Na época natalícia, ano após ano, a RTP transmitia as
mensagens de natal dos soldados no teatro da guerra colonial, alinhados, para
debitarem o seu discurso.
Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeo. Mostrar todas as mensagens
sábado, 25 de abril de 2020
quarta-feira, 22 de abril de 2020
PERDIDA A "GUERRILHA" CONTRA UMAS MODESTAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL
PERDIDA A "GUERRILHA" CONTRA UMAS MODESTAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, O FOGO DE BARRAGEM VOLTA-SE CONTRA O 1º DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES.SÍNTESE DE MUITAS E SANGRENTAS LUTAS NA CONQUISTA DE TRABALHO COM DIREITOS, DIA DE LUTA, DIA DE FESTA, DIA DE COMEMORAÇÃO.
ENTRE VÁRIOS DISLATES, INCLUINDO CONSIDERAR AS MANIFESTAÇÕES SINDICAIS COMO EXPRESSÃO DE TRIBALISMOS. AFIRMA A PLUMITIVA QUE O "PÚBLICO!" FOI BUSCAR AO "OBSERVADOR": «É negligente e irresponsável permitir ajuntamentos nas ruas de vários locais do país para celebrações sindicais.» (...) « As celebrações do 1.º de maio nas ruas – de que a UGT sensatamente prescinde mas a CGTP não» (https://www.publico.pt/2020/04/22/opiniao/opiniao/25-abril-sim-1-maio-nao-1913230).
TUDO ISTO CHEIRA A RANÇO, A "UNIÃO NACIONAL" DO FASCISMO, CONSIDERANDO TAMBÉM QUE O ESTADO DE EMERGÊNCIA LIMITOU, CRIMINALIZOU E PROIBIU DE FACTO O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DE RESISTÊNCIA, DE MANIFESTAÇÃO, DE REUNIÃO, DE GREVE E DE PARTICIPAÇÃO SINDICAL NA ELABORAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO,
ENQUANTO HÁ UMA DIMINUIÇÃO GENERALIZADA DOS RENDIMENTOS DE QUEM TRABALHA E AUMENTA EXPONENCIALMENTE O DESEMPREGO, OS GRANDES GRUPOS ECONÓMICO-FINANCEIROS PERSISTEM NA FUGA AOS IMPOSTOS E NA DISTRIBUIÇÃO DE MILHÕES DE EUROS EM DIVIDENDOS AOS GRANDES ACCIONISTAS.. .
HOJE À BOLEIA DO COVID 19, AMANHÃ DOUTRA COISA QUALQUER A QUE DEITEM A MÃO, AS SERPENTES VÃO SAINDO DO OVO, INFECTANDO TODA A SOCIEDADE RUMO A UM QUALQUER IV REICH.
SE EU TIVESSE DE ESCOLHER ENTRE O 25 DE ABRIL, DIA DA (APARENTE) LIBERDADE, E O 1º DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES, INDUBITAVELMENTE ESCOLHERIA A "INTERNACIONAL" E O 1º DE MAIO.
HINO DA INTERSINDICAL
A INTERNACIONAL
SONETO DO TRABALHO, por Ary dos Santos
Das prensas dos martelos das bigornas
das foices dos arados das charruas
das alfaias dos cascos das dornas
é que nasce a canção que anda nas ruas.
Um povo não é livre em águas mornas
não se abre a liberdade com gazuas
à força do teu braço é que transformas
as fábricas e as terras que são tuas
Abre os olhos e vê. Sê vigilante
a reacção não passará diante
do teu punho fechado contra o medo.
Levanta-te meu povo. Não é tarde.
Agora é que o mar canta é que o sol arde
pois quando o povo acorda é sempre cedo.
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
PARA LÁ DAS APARÊNCIAS E DA ESPUMA DOS DIAS E DAS NOITES
* Victor Nogueira
Meio-Mundinho debate a coragem da governante, isto é, que faz parte do Governo. Corajosa como a brechtiana Mãe-Coragem ou de Gorki, a Mãe ? De que coragem se fala ?
É a Igualdade do Género, Todos Diferentes, Todos Iguais, no Respeito pela Diversidade
E onde a Governante se expôs fracturante e corajosamente ? Ah foi ali expressamente por ela exposta e defendida no órgão comunicacional dito de "referência" onde não são notícia os trabalhadores e as suas lutas fracturantes, contra o sistema socio-económico que oprime e que esmaga a maioria,
Mas ... porque assume a Governante esta causa "fracturante" apenas agora e pondo meio-mundinho a falar da agenda que ela fixou a meia dúzia de semanas de eleições autárquicas ? Porque o não fez antes ou quando entrou para o Governo ?
Porque o faz neste preciso momento ? Então não seria também útil e corajoso que denunciasse os Tratados com a União Europeia, sacrossantos para o PS em que milita ? Ah pois. Ele há a disciplina partidária e a solidariedade governativa.
E para denunciar a União Europeia e a opressão, para isso não há tribuna nem palanque na comunicação social dita de "reverência" ?
São importantes a Igualdade do Genero e o Respeito pela Diversidade ? Naturalmente que sim. Sem esquecer o que dizia Sérgio Godinho em "Liberdade".
Como escreveu Brecht: "Tantas histórias / Quantas perguntas "
Etiquetas:
A Capital,
Audição Musical,
Sérgio Godinho,
Victor Nogueira Prosa,
Vídeo
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Para que o Mundo se transforme
* Victor Nogueira
Foi Costa em demanda do Caminho Aéreo para a União Indiana e no Restelo deixou Santos Silva, o sempre-em-pé. É Costa homem inteligente alheio a funerais e por isso estendeu o tapete à esquerda, para evitar o do PS Assiscaciano, Seguro e Sócretino, .Navega pois Costa inteligentemente, dirão uns, ardilosamente, clamarão outros, deixando em Belém Santos Silva e Marcello.
Com os votos e afluência a outras urnas conta ele. Só ou com o excelso Bloco. Mas apesar das trombetas e dos arautos de S. Bento ao Restelo, do Campo Grande a Belém, o Povo não esteve no aterro nem em Campo de Ourique. Esse, sem mistificações, apesar das telenovelas e das narrativas, espontâneamente, esteve com o Álvaro sem esquecer o Vasco. Lembram-se ? Mas para quando a consciência individual ganhará a força da consciência social, ainda adormecida ou alienada com falsos deuses, e pseudo-salvadores da Pátria ? Quando se cumprirão a república, a democracia, e se realizará a profecia de Lincoln ? Para que, segundo Marx, "O Mundo se tansforme ?"
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
domingo, 8 de janeiro de 2017
Mário Soares (1924 / 2017)
mário soares por júlio pomar
* Victor Nogueira
Desde 1969 até hoje as minhas barricadas e as de Mário Soares foram muitas vezes opostas ou antagónicas. Na chamada Primavera Marcelista eu apoiei as CDE, que aglutinava a maioria da oposição ao fascismo, e ele cindiu a Oposição com as CEUD.
Em 11 de Novembro de 1975 eu continuava a apoiar o MPLA, tal como desde 1962, mas ele estava noutra barricada.
Em 1976 e pelo I Governo Constitucional do PS/Mário Soares/Cardia, tal como muitos professores, sofri o meu 1º saneamento, por razões estritamente políticas, seguido dois anos depois pelo despedimento /desemprego / subemprego.
Em 1986 o PS venceu as eleições autárquicas em Setúbal e com muitos trabalhadores sofri novo saneamento por razões estritamente políticas, ao mesmo tempo que sem engolir sapos votei Soares para derrotar Freitas do Amaral. Não fui despedido porque o meu vínculo de trabalho não era precário, mas vontade não faltou ao PS.
Ao longo de 47 anos só conjunturalmente as minhas lutas coincidiram com as do PS e de Soares. O "socialismo em Liberdade" que ele defendia é este, aquele em que estamos, resultante do 25 de Novembro de 1975, das "privatizações" de sectores estratégicos da economia nacional, incluindo a banca (os BANIF, os BPP, os BPN, os BES,os BCP, os BPI ...), das "troikas" e do FMI, do desemprego e do trabalho sem direitos e precário.
Fora das reportagens, dos noticiários e dos debates na TV só vi Soares uma vez. Uma noite descia com a minha companheira o Campo Grande em Lisboa quando o vislumbrámos à porta de casa de camisa desfraldada, descontraído, camisola atirada para as costas segura pelo indicador direito, enquanto o motorista retirava da bagageira caixotes de garrafas de vinho. Parámos brevemente à esquina apreciando a cena enquanto o polícia de guarda à residência nos olhava manifestamente sem saber o que fazer se estivéssemos ali para atentar contra Soares. Seguramente não saberia o que fazer. Rimo-nos com a atrapalhação do polícia e calmamente continuámos a descida do Campo Grande até ao local onde deixáramos estacionado o automóvel.
Para um leitor atento e para quem tenha uma vida de luta social e política iniciada anteriormente a 1969, o retrato de Soares, de corpo inteiro, feito por ele próprio, está na alentada entrevista em 3 volumes que deu a Mª João Avillez, em que reescreve a história do modo que lhe convém, com ele como centro do mundo.
Para um leitor atento e para quem tenha uma vida de luta social e política iniciada anteriormente a 1969, o retrato de Soares, de corpo inteiro, feito por ele próprio, está na alentada entrevista em 3 volumes que deu a Mª João Avillez, em que reescreve a história do modo que lhe convém, com ele como centro do mundo.
Sérgio Godinho e a "Liberdade"
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
habitação
saúde, educação
Viemos com o peso do passado e da semente
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
habitação
saúde, educação
domingo, 27 de novembro de 2016
Uma figura marcante
* Victor Nogueira
O inefável Cisco Assis perora salomónicamente sobre Fidel Castro, começando com elogios e terminando com ataques ao liberticida marxismo-leninismo de Che e da URSS. Pois, para ele,concluo, liberticidas não são os EUA, profundamente respeitadores dos direitos humanos, quer dentro quer fora de portas, uma sociedade paradisíaca, que em nome da Liberdade Infinita bombardeiam países que se lhes opõem, de que são exemplo as bombas nucleares sobre um Japão derrotado, em Hiroshima e Nagasaki, recado destinado a uma URSS vencedora e para continuar a campanha contra o bolchevismo empreendida por Hitler. Liberticidas não são os EUA, que impuseram um bloqueio económico a Cuba, tudo em nome da liberdade, da democracia e dos direitos humanos.
Os mesmíssimos EUA que com a actual UE apoiavam a "democracia orgânica" de Salazar, esse estrénuo defensor da Liberdade e baluarte da luta contra o "comunismo ateu", Talvez Cisco Assis devesse ter à cabeceira o "Canto e as Armas" ou a "Praça da Canção" do seu agora "camarada" Manuel Alegre, que escreveu um poema intitulado "Exílio" no qual afirma que vem dizer que não tem medo, pois a verdade é mais forte que as algemas.
"Venho dizer-vos que não tenho medo
A verdade é mais forte do que as algemas,
Venho dizer-vos que não há degredo
Quando se traz a alma cheia de poemas.
Pode ser uma ilha ou uma prisão
Em qualquer lado eu estou presente,
Tomo o navio da canção
E vou direito ao coração de toda a gente."
Podem escolher a versão musicada interpretada por Adriano ...
Letra e Música: Manuel Alegre, Luís Cília e Adriano Correia de Oliveira
Álbum: Adriano Correia de Oliveira (1967)
ou por Luís Cilia
Canção muito divulgada mas infelizmente não na versão do seu autor aqui apresentada, inserida no seu primeiro disco "Portugal Angola - Chants de Lutte" de 1964 e reeditada no LP "Meu País" de 1970. Esta canção conheceu a sua maior divulgação quando em Portugal Adriano Correia de Oliveira a divulgou já que eram proibidos os discos de Luis Cília. Belo e simples poema de Manuel Alegre.
OPINIÃO
Uma figura marcante
27 de Novembro de 2016,
Um pequeno documentário intitulado “PM”, da autoria de Sabá Cabrera Infante e de Orlando Jiménez Leal e produzido em 1961 em pleno processo revolucionário cubano, originou uma violenta polémica política que terminou com um celebre discurso proferido por Fidel Castro na Biblioteca Nacional. O discurso intitulava-se “Palavras aos intelectuais” e continha uma mensagem clara bem resumida naquela que se tornaria a sua frase com maior repercussão: “dentro da revolução tudo, contra a revolução nada”. Pouco tempo antes, no âmbito desse mesmo encontro, uma das maiores figuras da literatura cubana, Virgilio Piñera, havia pedido a palavra para pronunciar apenas as seguintes palavras: “quero dizer-vos que tenho medo”. Tinha razões para isso. Muitas coisas já se tinham passado desde a noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro de 1959. Nessa noite o ditador Fulgêncio Batista abandonara Cuba abrindo as portas para a vinda de um grupo de jovens libertadores. (...)
continua em https://www.publico.pt/2016/11/27/mundo/noticia/uma-figura-marcante-1752785
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
PENÚLTIMAS - passos mudou de ideias depois de ler o livro de Saraiva.
Passos
recua e já não vai apresentar livro de Saraiva. Passos mudou de ideias depois
de ler o livro de Saraiva. "Não gostaria de ficar associado" a
discussão que mistura política e vida privada, disse o líder do PSD
Para TÓTÓS, pior a emenda que o soneto.
Mikhail Gorbachev, que foi o leader duma grande potência mundial, feito o frete
de extinguir a URSS, acabou por publicitar a PIZZA HUT.
Para além de Tecnoformas e de parcerias em segredos de alcova, que mais Pero Coelho
nos terá para vender, sem contar com os vinhos comercializados a granel pelo Pingo
Doce, com ajuda e mãozinha da menina dos sapatos
vermelhos e do grande investigador social ?
Etiquetas:
Mikhail Gorbachev,
Passos Coelho,
Publicidade,
Victor Nogueira Comentários,
Vídeo
terça-feira, 12 de julho de 2016
a santíssima trindade dos 3 éfes
CARTOON - JOÃO ABEL MANTA E DUAS CANÇONETAS ou d'o regresso da santíssima trindade
Ó Tempo Volta Para Trás - Tony de Matos
Ó Tempo Volta Para Trás - Tony de Matos
Uma casa portuguesa - Amália Rodrigues
Etiquetas:
Amália Rodrigues,
Audição Musical,
Cartoon,
João Abel Manta,
Tony de Matos,
Vídeo
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Foi na Cidade de Setúbal, por José Afonso
* Victor Nogueira
Zeca Afonso Diário Popular, 19 de Maio de 1975
Uma canção composta por José Afonso baseada em poesia popular sobre um acontecimento em Setúbal a 7 de Março de 1975. quando a direita - PPD/PSD - tentou logo após o 25 Abril realizar um comício nesta cidade. Dos confrontos com a Polícia resultou um morto.
Esta música, «Foi na cidade do Sado», faz parte do album «República» e foi gravado em Roma em 1975. O disco nunca seria editado em Portugal e Zeca Afonso não voltaria a utilizá-la ao longo da sua carreira, a não ser como lado B do single «Viva o Poder Popular», uma edição da Luar de 1975.
«Foi na cidade do Sado» descreve os incidentes ocorridos em Setúbal a 7 de Março de 1975, durante um comício do PPD, e dos quais resultaram um morto. «E o PPD era a CIA», diz a certa altura.
A receita do disco foi destinada a apoiar os trabalhadores do jornal português «República» ou, no caso deste fechar, uma cooperativa agrícola, daí o nome «Per le Cooperative Portoghesi».
Francisco Fanhais e músicos italianos colaboram na gravação.
Letra completa:
Foi na cidade do Sado
No pavilhão do Naval
Havia uma bronca armada
Pelas bestas do capital
Aos sete do mês de Março
Quinta-feira já se ouvia
Dizer a boca calada
Que o PPD era a CIA
Uma tarjeta laranja
Convite ao povo fazia:
Venham todos ao comício
Da Social Democracia
Eram talvez quatrocentos
Gritando a plenos pulmões:
Abaixo o capitalismo
Não queremos mais tubarões
Lá dentro sessenta manos
Do PPD exibiam
Matracas e armas de fogo
E o mais que os outros não viam
A um sinal combinado
Já quente a polícia vem
Arreia, polícia, arreia
Que o Totta-Acores paga bem
Amigo arrebenta a porta
Que te vão para matar
As bestas já fazem fogo
Lá fora tens de lutar
Os gases lacrimogénios
E os tiros que então partia
Mais os cordões da polícia
Os Pê Pê Dês protegiam
Cai morto João Manuel
De nascimento algarvio
Dezoito já eram feridos
Ficou o Naval vazio
Justiça pela noite fora
Pediu o povo na rua
Morte à polícia assassina
Amigo a vitória é tua
Aos onze do mesmo mês
Às onze horas do dia
Enquanto o João passava
Enquanto o João jazia
Do outro lado do rio
Morre o soldado Luís
Soldado filho do Povo
Vamos fazer um País
- See more at: http://5dias.net/2011/04/14/sons-de-abril-zeca-afonso-foi-na-cidade-do-sado-e-o-ppd-era-a-cia/#sthash.GMr4uYHa.dpuf
“Foi na cidade do Sado” foi também editado cá, como lado B do “Poder Popular” (uma edição, se a memória não me falha, da L.U.A.R…
terça-feira, 10 de maio de 2016
Colégios privados financiados pelo estado e escolas públicas sem alunos
* Victor Nogueira
De facto o PS/Costa também está a defender "interesses": os da ESCOLA PÚBLICA universal e laica constitucionalmente definida. Deixando a quem não a quer frequentar a "liberdade" de opção. Quanto às "privadas", sendo confessionais, é justo e defensável que sejam subsidiadas pelos óbulos e dízima dos "fiéis", sendo empresas capitalistas, com os "lucros" da sua actividade. "A Deus o que é de Deus, a César o que é de César, ao Mercado o que é do Mercado dos "vendilhões"
Comentários in http://cronicasdorochedo.blogspot.pt/2016/05/pulha-ao-espelho
1. - Pois... "liberais" e "teocratas" do partido e da religião únicas ficaram de candeias às avessas. Cabe ao Governo defender a ESCOLA PÚBLICA democrática, universal e laica constitucionalmente definida. Deixando a quem não a quer outro caminho a "liberdade" de opção. Com "liberalidade", às "privadas", sendo confessionais, é justo e defensável que sejam subsidiadas pelos donativos, óbulos e dízima dos "fiéis" e "simpatizantes"; sendo empresas capitalistas, com os "lucros" da sua actividade no "mercado livre", não subsidiado. "A Deus o que é de Deus, a César o que é de César, ao Mercado o que é do Mercado dos "vendilhões".
2. - É natural que as Igrejas, sejam as Católicas, as Cristãs Evangélicas ou Reformadas, as Maometanas ou as Judaicas, entre muitas outras, tenham escolas confessionais onde os "valores" defendidos e propagados sejam os que "defendem" e "catequizam".. É natural que haja quem queira fundar escolas com fins lucrativos,
Mas cabe perguntar: quer umas quer outras devem ser subsidiadas pelo Estado e pelos impostos da generalidade dos cidadãos ? E a "frequência" de escolas públicas de "Excelência" maior ou menor não terá muitas vezes subjacente uma "opção" (ideológica) de classe - nada de misturas com a ralé e o pé descalço ? Isto no que se refere aos ensinos básico e secundário. Porque se formos às "privadas" Universitárias, é verdade que muitas vezes muitas vezes serão apenas máquinas de fornecimento de cursos a granel a troco de elevadas mensalidades ?
E põe-se em relação a elas a questão da "Excelência", para lá dos fumos de corrupção noticiados ela imprensa. Na verdade foram subsidiadas com sacrifício dos pais de não poucos alunos, convencidos que o "canudo".assim obtido abriria as portas de bons empregos e seria a passadeira para uma ascensão social. Mas eram na sua maioria cursos de lápis e papel, que não exigiam investimentos avultados em laboratórios e oficinas como os de engenharia ou medicina. "Negócio" é "negócio" e "lucro" garantido e rápido não se compadecem com elevados investimentos a prazo, como aliás sucede com a Saúde nas "privadas"
2. - É natural que as Igrejas, sejam as Católicas, as Cristãs Evangélicas ou Reformadas, as Maometanas ou as Judaicas, entre muitas outras, tenham escolas confessionais onde os "valores" defendidos e propagados sejam os que "defendem" e "catequizam".. É natural que haja quem queira fundar escolas com fins lucrativos,
Mas cabe perguntar: quer umas quer outras devem ser subsidiadas pelo Estado e pelos impostos da generalidade dos cidadãos ? E a "frequência" de escolas públicas de "Excelência" maior ou menor não terá muitas vezes subjacente uma "opção" (ideológica) de classe - nada de misturas com a ralé e o pé descalço ? Isto no que se refere aos ensinos básico e secundário. Porque se formos às "privadas" Universitárias, é verdade que muitas vezes muitas vezes serão apenas máquinas de fornecimento de cursos a granel a troco de elevadas mensalidades ?
E põe-se em relação a elas a questão da "Excelência", para lá dos fumos de corrupção noticiados ela imprensa. Na verdade foram subsidiadas com sacrifício dos pais de não poucos alunos, convencidos que o "canudo".assim obtido abriria as portas de bons empregos e seria a passadeira para uma ascensão social. Mas eram na sua maioria cursos de lápis e papel, que não exigiam investimentos avultados em laboratórios e oficinas como os de engenharia ou medicina. "Negócio" é "negócio" e "lucro" garantido e rápido não se compadecem com elevados investimentos a prazo, como aliás sucede com a Saúde nas "privadas"
http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2016/05/10/e-tao-facil-ser-liberal-quando-o-estado-paga-tenca/#comment-20855
Publicado a 04/11/2013
Colégios privados financiados pelo estado e escolas públicas sem alunos «Verdade Inconveniente» é uma grande reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas.
Etiquetas:
Ana Leal,
Ensino,
Privatização do Ensino,
Reportagem,
TVI,
Victor Nogueira Opinião,
Vídeo
segunda-feira, 9 de maio de 2016
1945 - A Guerra terminou - War is over - La Guerre est finie
8 DE MAIO DE 1945 - A II GUERRA MUNDIAL TERMINOU NA EUROPA, COM A RENDIÇÃO INCONDICIONAL DA ALEMANHA APÓS A QUEDA DE BERLIM, PROSSEGUINDO NA ÁSIA CONTRA O JAPÃO, QUE SE RENDERIA INCONDICIONALMENTE APENAS A 15 DE AGOSTO. OS ALIADOS DECIDIRAM QUE A VITÓRIA SERIA INTERNACIONALMENTE COMEMORADA ENTRE 8 e 9 DE MAIO - O DIA DA VITÓRIA .
VEJA O VÍDEO EM
André Henrique - O Dia da Vitória é o mais importante feriado da Rússia, desde 1946 no dia 9 de maio é celebrada a rendição da Alemanha Nazista e o fim da Segunda Guerra na Europa. A 1ª Parada da Vitória em especial foi celebrada 24 de Junho de 1945, alguns dias depois da rendição da Alemanha, nesse vídeo é possível ver Stalin e alguns militares importantes como Marechal Zhukov, além de um maciço desfile militar e muito material bélico.
Etiquetas:
Efemérides,
II Guerra Mundial,
Vídeo
Subscrever:
Mensagens (Atom)












