagem os Visigodos. Estes primos dos Godos já tinham escaqueirado o Império Romano e entraram por aqui numa boa com os primos Vândlos, Alanos e Suevos pelo que os Lusitanos ganharam uma nova energia. 
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Como o pessoal não era esquisito começaram a enrolar-se uns com os outros aperfeiçoando a portugalidade, uma forma de ser e estar que não tem nada a ver com os outros people da Europa. Nem em lado nenhum. Fartos de andarem pelas estradas a roubar gente cada vez mais pobre, os Visigodos descobriram uma forma muito mais rendível e menos trabalhosa de fazer fortuna: construir cidades. Obviamente que a corrupção floresceu com esta fórmula de povoamento e os autarcas da altura mais os construtores civis esfregaram as mãos de satisfação com este método rápido de ganhar dinheiro, expediente que actualmente é o grande responsável pelo défice gigantesco das nossas contas públicas e das contas bancárias galáticas dos políticos.

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Estava tudo na paz do Senhor a viver, como agora, à custa do Estado quando em vez do FMI desembarcaram os árabes. Os ditos sarracenos cortaram pela raiz as mordomias dos senhores feudais e desataram a construir alquevas, centros culturais, santuários e aldeamentos turísticos por todo o lado. A riqueza acumulou-se tanto durante uns séculos que despertou a cobiça de um real visionário: D. Afonso Henriques.

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Os azeites subiram à cabeça do nosso primeiro rei quando a sua Teresa mãe o quis contrariar e aí ferveu-lhe o sangue celta-lusitano-alano-suevo​-vândalo-visigodo nas veias, pregou um par de estalos na progenitora (a violência doméstica cresceu desmesuradamente em desde esse acto indigno), chamou uns tipos que de santos nada tinham, Egas Moniz, D. Fuas Roupinho, Geraldo Sem Pavor e o Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador, e veio por aí abaixo a mandar para o Reino dos Céus tudo o que mexia com uma meia lua.



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Ao longo dos anos ainda nos vieram cá chatear os espanhóis e os franceses mas nem uns nem outros apreciaram a nossa tão propalada hospitalidade. Alguns castelhanos acabaram assados dentro de um forno de uma padeira em Aljubarrota, o que deve ter inspirado Adolfo Hitler, com o qual ainda temos em comum uma costela de vândalo, na diabólica ideia dos holocaustos. Não é por acaso que basta dar a um português um lugarzito de chefia por mais simples que seja para se tornar imediatamente num ditador implacável. Os franceses chegaram com uma prosápia napoleónica a Lisboa. O Cavaco, o Sócrates, os ministros, os deputados, os políticos da altura piraram-se rapidamente para o Brasil mas a malta não se atrapalhou. Apesar dos desmoralizantes massacres de Évora e de outras cidades e aldeias, que a maçonaria portuguesa esconde nos livros de História, a "geração à rasca" de 1807 a 1810, chefiada por abades, padres e militares cortaram tantos gauleses às fatias à moda lusitana por essas aldeias fora que praticamente dispensávamos a cínica ajuda inglesa.

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E hoje somos o que somos graças a tudo isto! "Eles" (sejam quem for) julgam que nos governam mas estão enganados.http://trokatintasnews.blo​gspot.com/2011/04/ser-port​ugues.html


trokatintasnews.blogspot.com
Blogue de António (Tozé) Santos Costa. Pintor, Escritor, Jornalista, Coleccionador, Má-língua, Teimoso, Anarquista, contra tudo e todos, sempre a favor de quem se opõe não interessa a quê.

há cerca de uma hora ·  ·  2 pessoas

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Victor Nogueira Caro Nuno - talvez seja engano meu mas não me parece que os meus 2 posts anteriores usem palavrões ou linguagem rasca, mas talvez com alguma ironia e pedagogia tratei dum tema que estava a tornar-se "desperdiçante". Um precalço no c omputador apagou o que entretanto escrevera e agora repito, não para" chover no molhado" mas pk generalizações como todos os portuguess são assiim ou aasado constitui uma generalização abusiva. Com efeito, para lém duma ainda existente identidade nacional, Portugal tem comunidades distintas, com caraccterísticas individualizadora, desde a mundividência, a forma de ser e de estar e particularidades liinguísticas distintas, embora estas se vão esbatendo no sentido da uniformização. Dentro destes parâmetros, são distintos o algarvio, o alentejano, os beirão baixo, alto e litoral, o tripeiro de Bila Noba de Gaia até Biana do Castelo, sem esquecer minhotos, transmontanos, açorianos e madeirenses Para além duma identidade grupo, classe ou camada social, existem as características pessoais. E em muitos aspectos os Portugueses são originais ou foram pioneiros: são a nação europeia que meis cedo se unificou com um poder real centralizado, pioneiros em áreas com a navegação, astronomia, cosmografia, cartografia e ciências da natureza: foi a 1ª nação onde houve uma revolução burguesa quase logo empalmada pela nobreza com a perseguição aos judeus (embriões do capitalismo), foi uma das 1ªs repúblicas europeias, uma das primeiras abolir a pena de morte e a inventora de "tecnologias" como as caixas multibanco e sistema de portagens. E se são considerados bons trabalhadores lá fora, e o não são cã dentro é devido ao parasitismo da nobreza e depois do patronato e chefias, que são incapazes - por ignorância - de gerir, planificar, incentivar e motivar os trabalhadores. A conversa vai longa e isto aqui na "rede" quer tudo tratado ao de leve pois estudar e pensar cansam LOL

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