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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Enganos, verdades e mentiras

Victor Nogueira através de Rui Martins: Na política a seriedade ainda é uma virtude para alguns, não apreciada por organizações políticas e sociais ou por órgãos de comunicação social que vivem da mentira, da demagogia e das meias verdades

aeiou.expresso.pt
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Porto, 09 nov (Lusa) O Bloco de Esquerda (BE) propôs esta segunda feira o fim das empresas municipais do Porto, alegando que tal faria aumentar a transparência política e financeira na política que a câmara pratica no concelho.
  • Victor Nogueira
    • Segundo a Agência Lusa em comunicado integral no Destak "Os bloquistas defenderam a sua proposta durante a assembleia municipal extraordinária que se reuniu, por iniciativa da CDU, para “análise da situação dos trabalhadores da Câmara Municipal do Porto”, tendo a CDU abstido-se relativamente à proposta do BE. Pk ? A notícia não esclarece, nem a Lusa terá ouvido e transmitido os argumentos desta, mas é sabido que a CDU é uma força política que tem estado contra as concessões a privados de serviços municipais e contra as privatizações, quer feitas pelo poder local, quer pelos sucessivos Governos PS/PSD/CDS. Mas a notícia que os jornais transmitem dá todo o relevo a uma iniciativa do BE numa AM convocada pela CDU sem que se saibam os motivos da abstenção da CDU. Talvez algumas empresas municipais se justifiquem, sem prejuízo da necessária transparência na sua gestão e finalidade. Meter tudo no mesmo saco da "pandilha, com aparente excepção do BE, é esquecer que a CDU, constituída por homens e mulheres com virtudes e defeitos como qualquer ser humano, não são notícia de casos de corrupção ou enriquecimento ilícito, como sucede com autarquias do CDS, PSD e PS, quer nos jornais de reverência ou referência, quer nos semi-tablóides ou mesmo tablóides.


      há 2 horas
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terça-feira, 9 de junho de 2009

Os Estranhos critérios jornalísticos do ... Público


* Victor Nogueira
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É público que o Público dá prejuízo ao senhor Engenheiro Belmiro de Azevedo, um dos homens mais ricos do Mundo, segundo a revista Forbes.
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Mas o Público é um «jornal de referência», mais opinativo que noticioso e preferido pelas camadas «cultas» e bem pensantes.
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O seu grafismo faz-me lembrar o de jornais de esquerda, já desaparecidos, como o Diário de Lisboa e o Diário.
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Mas o Público é a voz do dono e só assim se explica que na sua edição de 9 de Junho se desdobre em análises circunstanciadas dos resultados das Eleições para o Parlamento Europeu, com mapas coloridos sobre os que considera principais Partidos Políticos (PSD/PS/CDS-PP) e com especial desvelo pelo Bloco de Esquerda e à sua espetacular subida. Sobre o reforço da CDU e da sua principal força, o PCP, só com binóculo se vê Braga por um Canudo
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Como dizia o Poeta: «Malhas que o Império tece/jaz morto e apodrece/ o menino de sua mãe».
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