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domingo, 6 de abril de 2008

Em conversa com ... (13) TODO O MUNDO e NINGUÉM

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* Victor Nogueira
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Que penso, Pass(e)ante?
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Vejo que tudo é efémero! Que a realidade e o dia a dia tudo cilindram, tudo transformam em pó e areia, ficando em nós uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma. E que tu tal como outros/as comentadores/as «desapareceram». Apesar do aparente interesse de alguns/mas por mim ou pela minha obra.
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Não tenho coisas lindas a dizer, charmosas ou «lisonje-adoras», nem versos a deixar, apenas uma carreirinha de letras insignificantes, duma formiga no carreiro, em contra-mão, como os meus blogs: a minha estima, carinho e amizade virtuais. E a virtualidade não enche a vida real. Fica a minha fraca solidariedade real para com os milhões de «deserdados da sorte», analfabetos, famintos, doentes, mal vestidos e mal-cheirosos espalhados pelas sete partidas do Mundo, sem acesso à «partilha». Mesmo inteligente, burro velho não muda!
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Mas se quiseres passa pelo Ao Sabor do Olhar, onde é sempre bem-vindo quem vier por bem.
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quadro - Magritte - O Falso Espelho
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sexta-feira, 28 de março de 2008

Em conversa com ... (12) TODO O MUNDO e NINGUÉM


* Victor Nogueira
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Do «communard» desde sempre assumido, Zé Ninguém k ñ perdeu lucidez nem consciência, estrangeiro, políticamente incorrecto, cidadão do mundo, sem Pátria, num simulacro de país quase sempre vendido pelos governantes. agora «livremente» alienado pelos Senhores do alterne e longe da arraia miúda,
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Victor Nogueira,
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sem ilusões nem enganos, quase sempre na prateleira. mais ou menos dourada, começando pelo «demo-crático» PS e não só, desde 25 Nov 975. re-enício do consulado Salazar/Ca(e)tano, agora na sequência Só-Ares Carneiro.
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terça-feira, 25 de março de 2008

Em conversa com ... (11) TODO O MUNDO E NINGUÉM


Olá, quem quer que esteja ao leme da barca
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Há blogs que desconheço. Tantos, cada vez mais à medida que o tempo vai escorrendo e cada vez mais blogs encontro. Encontrei um onde não deixei prémio, porque os não dou nem aceito, pelas razões que já expus num post perdido algures numa das minhas sete criações.
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Não sou simpático, acolhedor, não tenho cara (retrato físico) aqui na net, nem tenho muitos comentadores/as, muito menos regulares. Sabem, preso por ter cão, preso por não ter. Ou mal com El-Rey ou com a Princesa por amor dos homens e das mulheres, mal com os homens e as mulheres por amor d'El Rey ou da Princesa. Para uns/umas escrevo muito, para outros/as escrevo pouco, mas apesar de manter sete blogs ou chagas não consigo fixar multidões nem comentadores/as regulares em qualquer deles. É a Vida. Mas convido-vos a visitar o Kant_O_Photomático. É uma das expressões de mim, muita imagem e pouco texto. Imagem e textos levezinhos, curtos quase todos e, sobretudo, daqueles que não tiram o sono nem causam mau-estar ou náuseas. Quanto Ao Sabor do Olhar, qualquer dia fecha por falta de conviventes e de razão de ser.
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Também a mim o tempo me vai faltando para visitar os blogs. mesmo que sejam os de pessoas que estimo ou aprecio. A Vida é feita, tem de ser feita, do «sentir» real: o sorriso ou a cara fechada, acolhedora ou não, a mão no ombro, o ver o olhar franco ou escondido por detrás duns óculos escuros, o calor ou a frieza da voz, a suavidade ou a crueldade do cheiro, seja perfumado, seja nauseabundo. O ouvir o silêncio ou o bater das ondas,ou o trinado dos pássaros ou da brisa que agita as flores. E por aí fora, ao sabor do olhar e da imaginação de cada qual ao (es)correr da pena, hoje substituída pelo matraquear do teclado do PC (personal computor, entenda-se).
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Para todo o pessoal, aquele abraço
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Victor Manuel
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foto retirada daqui, um blog interessante: impressoesdigitais
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Em conversa com ... (10) TODO O MUNDO e NINGUÉM


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* Victor Nogueira
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À mana que nunca tive e gostaria de ter tido.
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À minha outra mana inventada, da Casa de Belmonte, sempre ocupada com o trabalho, mas sempre atenciosa e carinhosa e de quem gosto muito, muito, mesmo muito, que me pergunta sempre pelos sobrinhos e que aprecia imenso o meu filho Rui Pedro e cujos filhos me atendem sempre com simpatia ao telefone.
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Ao meu único irmão, de verdade, Zé Luís, morto de morte matada por ele próprio e por muitos outros no tempo que para ele terminou
naquela tarde de 26 de Fevereiro de 1987 ............................. )
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Ao meu irmão que adorava o mano, a cunhada e os sobrinhos.
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Ao meu irmão, que não morreu na Guerra Colonial, apesar de ter estado em zonas de combate como furriel miliciano enfermeiro, na nossa terra, Angola, incorporado obrigatoriamente e a lutar no Exército Português de ocupação contra os manos dele e meus, do MPLA ou não, e a tentar salvar a vida aos «camaradas» de armas ou vê-los regressar mortos, ensanguentados e desfeitos. Mas morreu depois, 13 anos depois, encerrado em si mesmo, sem concluir o curso de Medicina, por causa da guerra que o marcou para sempre. E que não continuou em Angola, apesar dos convites do MPLA, porque, após a independência do nosso País, de novo incorporado obrigatoriamente como cidadão angolano, veio para um país estrangeiro porque já lhe bastara o horror duma guerra. (1)
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Olá, mana
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Vês, como são as coisas. Tens belas fotografias e és mais viajada e cosmopolita do que eu.
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Há muito. muito tempo, perguntaste-me se te ensinaria a fazer um blog de fotos quando te dispusesses a isso.
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Como vês, não precisaste de mim, foste capaz de fazê-lo por ti.
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Só tenho pena que seja por este teu post que ocasionalmente saiba da concretização deste teu «sonho». Mas eu sou sempre o invisível e republicano.
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E parabéns duplos, mana. Pelo fotoblog e pelas fotos. Nestas és muito melhor que eu. Tal como o meu filho e teu sobrinho, que escreve muito melhor que eu e é melhor que eu em muitas outras coisas, salvo não ter bússola que lhe indique o caminho a seguir de vez.
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Para todo o mundo e ninguém,

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(1) - Luanda, 29 de Maio de 1951 - Paço de Arcos, 26 de Fevereiro de 1987 - O nome dele, como o de muitos outros que morreram depois de terminada a guerra mas por causa dela, não figura em nenhum monumento aos mortos em combate ! É um dos soldados desconhecidos, morto em vida, na terra de ninguém !

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Em conversa com ... (9) TODO O MUNDO E NINGUÉM - Deserto do Gobi


Olá

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Como não tens mail, só posso contactar por aqui. Não sei a que te referes quando perguntas sobre o que estou a escrever. Sobre nada estou a escrever e vou preenchendo o tempo com escritos antigos e alguns actuais, e outros de outrem, que pouco interesse devem ter ao contrário das minhas conversas outrora nas salas de conversação
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Ao contrário de lá, aqui os meus blogs devem ser desinteressantes ou «densos» e qualquer dia ficam a flutuar por aí, abandonados por mim, porque «falhei» no que pretendia com eles.
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São demasiado pesados, maçadores ou impessoais/impersonalizados sobre o meu quotidiano actual e pouco atractivos para a maioria. E assim continuarão até que deixe de publicá-los.
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Grato pela tua visita e pelo teu comentário
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Victor Manuel
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Não percebi ainda quem escreve e quem é a Joaquina, a Guida e o António. Isto aqui quanto a descobrir identidades verdadeiras é muito mais dificil que nas salas de conversação, onde depressa descobria com quem estava a falar e o verdadeiro nome. E era fácil trocar telefones e chegar à fala, se não olhos nos olhos, pelo menos de voz a voz.
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Aqui sou sempre o Victor Nogueira, tal como na vida real assino, sou conhecido e me apresento. Os medos, as defesas, as máscaras e/ou as «privacidades» aqui são no final maiores que nas salas de conversação E concluo como pessoa que são preferíveis as salas de conversação: conhecemos as pessoas e somos mesmo «obrigados» a falar, mesmo mentindo, mas aí a mentira ao fim de algum tempo fica a descoberto.
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AVISO que estou a falar de ninguém e para quem quer que seja em especial. Para evitar mal-entendidos a quem isto ler, mais ou menos apressadamente.

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ADENDA - imagem - Deserto do Gobi
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4.12.06

GRANDES VAZIOS - O DESERTO DE GÓBI


Imagens sugeridas por: José Veiga nº 15

Tema: Grandes Vazios Humanos

O DESERTO DE GÓBI

"O Deserto de Gobi é um extenso deserto situado ao norte da China e ao sul da Mongólia. A palavra Gobi significa deserto em Mongol (língua nativa da Mongólia).

O deserto mede 1600 km de leste a oeste e 800 km de sul a norte. O clima média anual é de -2.5°C a +2.8°C e o extremo chegou a 38.0°C e -43°C em uma região e 33.9°C e -47°C em outra. É o deserto arenoso mais setentrional de todos e lar de alguns animais raros tais como o Camelo Bactriano (de duas corcovas) e o raríssimo cavalo de Przewalski.

O deserto de Gobi é conhecido no mundo da Paleontologia pela riqueza e qualidade das suas jazidas fósseis, onde foram descritas pela primeira vez muitas espécies de dinossauros."

in Wikipedia
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retirado de geoapoio.blogspot


um blog a visitar

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Em conversa com ... (8) TODO O MUNDO E NINGUÉM - Senhores e servos

* Victor Nogueira
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Gracias. O teu post lá está mas nenhum dos teus comentadores deixou marca em qualquer dos meus blogs, Mas não te esqueças que sou um «cientista» social que tomou partido desde os 16 anos e tenho a consciência do que existe só pode ser contrariado colectivamente, numa solidariedade internacional que muitas vezes implica a prisão, a tortura ou a morte. Porque os poderosos sabem dividir os pequenos. Têm milénios de sabedoria de opressão, repressão e mentira enquanto os que comem o pão que o diabo amassou têm milénios de subserviência ou de «esperteza» para tentarem sobreviver ou vegetar, de assassinatos individuais ou colectivos sobre os insubmissos, inquisições, Pides e congéneres, tortura e medo para que não tenham ou recusem a consciência da sua força.
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Sei que poucos lerão isto. Mas fica escrito. Para o bem e para o mal!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Em conversa com ... (13) a Maria, o Manel, a luta e os «pobrezinhos de estimação»

Olá :-)
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Não nos conhecemos a não ser de eu reparar no teu nome qd passo por imensos blogs. Nalguns lá estás nos comentários.
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E tive curiosidade em visitar-te.
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E deixar-te este comentário sobre a miséria e a pobreza:
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Antes do 25 de Abril havia muito quem se preocupasse. Como depois. Como sempre. Nos tempos actuais com especial destaque dos militantes do Partido Comunista Português, homens e mulheres com as virtudes e os defeitos do tempo em que estão mas pretendem seja outro. Acusados ontem de estar a soldo de Moscovo para instaurar uma nova ditadura - a dos pobres.
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E agora em «democracia» «forçados» a revelarem a identificação dos seus militantes, i.e., a tentarem forçá-los a entregar aquilo que a PIDE nunca conseguiu. Aos de agora, da União Europeia + States, muito mais sofisticados, não lhes chegam os números de identificação único ou a possibilidade do cruzamento de vários, os rastos deixados com os cartões de plástico ou as câmaras de videovigilância, a espionagem por satélite ou meios sofisticados que a nossa imaginação nem sonha que existem, ou a centralização e controle de todas as polícias de investigação, informação e repressão.
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As misérias não se resolvem com caridades, com palavras, mas com lutas e sacrifícios, com perda de carreiras brilhantes e bolsa folgada que alguns teriam se aceitassem vender-se por um prato de lentilhas ou uma saqueta de ouro ou diamantes.
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Por minha conta desde o 25 de Abril já tenho cinco saneamentos políticos, seguidos de despedimento ou prateleira praticados pelo PS. Os 1ºs foram no tempo desse pai da «democracia» e defensor da «liberdade» chamado Mário Soares. Que deixou filhotes, como um tal Sócrates tão mentiroso e bem falante como ele. Como a maioria daqueles que sairam do PC ou foram expulsos em rota de colisão, para se juntarem ao PS e «subirem» na vida com o doce perfume do dinheiro. Com uma única excepção dum que conheci pessoalmente e teve a minha consideração até morrer: o Barros Moura. Que sendo do PS, não fez qualquer frete à Senhora de Felgueiras/PS, demitindo-se de Presidente da Assembleia Municipal
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A minha avó materna tinha o seu pobrezinho de estimação. Tal como refere Alçada Baptista em relação à sua família e outras na sua «Peregrinação Interior».

A pobreza e a riqueza não existem por ganância. A ganância é própria dos sistemas socio-económicos cujos senhores vivem à custa da ignorância, da mentira da alienação ou da falta de consciência da sua força se unidos: os explorados que não são donos dos meios de produção. Prendendo, matando, tortutando todos aqueles que tentam pôr em causa o poder e desmascarar senhores e mandantes bem como seus mandatários ou homens/mulheres de mão.
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Pk havia povos que receberam os europeus de braços abertos onde não vigorava a «concorrência» e foram logo de seguida mortos, aprisionados ou escravizados por causa de ouro, esmeraldas e outras riquezas.
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Antes do 25 de Abril havia miúdos a fazerem mandados ou a venderem jornais pela rua ou velhotes ou não pedindo pelas ruas ou à porta das igrejas, a mão estendida à caridade pública. E outros sentados nas esquinas ou nos passeios mostrando as suas chagas ou membros paralizados.
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Depois do 25 de Abril desapareceram, não porque tivessem sido escondidos ou mortos, mas porque lhes foram reconhecidos direitos que agora estão paulatinamente a ser retirados. A qualidadade de vida das populações melhorou graças às nacionalizações, que sujeitaram as empresas à lógica do serviço público e não à ganância do lucro e da mentira.
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E melhorando significativamente, essa melhoria foi mais avançada nos municípios geridos pelo PCP, cujos autarcas não aparecem acusados ou condenados por corrupção como sucede com os do CDS, do PPD ou do PS.
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Além de pretenderem imiscuir-se na vida interna do PCP, qd têm estatutos que se lhe assemelham no que se refere à disciplina de voto e ao centralismo democrático, PS/PSD já fizeram e querem fazer leis que lhes permitam «extinguir» os outros partidos, forçando à abstenção de quem não se referisse nos dois candidatos ao alterne. Mesmo que os que deixassem de votar superassem largamente os que votassem PS ou PSD.
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O CDS é uma excrecência que já não tem razão de ser. Ficava o PCP. Mas ó deus, aqueles «amigos do povo» descobriram que assim iam ser extintos microscópicos partidos que ninguém conhece: o dos monárquicos, os reorganizadores do partido do proletariado e mais alguns. E agora andam numa fona para mudar a lei, não para permitir que o PCP «sobreviva» mas para assim conseguirem mais facilmente impor o «democrático» colete de forças do alterne.
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E fica para outra conversa a discriminação que é feita ao PCP nos órgãos de comunicação de massa, sejam administrados pelos grandes capitalistas, seja pela Igreja, sejam «órgãos ditos de referência», sejam tablóides.
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Voltam assim os pobrezinhos de estimação. Seja para que a piedosa Igreja exerça o seu múnus caritativo e anestesiante, seja para que os ricos possam lavar a alma pelos milhões que condenam à miséria extrema mas com esperança de salvação à hora da morte porque tiveram um pobrezinho de estimação, humilde e bem comportado.
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PS (salvo seja :-)- Gostei do teu blog

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Em conversa com ... (10) a Adélia

adelia disse...
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Engraçado como após tantos anos e, por mero acaso, deparo com este blog em que sou uma protagonista secundária ou se calhar...melhor dizendo, figurante. Até receio perguntar como decorreram estes anos. São tantos! Contudo gostaria de saber

Adélia Guerreiro

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------qui 24-01-2008 0:16
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Victor Nogueira disse...
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Olá, Adélia :-)

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Não sei se lerás estas linhas. Fiquei contente por te «ver», mas a hiperligação leva a lado nenhum, o que é frustante e uma «maldadezinha» tua. Olha, se quiseres, escreve-me. Tens nos meus blogs montes de endereços meus.

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Um beijo, mocinha. Eu agora, naturalmente, estou mais velhote do que quando nos conhecemos. Mas gostava de saber de ti, da tua família e da malta da Amareleja.

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Bjo
Victor Manuel

------qui 24-01-2008 0:25

sábado, 19 de janeiro de 2008

O Caso Maddie (21) e Em conversa (10) ... COM TODO O MUNDO E NINGUÉM

* Victor Nogueira
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Olá
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Inadvetidamente cliquei nos comentários ao teu post sobre Maddie e encontrei uma série de msg's eliminadas pelo editor, i.e, por ti e fico perplexo. Não sei o que diziam ou quando foram apagadas ou pk. Mas então activa a moderação de comentários. Assim as pessoas sabem as regras do jogo, como nos meus blogs. É uma simples sugestão. Pk fica sempre a sensação duma censura sobre não se sabe que conteúdo, eliminado sem qualquer explicação.
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Tenho desde sempre a minha explicação para dois casos: o de Joana e de Maddie, um caso exemplar de duas justiças, a modos e tempos diferentes funcionando. O tempo se encarregará de desmascarar os farsantes, os figurantes e os beneficiáriois destas histórias. O tempo dirá pk uns têm apoios mediáticos e caros com subsídios milionários e bolsa cheia a conta-contas pelos pobres e filmes para juntarem mais algum por conta da filha, ajeitando «fundações» com dinheiro também dos pobres, que nada dão para que se descubra o paradeiro de crianças pobres como as destes. E para que o povo tenha o seu segundo de glória na TV tablóide, esganiçando-se em apelos de morte ou tentativas de linchamento em vida, enquanto em casa maltratam os seus próprios filhos e ficam indiferentes ao sofrimento das criancinhas dos vizinhos da porta ou casa ao lado, seus semelhantes, por quem nada fizeram enquanto estiveram vivas.
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Uns são condenados sem cadáver, outros não podem ser condenados se o cadáver não aparecer.
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O mesmo no processo Casa Pia. Não aparecem outras pias instituições, mas no da Casa Pia não há grandes figurões mas apenas e só médios figurões, todos do mesmo saco que contém farinha igual mas doutra cor. Mas os médios figurões, presumivelmente inocentes até prova em contrárto, o que é justo, lá vão arranjando maneira do caso se arrastar até que todas as vítimas morram ou os crimes prescrevam. E durante muito tempo, para surpresa minha, não havia pedofilia envolvendo quer mulheres, quer meninas pobres. E mesmo acabando por aparecer, é com muita ligeireza e brevidade. Outros, que não são figurões mas pé descalço, pobretanas, são descobertos, julgados e condenados com toda a presteza. Quem paga os advogados de uns e de outros?
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Por isso não comentei o caso Maddie senão numa «série» num dos meus blogs. E a ele voltei agora e apenas em consequência dum lapso meu: ter carregado nos comentários dum post de género que só leio por curiosidade científica e sociológica, quando era noutro post teu que eu queria deixar um aceno meu, do sinal.de.vida.vicnog.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Em conversa com ... (9) a minha muito querida amiga da Casa de Belmonte

* Victor Nogueira
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As memórias, as histórias, a dor, a saudade, boas ou más, são de cada um de nós; podemos «senti-las» e a um rio de lágrimas estrangulado na garganta ou aos olhos assomando ao de leve ou torrencialmente, apenas numa empatia intelectual ou porque também passámos por isso na nossa própria vida. Mas isto são apenas palavras, sem o gesto de encostares a tua cabeça ao meu ombro enquanto te afago os cabelos para que a tua tristeza não seja tão pesada. [pela morte do teu pai]
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2005.05.04

O LUGAR DA CASA


Uma casa que fosse um areal
deserto; que nem casa fosse;
só um lugar
onde o lume foi aceso, e à sua roda
se sentou a alegria; e aqueceu
as mãos; e partiu porque tinha
um destino; coisa simples
e pouca, mas destino
crescer como árvore, resistir
ao vento, ao rigor da invernia,
e certa manhã sentir os passos
de abril
ou, quem sabe?, a floração
dos ramos, que pareciam
secos, e de novo estremecem
com o repentino canto da cotovia

Eugénio de Andrade

Em conversa com ... (8) - David Santos

* Victor Nogueira
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Olá, David

Passei por aqui para dizer-te que publiquei o teu poema no Convívio e estive relendo os teus posts - tanta tristeza !

E volto ao princípio, releio o post até ao fim e tive um calafrio ao ler o final.

O final é uma despedida e eu faço uma experiência. E vem a resposta. Os comentários são publicados imediatamente, sem tua intervenção, e registam apenas a hora. Não o dia! Não tenho o teu endereço e Cesário Verde não é trágico como Soares de Passos ou um dos meus tios, que não conheci, que escrevia poesia, triste, muito triste, porque sabia que ia morrer jovem, aos 20 anos, tuberculoso.

Leio transversalmente os comentários anteriores. Se mo não disseres, ficarei sempre sem saber se o post que está na origem deste meu comentário é uma despedida tua da blogosfera, se da vida. Se não me escreveres, nunca o saberei. Nunca saberei se perdi de vez uma pessoa que estimava, de quem era «amigo», tanto quanto a virtualidade o permite.

Por isso, não sei como terminar.

Sou o Victor Nogueira, enquanto persistir na memória dos que me conheceram. Como tu és o David Santos, mesmo que este [teu] blog seja desde então e apenas um memorial.

Victor Nogueira 2008.01.18

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Quinta-feira, Janeiro 17, 2008

THIS BLOG WILL BE FOREVER IN HONOR OF NURIN JASLIN

MALÁSIA







NURIN JASLIN



MURDERED. 9 YEARS OLD. WHY? ARE WE HUMAN?



QUE MUNDO, MEU DEUS, QUE MUNDO!


MARI LUZ CORTÉSO

MAIS UMA CRIANÇA DESPARECIDA








L'HOMME: L'ÂME DU DIABLE

L'âme du diable
Ce n'est que l'homme, et plus personne.
Vu qu'il est tellement méchant,
Il y en a ceux qui le trouvent bien.
Il n'y a rien que l'homme ne fasse
Que le diable ne fasse autant.
Dans ce monde de disgrâce,
Même si le diable ne le fait point,
L' homme le fait, obéissant.



GOD’S SOUL

They are children playing

They are pretty celestial flowers,

They are life, they are enchantment,

They are the light that illuminates the terrestrials

They are the peace, they are the joy,

They are the world that nobody stole,

They are the soul of a King,

Whom all human beings love.


LOOK WITHIN YOUR HEART

A good heart did a good deed

A good heart helped a friend in ne

A good heart wrote a beautiful song

A good heart smiled all day long

Was that good heart, yours?

A good heart reached out to help

A good heart walked the beach with the children

A good heart shared the pain

A good heart was never selfish

Was that good heart, yours?

A good heart worked hard through the years

A good heart was once young and happy

A good heart strived all his life

A good heart protected the less fortunate

Was that good heart, yours?



QUEM NÃO DEIXAR CRESCER AS CRIANÇAS, SERÁ SEMPRE PEQUENO.
WHO DOES NOT LET THE CHILDREN GROW, WILL ALWAYS BE SMALL.

QUIEN NO DEJA CRECER A LOS NIÑOS, SERÁ SIEMPRE PEQUEÑO.

QUI NE PAS LAISSER GRANDIR LES ENFANTS, SERA TOUJOURS PETIT.

ΑΥΤΟΣ ΠΟΥ ΔΕΝ ΑΦΗΝΕΙ ΤΑ ΠΑΙΔΙΑ ΝΑ ΜΕΓΑΛΩΣΟΥΝ, ΘΑ ΕΙΝΑΙ ΓΙΑ ΠΑΝΤΑ ΜΙΚΡΟΣ



SÓ TU!
Só tu morte, só tu. Só tu nos fazes pensar, refectir, chorar, perdoar e amar. Pensar em tudo que poderíamos ser, mas não somos. Reflectir no que somos, mas tentamos esconder. Chorar por aqueles que nos deixaram e jamais voltamos a ver. Perdoar a quem jamais demos o nosso perdão. Amar sem sentir que esse amor alguma vez existiu. Só tu morte, só tu!

EM HONRA A TODAS AS CRIANÇAS DO MUNDO, ME DESPEÇO DE TODOS OS BLOGUES E, DE TODOS OS AMIGOS, QUE FORAM TODOS, SEM EXCEPÇÃO, AO LONGO DESTES ÚLTIMOS 16 MESES.

ATÉ SEMPRE A TODOS. VÃO COMIGO NO MEU CORAÇÃO.

THE END

O FIM

David Santos










publicada por david santos às 373 Comentários Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 13 de janeiro de 2008

Em conversa com ... (7) TODO O MUNDO E NINGUÉM



* Victor Nogueira
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A foto sou eu, o vazio, sem vontade para fazer o que quer que seja, a solidão, o deserto, o passar o dia a dormir para por nada dar, apesar do sorriso e da piada e do humor para disfarçar.
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As obras continuam por fazer, o meu «amigo» advogado, a quem não pedi qualquer favor e disse que estava ali como cliente, deixou passar os prazos apesar de em tempo avisado por mim; a minha casa desde há dois anos transformada em armazém com a seguradora e o empreiteiro irresponsáveis e aldrabões a rirem-se e parte do recheio armazenado noutro local.
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Cada um para seu lado no seu buraco ou altar, uma gripe que se avizinha, um dia triste, nublado, cinzento ou chuvoso mas seria o mesmo se estivesse um sol de inverno radioso. O artigo continua por terminar tal como a contabilidade do condomínio de que sou administrador vitalício, os blogs deixaram de ter sentido, o avio por fazer e as refeições improvisadas.
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A boa educação diz que este que se segue deveria ter sido o 1º parágrafo. Como vais? Há tanto tempo que deixaste de ser a visita diária. Resta apenas e por enquanto a Maria Simplesmente. e ao fim de semana a Faia Maria. Afinal a ausência dos comentadores nada tinha a ver com as festividades ou com o final do período lectivo. Afinal basta correr os blogs de outrem para encontrar os «ausentes». Antes a solidão das salas de conversação, onde há sempre alguém para conversar, a qualquer hora do dia ou da noite, onde também se encontram pessoas interesantes, embora com o correr do tempo fique apenas uma solidão maior e pó a esfarelar-se por entre os dedos e mais um peso na solidão e na memória
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O som do telefone está agora propositadamente desligado e as plantas já devem ter morrido todas. Não recebo nem faço visitas, reais, físicas.
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É tudo, Um minúsculo asteróide no vazio do ciber-espaço.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Em conversa com ... (5) TODO O MUNDO e NINGUÉM

DECLARAÇÃO

Maria do Mar, Maria Papoila, Maria dos Mil Sóis Rendilhados, Maria Vai com as Outras, Joana Princesa com Sabor a Cravo e Canela, Musa D'Ante, Joana da Côr do Trigo em Flor ou Joana Ratinho são personagens talvez verdadeiros mas com nomes inventados. João Bimbelo, João Baptista Cansado da Guerra ou o Conde Niño são personagens e como tal não existem. Se existissem, então eles não estariam de parabéns por qualquer delas. Mas elas, talvez os merecesssem, apesar de inventadas pelo escriba, a quem teriam deixado para trás :-)
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Talvez porque o escriba, embora malabarista do verbo bordejando a chama, pouco valor teria nas histórias que inventava com a liberdade, engenho e arte que a todos os escribas é permitido.
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Victor Nogueira aka Kant_O_XimPi.Manog

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PS – Mais declara o escriba que não costuma ficar a chorar pelo leite derramado e do passado procura reter apenas aquilo em que foi feliz. O resto, o resto são «estórias», como agora se diz.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Em conversa com ... (4) TODO O MUNDO e NINGUÉM


* Victor Nogueira
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Estive a reler os poemas da Neide, «exilada» nos antípodas. «Conheci» a Neide com outro nome (nick), na net (ali só um louco entra com o nome verdadeiro). E hoje por acaso reencontrei o site dela (mudara de servidor) ao procurar algo no meu PC para o Ao Sabor do Olhar.
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Reencontrei a Neide
, com quem conversei muitas vezes teclando, para quem telefonei algumas vezes para o outro lado do mar longínquo (nas salas de chat às vezes somos assim - telefonamos a um/a amigo/virtual que vive no outro lado do mundo, que nunca veremos, e ficamos contentes por nos ouvirmos). A Neide escreve muito bem, a Neide que me mandou fotografias dela e dela orgulhosa com os filhos, não sei se realizará alguma vez os seus dois grandes sonhos - encontrar o Amor e voltar a Portugal.
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Eu sei que não voltarei a Angola e que não tenho Pátria, porque Portugal nunca foi, não é e nunca será a minha terra, e de repente comovo-me - a verdade é choro - mas logo seco as lágrimas, por tudo o que perdi, pelos caminhos que não segui.
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____________
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Gravura -A Internet se parece com um dente-de-leão.
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Da redação
03/09/2007

«Este é o mais novo mapa da Internet, gerado por uma série de novos algoritmos desenvolvidos por cientistas da computação da Universidade de San Diego, Estados Unidos. Ao invés de um emaranhado de pontos e linhas, como a maioria dos mapas anteriores, o resultado agora se parece com uma delicada flor. Nada melhor para expressar o incrível florescimento da Internet.

Mapa da Internet

O objetivo não era gerar uma imagem precisa, mas criar um mapa capaz de reter a características principais da rede em um gráfico que deixasse uma possibilidade mínima de visualização inteligível.

Os pesquisadores também não estavam querendo criar arte. Os mapas sobre as conexões da Internet são essenciais para uma série de pesquisas, incluindo medidas de segurança e otimização do tráfego dos dados. "Nosso trabalho permite aos cientitas da computação experimentar com uma grande quantidade de gráficos aleatórios que expressam as características da Internet," explica a pesquisadora Priya Mahadevan. (...)

in

Inovacao Tecnologica

sábado, 1 de dezembro de 2007

Em conversa com ... (3) TODO O MUNDO


Respondendo ao comentário que a Kalinka deixou no Ao (es)correr da pena e do olhar, desculpem-me a minha falta de cóltura ... E Biba o Porto, que o resto é cumbersa! Bá, «cambada», todos a gritar: Bibó Porto. Carago, o Porto é uma Naçom!
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Bictor Nogueira
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Gravura - Zona Ribeirinha do Porto em 1905 - in A Xafarica

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Em conversa com .... (1)

* Victor Nogueira

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Caro Henrique

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Nada percebo de programação, vou aprendendo com os erros. Depois lhe falarei do modo de colocar os links.

OK, poderei fazer «publicidade» da Travessa do Ferreira, acrescentando o seu pedido de colaboração. Mas, tendo em conta os diferentes pontos de vista que temos por exemplo quanto ao PS e à gestão do Sócrates, não vejo como publicaria textos ou análises políticas como as que escrevo. E a inversa também é verdade Mas seguramente que haverá outras áreas menos controversas

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Não percebi aquela alínea da legendagem. Quer explicitar melhor? Remeto um artigo meu sobre a net, Comunicar e Intervir nos Blogs , onde espero encontre algo que lhe seja útil, como as "maneiras" de dar visibilibilidade e dinheiro, dizem, consoante o nº de visitantes. VN


Viva, Pessoal

Aqui há dias nas minhas deambulações pela net dei de caras com um texto sobre a guerra colonial, escrito por alguém que lá andou. Fui em busca do nome do autor e achei a Travessa do Ferreira, Deambulei pelo blog e nele encontrei pontos comuns e também alguma matéria para discussão, por diferentes visões para análise da realidade contemporânea. Chegámos à fala e pede-me o Antunes Ferreira, ou Henrique, que aos meus amigos dê conhecimento do seu blog, que podem visitar e apreciar e, se quiserem, colaborar ou argumentar/comentar.

Espero que ele tenha mais sorte que eu quanto a visitas e comentários, neste caso ao blog dele, embora vos não fique mal passarem também pelo meu, que como sabem é o Kant_O_XimPi [hoje já deu origem a mais 6 blogs - 2007.11.27]

E pronto. A minha visita está feita e o duplo convite também.

Um abraço do

Victor Manuel

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NOTA - Encontram dispersos pelos meus blogs textos do Antunes Ferreira:

em Ao Sabor do Olhar

Grades e Copos

SOMBRA DA GUERRA COLONIAL - Carne Fresca

ainda sobre o Rimance da Biblioteca Municipal

SOMBRA DA GUERRA COLONIAL - Sanfona dum raio

Da Travessa do Ferreira ...

Convívio das Quadras (9)


no Kant_O_XimPi:
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O Rio e a Sorte

O Cunhama ai ué

Boca Calada