terça-feira, 10 de junho de 2008

10 de Junho - O Dia da RAÇA e o que mais se lerá



Helena Vieira da Silva

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Évora - manifestação dos trabalhadores agrícolas (Largo junto à Porta de Avis ?)

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Évora - manifestação dos trabalhadores agrícolas

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Fotos de Victor Nogueira




[expo_abelmanta_grande.jpg]

João Abel Manta

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Lisboa - Mural (apagado) na Rua António Maria Cardoso (sede da PIDE/DGS)
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Foto de Victor Nogueira
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Abril em Maio após Novembro (1)

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O Sonho ...
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As eleições na Primavera Marcelista - 1969 - a «evolução na continuidade»

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Victor Nogueira

Esta última carta foi colectiamente subscrita por mim e mais dois ou três colegas meus e remetida tal como a anterior aos jornais da oposição
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clicar nas imagens para ler


Na «Primavera» Marcelista de Marcello, este, num gesto «largo e generoso», mal-citando eu Pessoa (1), permitiu o regresso de dois exildos políticos, Mário Soares e D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto. Para alguém mínimamente (in)formado tratava-se duma operação de cosmética, pois os exilados no Tarrafal, em S.Nicolau, em Caxias ou em Peniche continuaram no exílio com «seguras» medidas de protecção.

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Continua em As eleições na Primavera Marcelista - 1969 - a «evolução na continuidade» - Victor Nogueira

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O Dia da RAÇA e o que mais se lerá
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* Victor Nogueira
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Dentro de momentos a Praça do Giraldo será cenário duma manifestação [do 10 de Junho] que pretendem grandiosa e durante a qual se enaltecerá essa gloriosa e alegremente sacrificada juventude portuguesa que em terras de África defende a herança dos seus avoengos, numa guerra santa sobre cujos fundamentos se não admitem dúvidas. Entretanto a Universidade de Coimbra está em greve desde há largas semanas, greve de que os jornais não falam, a não ser publicando os diversos e por vezes incoerentes e inverosímeis comunicados das autoridades académicas. A música continua a ser monoral. (...) Está uma manhã cheia de sol, contrastando com o pluvioso e cinzento dia de ontem. Pela janela aberta chegam‑me aos ouvidos o chilrear dos pássaros e os discursos transmitidos pelos autofalantes, na cerimónia que se realiza a dois passos daqui, entrecortados por salvas de palmas. (NSF - 1969.06.10)
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Isto por cá não anda muito bom. As greves sucedem‑se diariamente - só por portas travessas se sabe - e as deserções do exército, nomeadamente dos oficiais milicianos, continuam a verificar‑se. Entretanto o problema do Ultramar continua a ser explorado emocionalmente, com completo desrespeito pelos interesses do povo português. A emigração aumenta. A nau mete água por muitos rombos. (NSF - 1970.07.18)
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No Giraldo Square erguem-se bancadas e toldos, que vedavam ao trânsito automóvel a rua da Selaria (ou 5 de Outubro). O Giraldo é uma "bancadaria" para [comemorações d]o 10 de Junho, que este ano deve ser comemorado em grande, para compensar os desastres que se vão averbando na Guiné e no Norte de Moçambique. (...) Domingo próximo, em Portugal de lés‑a‑lés, viver‑se‑ão jornadas de fervor patriótico! (MCG - 1973.06.07)
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Ontem à noite (1973.10.24), no regresso de Arraiolos, muitos Mercedes a caminho de Évora, onde às 21:30 alentejanos cinzentos de ar sisudo aguardavam ordeiramente o início da sessão de propaganda da ANP [Acção Nacional Popular]. Debaixo dos arcos [arcadas], uma fila de homens, com ar humilde e jeito de rebanho descido da camioneta, dirigia‑se para o cinema onde se realizaria a tal sessão. A Oposição não comparecerá as eleições no domingo. O Marcelo [Caetano] bater‑se‑à contra nada. (MCG - 1973.10.25).
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Levanto os olhos e vejo muitos magalas, na sua farda verde oliva. Andam também pelas ruas, aos grupos, espalhafatosos, como quem já tem o seu grão na asa. "Cheira‑me" que haverá dentro em breve mais um contingente para a guerra em África. Alguns escrevem, curvados sobre o papel, a caneta firme na mão, como quem não está habituado a frequentes escrituras. Parecem rapazes muito novinhos; uns conversam, irrequietamente, outros têm um ar absorto, ausente.
(MCG - 1973.11.26)
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Hoje foi o Dia da Polícia e está explicado porquê toda a semana têm desfilado pelas ruas da cidade: preparação do grande acontecimento, em que estrearam os capacetes cinzentos com viseira protectora, espingarda de baioneta calada ao ombro, deixando, na esquadra, o escudo protector das pedradas dos manifestantes. 50 000 mil contos teria sido a quantia gasta nos últimos tempos pelo Governo para equipar a polícia. Ah! Ah! Os tempos vão desassossegados! (1974.03.12)
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Dizia a BBC ontem que prosseguia o chamado "julgamento" das 3 Marias (Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa) autoras dum livro chamado "Novas Cartas Portuguesas" sobre problemas da mulher portuguesa, que a acusação pública considera pornográfico e ofensivo da moral e dos bons costumes. Mas uma das testemunhas de defesa, Maria Emília... , afirmou que ofensivo da moral e dos bons costumes era o facto duma mulher não poder andar na rua e transportes públicos em Lisboa (e em Évora ?) sem ouvir piropos indecorosos e ser apalpada. Referiu também as vantagens que os homens da classe alta tiram impunemente da sua posição sobre as jovens das classes inferiores. (MCG - 1974.03.21)
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ler o resto em O Dia da RAÇA e o que mais se lerá
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Um 1º de Maio no tempo do fascismo

O 1º de Maio é um dia dos trabalhadores comemorado em muito países desde 1889, por vezes em festa mas quase sempre em luta por melhores condições de vida e de trabalho. O mesmo sucedeu em Portugal na longa noite fascista, apesar de repressão e da negação de direitos elementares, como os de associação, manifestação e reunião.

Ao folhear jornais desse tempo encontramos o 1º de Maio de 1962 segundo o Diário de Notícias de 3 de Maio, de que transcrevemos partes essenciais, mantendo os subtítulos originais: (...)

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continua em Um 1º de Maio no tempo do fascismo - Victor Nogueira

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Arraiolos - Inquéritos às Condições de Vida e de Trabalho (1973)

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Arraiolos

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Os inquéritos vão correndo. Não acredito no trabalho que estou fazendo - uma maneira do Ministério das Corporações e Previdência Social despender umas massas dos contribuintes sem que para eles advenham benefícios. Com uma semana de inquéritos sou capaz de fazer um relatório sobre a situação dos trabalhadores do concelho de Arraiolos, que não diferiria muito dos resultados que se virão a apurar com o tratamento estatístico das informações obtidas. Qualitativamente melhor. A maioria das respostas parecem tiradas a papel químico.
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continua em
O Alentejo Rural - antes e depois de Abril - Victor Nogueira
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Evolução de Évora – a situação em 1975


A Rádio Renascença transmite "Os Vampiros", do Zeca Afonso! Rei morto, Rei posto! A Junta de Salvação Nacional, como a si própria se intitula, abre a tarracha e já hoje tornou público o seu programa, cujo ponto limite é a realização de eleições gerais para a Assembleia Constituinte e Presidente da República no prazo de 12 meses.

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No café Estrela, velhos falam dizendo que os jovens de agora são melhores que no seu tempo: "A gente também não concordava com o Salazar mas nunca tivemos coragem de fazermos o que eles fizeram.". Nas imagens que a RTP transmite a nota dominante entre os manifestantes e os mirones era a juventude. Outro velho diz que nunca foi marcelista. (MCG - 1974.04.26)

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continua em OS DIAS DA REVOLUÇÃO (notas soltas) - Victor Nogueira

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Bónus
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Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades em Setúbal
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O que sucedeu a 28 de Maio 28 de mayo 28 mai May 28 28 maggio


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Quanto à correspondência violada [pela PIDE], por razões que desconheço, só seguiam recortes de jornais relatando o que se tem passado na Assembleia Nacional.(...) Daqui para o futuro acompanharão os recortes uma lista detalhada dos mesmos e irão lacrados. Farto de malandros ando eu. (NSF - 1971.06.30)
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quinta-feira, 5 de junho de 2008

A «cartilha» continua a ser a mesma, a de Santa Comba Dão?


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* Victor Nogueira

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A «cartilha» continua a ser a mesma. Ou será «cassete» ou estafado «disco de vinil» roufenho»? É duvidoso que o General Humberto Delgado tivesse desistido da luta. Voluntarioso, exilado, individualista e «senhor» de si, perdeu a capacidade de galvanizar as populações. E enveredou pelo putchismo. Se fosse preso iniciar-se-ia um amplo movimento internacional que impediria o seu assassinato pela PIDE a mando de Salazar? Um movimento idêntico que permitiu que Álvaro Cunhal não fosse assassinado mas condenado a oito anos de absoluta incomunicabilidade? Mais perigoso que o «General sem Medo» mas sem Tropas era Álvaro Cunhal, dirigente do único partido que Salazar/Caetano/PVDE/PIDE/DGS/Spínola/Sá Carneiro/Mário Soares/Cavaco/Sócrates não conseguiram [ainda] liquidar.
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Porque sem o pé descalço, os servos da gleba, os escravos, os «livres» assalariados, sem estes os senhores, senhoritos, mandaretes, capatazes, nada são.
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A não ser que, hienas, abutres ou predadores, consigam substituir a humanidade que há muito perderam por andróides, robots ou clonagens subservientes e sem massa cinzenta, acéfalos.
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É um insulto à superior inteligência política de Salazar que os seus «discípulos» afirmem que foi graças à complacência do «pobre filho de pobres» rejeitado pela nobre patroa do feitor que Cunhal fugiu do Forte de Peniche, após oito anos de total incomunicabilidade no Estabelecimento Prisional de Lisboa.
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A cegueira, o ódio ou a falta de inteligência ofendem a memória daquele a cujos calcanhares nunca chegarão. E alguns daqueles que louvam a virtude do «pobre filho de pobres» que pobre teria morrido, esquecem aquele ditado do «seu» tão amado Povo que diz que «tão ladrão é o que rouba como aquele que deixa roubar».
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Não é também a sabedoria popular que diz que «A Vox do Povo é a Voz de Deus» e que o «pobre filho de pobres», segundo Cerejeira e Lúcia, era o «ungido» de Deus?!
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Ai Fatma Fatma, terra de mouros e de infiéis transformada em Santuário cujos vendilhões seriam corridos à chibatada se Cristo à terra retornasse? Quem domina Fatma, os zelotas ou os fariseus, Roma ou Israel, Constantino ou Cristo, os escravos ou os patrícios?
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Mas a PIDE e a GNR têm um longo historial de assassinatos, em Portugal e nas antigas colónias, onde a esmagadora maioria da população, ao fim de cinco séculos de «cristianização» civilizadora e treze de guerra colonial, nem português sabia falar. Na «cartilha» do Livro Único de OPAN (Organização Política e Administrativa da Nação) superiormente aprovado, como podia haver uma Nação pluricontinental do Minho a Timor, quando os requisitos mínimos então «definidos» para a existência duma »Nação» não existiam?
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Se a intenção de Salazar fosse caridosamente «perdoar» e «reintegrar» Delgado, teria a brigada sido formada por Casimiro, o único condenado após o 25 de Abril? E porque não houve qualquer julgamento no tempo de Salazar e Caetano, para «provar» que fora assassinado devido a uma cilada do PC e do Grupo de Argel? Mas não, o PC, apesar do anticomunismo e do aventureirismo do General sem Medo, avisou-o para ter cautela com a gente de quem em desespero de causa se rodeara, pois iria cair nas mãos da PIDE
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Risível para quem tenha um mínimo de massa cinzenta afirmar que os resultados da autópsia efectuada sob a mão de Ferro de Franco, «Caudillo de España pela Graça de Deus», que outorgou o poder a Juan Carlos, de cognome «Porque não te Calas?», foram falsificados por médicos legistas adversários de «Franco».
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Como dizia Lincoln «Pode enganar-se todo o Povo durante algum tempo, pode enganar-se algum povo durante todo o Tempo, mas não pode enganar-se todo o Povo durante todo o Tempo». [a não ser que isto acabe num holocausto, qualquer que ele seja]
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Quanto pé descalço ou reputado cientista/intelectual foi expulso e impedido de ganhar a vida, obrigado a emigrar? Face a Salazar, o que distingue Caim de Abel? Qual a diferença entre Santa Comba e as terras que estão ou estavam para além do Marão ou em Belmonte ou Trancoso ou no Couço e Baleizão ou em Aljustrel e no Barreiro ou Seixal e na Mitrena? Qual a diferença entre Marat/Robespierre ou Charlotte Corday /OLYMPE DE GOUGES, a da Declaração dos Direitos da mulher e da Cidadã ?
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Face a Salazar, existe alguma diferença ou alguma coisa de comum entre Caim e Abel?
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Depois de 25 de Abril de 1974, os primeiros mortos foram feitos pela PIDE/DGS encurralada na sua sede central pelo povo [que se borrifou para as intenções e conluio de Spínola/Marcello], cercou a «benemérita» António Maria Cardoso, obrigando à sua extinção e à libertação de todos os presos políticos, designadamente nos Fortes de Peniche e de Caxias.
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E depois disso, foi o que se sabe de violência física, incluindo ataques bombistas e mesmo assassinatos, todos a Norte de Rio Maior, perpetrados pelo ELP, pelo MDLP e pelo Movimento Maria da Fonte? Isso para não falar das miméticas auto-denominadas FP 25 de Abril, do grande Othelo. Mas só estas foram levadas à barra do Tribunal e amnistiadas. Porque as outras 3 gémeas [a Santíssima Trindade de Spínola, Paradela de Abreu e outros], nunca precisaram de amnistias porque nunca foram chamadas à barra do Tribunal.
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Comparar o «sem medo» de Charrua a Humberto Delgado só espanta quem tiver olhos fechados, Porque afinal a bufaria, a falsidade dos »Amigos do Povo», o ser xico-esperto e a subserviência ainda persistem ao fim de cinco séculos da «santa» inquisição dos Dominicanos e Franciscanos (mas não dos Jesuítas), do index, de Pina Maniques, da Real Mesa Censória, de PVDE/PIDE/DGS, da Censura/Exame Prévio, de «Critérios Jornalísticos» que definem a Agenda, e dos filhotes de Pinóquio ou de saltaricos e franganitos de aviário, a soldo de ocultos mandantes.
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Quantos assaltos, ataques bombistas, incêndios, foram cometidos nas regiões em que a maioria da população na altura votava maioritariamente no PCP?

Teriam escapado impunes o chefe da brigada e os seus agentes que «acidentalmente» teriam assassinado Humberto Delgado? Que sucedeu a Aristides de Sousa Mendes ou aos Generais Vassalo e Silva, Spínola (prussiano observador das tropas nazis na operação Barbarossa) ou Costa Gomes (da geração NATO, tal como Delgado) que se recusaram a cumprir as ordens de Salazar?
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Dizem para aí que Aristides de Sousa Mendes teria enriquecido a vender vistos em Bordéus. Se assim fosse, teria morrido na miséria, proibido ele e os familiares de trabalharem, como aliás sucedeu a muito «pé descalço» e a intelectuais ou cientistas de prestígio? Quem no concurso da RTP «defendeu» com isenção Sousa Mendes, insuspeito de simpatias vermelhas, foi José Miguel Júdice. Mas ele traçou o impiedoso retrato da hipocrisia e do cinismo de Salazar. Morto Sousa Mendes na miséria e a comer a sopa dos pobres, depois da feroz perseguição que Salazar lhe moveu, este enviou ao irmão um cartão com as palavras «Sinceras condolências» !
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Tivessem assumido o poder Humberto Delgado, Henrique Galvão, Spínola ou Othelo e teriam perseguido os comunistas e refreado a luta dos trabalhadores. Não haja ilusões sobre isso.
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Tudo o resto é ignorância ou descarada mentira e falsificação da História. Por detrás de Carmona (post 1945 mas que nunca fez a saudação nazi), de Botelho Moniz, de Humberto Delgado, de Spínola, de Henrique Galvão, do Marechal Craveiro Lopes, da UPA e de Holden Roberto não estava a mão de Moscovo mas a teia do amigo americano. Por detrás da UNITA e de Savimbi estavam a PIDE e a racista República Sul Africana, a do apartheid
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Basta ler as crónicas de Benjamim Welles, correspondente do NewYork Times, onde foram publicadas na altura.
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Comentário a

25 de Abril - «olhares» - «entrevistas» - «verdades» (31) - por Artur Silva


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quinta-feira, 29 de maio de 2008

No Império: as demo-cráticas e a demoníacas nacionalizações, «tout court»


25 de Abril - «olhares» - «entrevistas» - «verdades» (28)

Arábia Saudita

Arábia Saudita

NOTA Prévia de Victor Nogueira - De vez em quando circulam aqui na internet apelando ao boicote na «poderosa» GALP e incentivando ao consumo alternativo em «pobres» empresas concorrentes, que lá fora são ... gigantescos colossos. Uma pergunta inocente: quem controla os poços petrolíferos? Onde se formam os preços: a montante ou a jusante?
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Em vez destes ingénuos «apelos» - alguém pensou quem poderá de facto estar na sua «escondida» origem? Como nos romances policiais: perante um crime, procure-se o beneficiário e é meio caminho andado para descobrir o criminoso.
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Porque não apelar ao uso de transportes que utilizem energias não poluentes? Indo mais fundo: porque não apelar e lutar pela criação duma eficiente rede de «nacionalizados» transportes públicos em detrimento do transporte individual?
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Na sequência de 11 de Março de 1975 em Portugal foram nacionalizadas as empresas de transportes, criando-se a «poderosa» Rodoviária Nacional. Depois foi a saga das privatizações apoiadas e executadas pelos políticos do PS/PSD/CDS. A qualidade e a eficiência dos transportes aumentaram? Ou quem é agora «empresarialmente» dominante no sector privado deste ramo?
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continua no final deste post ...
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Privatização da Galp

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Por que não nacionalizar?





***** Mário , Crespo, Jornalista ...
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... escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras

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Se o mercado não consegue disciplinar os preços, os lucros nem o selvático prendar dos (...) vencimentos multimilionários dos executivos, então por que não nacionalizar os petróleos e tentar outros modelos? Quem proferiu este revolucionário comentário foi (...) Democrata da Califórnia, (...) Os números revelados deixaram os senadores da Comissão de Energia e Comércio boquiabertos. Desde os 40 mil milhões de dólares de lucro (...) Esta constatação do falhanço calamitoso do mecanismo comercial, quando encarada no caso português, ainda é mais gritante. Digam o que disserem, (...)

Se na América há cinco grandes empresas que ainda forçam o mercado ....

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in

jornal de notícias .sapo.pt/2008/05/26/opiniao/por_nao_nacionalizar?

-Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
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Destakes - Notícias referentes ao termo 'petrolíferas'

As empresas do sector vão desembolsar mais de mil milhões na Bolívia este ano. A espanhola Repsol está presente no grupo das três petrolíferas estrangeiras ...

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NOTA de VN

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Bem, senhor Mário Crespo, sejamos «isentos». Quem privatizou a GALP e outras empresas estratégicas ao serviço da economia Portuguesa, nacionalizadas na sequêncoa do 11 de Março de 1975? ? «Escandalosos» os lucros da GALP? Sim, mas a GALP é um anão face aos Cinco Grandes dos EUA: «democratas» não monopolistas.

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Vamos falar de ... Exxon, Chevron, Atlantic, Mobil e a Amoco ou da Mãe delas, a Standard Oil Company? Todas controladas pela benemérita multimilionária família ... Rockfeller! Ou noutra «visão» mais alargada: ExxonMobil, Chevron, Shell, e BP! Ou o Senhor Crespo, jornalista, nunca ouviu falar no «histórico» cartel conhecido como Sete Irmãs? E na «pobre» Repsol YPF, S.A.?

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E ... nunca ouviu falar nos «carteis» oligopolistas que entre si concertam os preços? Mas sejamos «neutros» sem ser gato escondido com rabo de fora: que tal falar na família Bush e esse personagem Bin-Laden, ou em Dick Cheney ou nos Fahd da Arábina Saudita, na benemérita Fundação do senhor milionário 5 % (Calouste Gulbenkian) ou numa das «gémeas» como a da multimilionária Família Rockefeller para não falar noutras «portuguesas» para evitar dizerem escandalizados que estou a tomar partido?

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Enfim ...

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Leram Keynes e ou estudaram o New Deal? Nacionalizações feitas por Arbenz ou Chavez ou na sequência do 11 de Março em Portugal, entre muitos outros, são atentados à Liberdade, procedimentos totalitários, de ditadores corruptos, com a Bolsa cheia de contas secretas na Suíça ou em off-shores de Madeira carunchosa ou ilhéus independentes, sejam ou não princip(i/e)ados.

Subsídios à produção, serviços públicos na saúde, na velhice, na educação, no desemprego, ou para baixar os preços de bens essenciais, ai Jesus, lá vem a União Europeia impôr pesadas multas em defesa do livre comércio e concorrência ou os liberais a recorrerem indignados para as altas instâncias burocráticas de Bruxelas.

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Nacionalizações ou monopólios cartelizados em regimes como os de Getúlio Vargas, Oliveira Salazar, nos EUA, na União Europeia são vistos sem indignação ou como mesmo panaceia para salvar o Grande Capital do naufrágio. Agora, até as nacionalizações são reclamadas aos berros suarentos e aceites como naturais as injecções maciças de dinheiro na banca privada, com lucros astronómicos face aos «milionários» e/ou malandros que recebem até ... cinco mil euros por mês ou de reforma.
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E se Crespos, Emídios, Suzas, Marcellus, Hermanus e outros abalizados, independentes e neutros opinion makers com lugar cativo e remunerado nos órgãos de comunicação social de «referência» e / ou «tablóide» fossem dar banho ao cão?

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E não tenham ilusões - abastecer nos hipermercados vai servir para que estes fidelizem clientes, continuem a engordar com lucros fabulosos e cartelizados,. Vão lá ver como vai aumentar a bolsa de Belmiros e companhia. Eles até podem ter prejuízo com jornais de referência como o Público ou com o preço da gasolina, mas vão buscá-lo aos molhos nas comptas inúeis que vos obrigam a fazer.

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Jornais de referência? Liberdade de Imprensa? Ausência de censura?

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Visitem

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Galeria ou revista da imprensa

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segunda-feira, 26 de maio de 2008

Fábulas de la Fuente (2) - Folhetins



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Zé Povinho, criação de Raphael Bordallo Pinheiro
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* Victor Nogueira

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恩里克


Se continuamos a ser amigos ou não, o futuro o dirá. Carapuças são enfiadas por quem as quiser. Quanto a frontalidades, tu sabes das tuas e eu das minhas. Por isso subscrevo sem qualquer reserva e com um abraço fraternal esta tua afirmação porque se me aplica também como uma luva, modéstia minha à parte.

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Ora bem. Sou, fui e serei sempre assim. Não nasci para a política no dia 26 de Abril, nem no dia 25, nem no 24. Sou muito mais antigo – e, de acordo com o que aprendi na tropa, a antiguidade é um posto. Mas é, outrossim, vivência e experiência acumuladas. Agora, aqui estou, assim. Ponto.

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Por isso escrevi o comentário que ora te envio. Não para te demonstrar que aprendi política depois da Revolução dos Cravos, mas, tão-só para acentuar as tais vivências e experiências que tive o prazer e a honra de entender e praticar. Liberdade e Democracia não são de hoje – são desde que os Gregos se lembraram de as trazer à colação e as pôr em prática.

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Um pequeno reparo: a democracia grega (ateniense?) era muito restrita: dela estavam excluídas as mulheres e a legião de escravos sem direitos que sustentavam os senhores para que eles tivessem tempo para filosofar e dirigir a Polis. Quanto a currículos de cidadania e de intervenção social, tu tens o teu e eu o meu. Quanto a cadernetas militares, não tenho. Fiquei isento, na altura muito chateado, por descoordenação psicomotora por ter nascido com sete meses e ter sido tirado a ferros.

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Sobre «doutoramentos» em democracia e antiguidades, aqui não é a tropa, mas a prática. Ofendes-te com a fábula que te não era dirigida? Paciência.


Se a memória me não falha, tu és licenciado em direito.


Tu escreves


Tenho, porem, de te referir que não te chamei totalitário, apenas falei de totalitarismos de direita ou de esquerda. A conclusão, obviamente, é tua, por isso ela aqui vai de volta. Nada a lamentar, portanto. Para mim, totalitarismos são… totalitarismos. Ditaduras são… ditaduras. Ponto.

Que escrevi eu?

«Tu achas que eu sou totalitário? Se achas, desiludes-me»

Releio o que escrevi e tu apressadamente consideraste como ofensa que te teria feito e que serias tu o «inspirador» ou um dos personagens da fábula. Sem querer parecer impertinente há mais fabulistas, como por exemplo o La Fontaine e o Bocage, se excluirmos os contos populares como os recolhidos por Andersen ou irmãos Grimm ou as parábolas de Cristo e lendas como as dos Cavaleiros da Távola Redonda, do Milagre de Ourique e por aí fora.

Mas leste o que eu escrevera antes?

«恩里克, eu tenho uma grande estima por ti, e essa estima cresceu com aquilo que veio a ser a «crónica picaresca». Eu não te conhecia, mas manifestei-te a minha solidariedade perante a infame campanha que te fizeram na coutada do Presidente.

Eu na coutada do Presidente escrevo com toda a liberdade. Às vezes no MSN falo com o Grande Timoneiro a quem trato por «Presidente Camarada Comandante» e ele trata-me por «vermelho». Eu não acredito na «democracia» da coutada do Grande Timoneiro. Acredito que face ao que ele me publica, poderia ser alvo de infames campanhas como as que tu e outros lá sofrem. Mas acho que El Comandante, sei eu lá pk. não deixa passar esses textos e me «poupa».»

Já falámos duas vezes mas deves lembrar-te que eu te disse que quem me lixou a vida foram democratas (...) como {Visado pela Censura}, que na minha coutada sou eu o coronel com lápis azul q.b.

Nenhum de nós precisa do outro e se releres o texto e relembrares o que te tenho escrito ou dito {Visado pela Censura}, que na minha coutada sou eu o coronel com lápis azul q.b. se tiveres tempo para leres o que nos meus blogs assino ou comento, parece-me que é despropositado o lustro que dás aos teus galões. Quando puxas dos louvores de outrem, referes os que te tenho dado? 恩里克 eu não te pedi nem isso me aquece ou arrefece e seria despropositado que o fizesses. Mas por acaso um dia destes encontrei {Visado pela Censura}, que na minha coutada sou eu o coronel com lápis azul q.b.. Estou chateado por não teres falado em mim? Acredita que não.

Um abraço e se me quiseres riscar da tua lista avisa, Se me não riscares, continuas na minha.

Um abraço e a estima

do Victor Manuel

Brevíssimo Curriculum

* Das Kapital e o Manifesto Comunista

* Seja Bem-Vindo Quem Vier por Bem


Nunca mais publicarei um texto teu a não ser que mo envies para o fracassado projecto que é {Visado pela Censura}, que na minha coutada sou eu o coronel com lápis azul q.b.

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Daqui em diante, {Visado pela Censura}, que na minha coutada sou eu o coronel com lápis azul q.b

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A fábula terminou. Quem vir nela qualquer semelhança com personagens ou factos reais, tal como nas fitas de Hollywood ou nos quixotescos rimances de cavalaria, declaro solenemente e sob palavra de honra e para todos os efeitos legais que é mera coincidência.

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sábado, 24 de maio de 2008

Fábulas de la Fuente (1) - Democracia, Liberdade e Totalitarismo

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* Victor Nogueira

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恩里克

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O escriba é apenas aquele com quem Deus não está mas sabe o que está na apetitosa e saborosa travessa. O escriba sabe o manjar que está nas travessas e o seu interlocutor no tabuleiro do xadrez, sabe que o tacho do escriba é como se fosse um regador que deixa escorrer o H2O. O escriba já conhecia o Só-Ares, parente da Prima Vera, desde os tempos do 69 e de Marcellus, que sucedeu a Cíclope. O escriba votou no «Ar e Vento» contra Frei-Tag. O escriba não precisou de tapar o retrato nem de engolir qualquer sapo.

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Quando o escriba, no papel, traçou uma cruz na Grande e Rechonchuda Maçã do Rosto, estava a ser crucificado pelo discípulo dele, um macho viril mas rosado: «El Pegadorcito».

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O escriba nunca foi atrás da conversa de Othelo, pois sabia que por detrás dele estava Iago e Desdémona seria apunhalada, ao virar da 1ª esquina. Para o escriba, Othelo tinha sido talvez um general valeroso, mas na hora da verdade abandonou as tropas no terreno e, como se no Horto das Oliveiras estivesse, adormeceu, não ao relento mas no aconchego da sua mansão, em Vale de Lençóis.

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Hoje, João Bimbelo não sabia já quem era minimamente «Amigo do Povo», mesmo que fosse cara pálida defensor dos Patrícios, se «Só Ares e Vento», se «Frei-Tag». Afinal, como escreveu Camões, «O Mundo é composto de
mudança» ou um certo e anónimo Victor Nogueira, ao alinhavar que «O mundo é composto de fazenda e mudança».
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A secretária do escriba, oficial às ordens, fugia da polis como o diabo da cruz e o «ajudante de campo» seu braço direito era activo defensor dos laranjais de Cetóbriga. Para o centurião nunca tinham sido faxineiros. Estiveram à beira de serem crucificados com o Centurião, apenas porque eram o seu braço direito, não por razões políticas mas de reconhecida competência profissional. Ao contrário do Centurião não tinham frequentado a Academia nem eram Doutores do Templo nem haviam sido educados pela «militarizada» Companhia.
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Sempre delicadamente mas com ironia, frontalmente e em público, em sessões públicas de Câmara ou nas reuniões que «El Pegadorcito» fazia com Pé descalço e a Ferrugem, aquele com quem Deus não estava, enquanto representante do Pé descalço e da Ferrugem, afrontava Dom Manolo, olhos nos olhos. Há quem diga que ele, Golias, tinha, «medo» dum minorca, simples escriba ou «copista» como o Centurião a quem na parada não tinham conseguido arrancar os galões. Tal como afrontara o o às de ouro americano, que descera do ninho das águias até à planície, onde com pena dele a pena perdeu, tal como Perdigão.

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A águia que não passava dum pardal xico-esperto, disse numa madrugada, sem testemunhas, qual czar, que se o centurião, representante eleito pelo Pé descalço e da Ferrugem, como o cavaleiro de S. Martinho, continuássem a pôr os trabalhadores na rua, ele fazia-lhe a folha.


Aquele com quem Deus não está e o Cavaleiro de S. Martinho, continuaram a pôr os servos da gleba na rua como sempre haviam feito durante o «reynado» de D. Manolo. Impolutas vieiras, águias com voos de pardal, «renegados» filhos da moirama», simples galinhas sem nada de galos na capoeira, iguaizinhos mas menos inteligentes que pintos com «dragões», virtuosos «puros» de última hora, simples joio e não louro trigal de sangue azul e não vermelho ou «encarnado» (mas não incarnado), que durante década e meia trataram da sua «vidinha» e da sua bolsa, armaram-se em virgens com cabaço quando toda a gente sabia que a Rosa ia perder as eleições: até as roseiras que já não podiam o laranjal à sua frente. E que o cabaço era um poço sem fundo onde ao mesmo tempo cabia uma companhia inteira.

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A Rosa era já um espinho encravado na casta flor de laranjeira. Esta Rosa nada tinha a ver com a do Principezinho, pois era não uma raposinha mas um Lobo Mau travestido de inocente e seráfica ovelha.

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O que no alto dessa madrugada respondeu ao descendente do Vieira, Santiago Mata Mouros, foi que a sedes, associação cívica, tinha uma linha política definida a nível central para os terroristas destacados para o baluarte do Poder Local (definida no Concilium dos Calhaus) e uma linha política definida a nível central para os terroristas destacados para o baluarte do Pé descalço e da Ferrugem e quem dirimia os conflitos era o Senado da Res-Pública e não qualquer califa ou grão-vizir local, capataz, cacique, mandarete ou marioneta, e quem não estava a cumprir as orientações definidas pelo Senado eramo pardalito aspirante a czar, e a sua companhia, incluido a sua sombra: Dom Rex.

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O Só-Ares é um filho da {Visado pela Censura} simpático mas inteligente. Mas fisicamente corajoso. Enfrentando a multidão e levando mesmo uns sopapos como na Marinha Grande ou daquele ex-combatente. O outro era um «robot» que entra pela porta das traseiras, que nunca tomaria uma taça de cicuta. O «senhor» do «Ar e Vento», é o único chefe súcialista que o falso copista considerava.


Quem devia ter ganho o concurso do Maior «Viriato» de Sempre, do ponto de vista da classe dominante, deveria ter sido o Só-Ares e Vento. O «Botas» era mais culto, mais inteligente, «florentino» na escrita, quase um António Vieira. Mas se hoje fosse a votos nesta «democracia», perderia as eleições, com a sua voz de falsete e o seu horror às multidões.

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O escribador conheçe muito doutor burro e muito analfabeto inteligente. O escribador conhece muito dr. de aviário, que assina não com a categoria profissional mas, para que não haja «dúvidas», acrescenta ou antecede o seu nome com um «dr.» ou «Licenciado». Coitados deles/delas, «analfabetos/as» porque para aquele que renegara
YHVH e não se vendera por um prato de lentilhas, a maioria esmifrada era produzida em série normalizada em processos industriais em fábricas de papel e lápis, cujos pobres pequenos burgueses queriam ser alguém e não pé descalço, que acreditavam que o dr. era a chave da caverna de Ali Babá, enquanto enchiam os bolsos e a carteira de «doutores» para quem cada dia tinha milagrosamente, no mínimo. 60 horas. Era como se fosse o milagre da parábola da multiplicação dos pães e do peixe!.

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O copista era um dos poucos doutores da lei, um dos «escolhidos» livremente pelo Pé descalço e da Ferrugem, um dos poucos doutores e centurião não demagogo, a quem no fórum o pé descalço aplaude após as suas intervenções nunca demagógicas, sempre pão pão queijo queijo. Quase todos os legionários «têm medo» do centurião que não é nem nunca quis ser César Augusto ou Czar. Um deles, simples «carpinteiro», disse uma vez no forum: «este senador», a dormir, vê mais que vocês todos de olhos esbugalhados».


O «oficial» acreditava que o «D. Manolo, el pegadorcito» podia ter medo dum minorca sem tropas, como aquele aquele que renegara YHVH e por isso não participava do Olimpo, mas que espeitava Sertório porque embora com delicadeza frontal, irónica, este sempre lhe fizera frente. Verdade seja dita que o CzarDom Manolo tinha um grande sentido do humor e uma grande capacidade de encaixe para quem o enfrentava frontalmente. Qualidades que não tinha nem nunca teve o pardalito que não era águia mas sim dono duma bolsa ruminante, sempre rodeado da sua «clientela» bajuladora e das «meninas». Note-se, D. Manolo, como bom marialva, sempre tivera «donzelas» em torno de si.


Quando Sertório era ainda o chefe das legiões, D. Manolo, na 1ª reunião etratégica, fez-lhe uma ameaça: levá-lo a Conselho de Guerra. Mas o centurião respondeu a Júlio César, com o seu habitual sorriso irónico: «Alteza, com o RDM em vigor, qualquer peão ou oficial diariamente comete milhentas infracções disciplinares. Mas se Vossa Alteza me levantar um processo, garanto-lhe que neste Quartel levanta-se tanta poeira, tanta poeira, que no fim ninguém se entende e chegará ao seu correligionário O Curto» .


Eu creio que Golias tinha respeito por David, ao contrário dos companheiros de armas deste, que o mantiveram durante 6 anos de quarentena no Pavilhão dos Infectos Contagiosos, com um único trabalho, tal como fizera a charmosa BrancaMorena: à porta de armas apresentar-se à sentinela de serviço, marcar a presença e ao fim do mês receber o pré.

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Sabes , o que Napoleão I respondeu ao centurião sem tropas? «Oh Senhor General sem tropas, percebeu mal, ninguém lhe quer levantar um processo ao abrigo do RDM»

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Tu que me lês, deves conhecer a charmosa Branca Morena. Às vezes ela «desabafava» com o centurião sem p(h)oder e este respondia-lhe com a sua habitual mas delicada ironia. Uma vez, no gabinete de Cleópatra, esta disse ao general sem tropas «V permite-se dizer-me coisas que mais ninguém se atreve». Nunca levantou ou ameaçou com o RDM o Zé Ninguém.


Eu acho que é obra durante 16 anos um Zé Ninguém ter afrontado publicamente a brava «companhia» sem que eles ousassem levantar-lhe ou voltar a ameaçá-lo com o RDM. Hoje que Nemésis já está mãos perto dos Deuses do Olimpo, mas quando encontra o centurião sem tropas, dá-lhe um ósculo com grande simpatia. João Bimbelo acredita que não se trata dum beijo de Judas (F).


Tu não sabes quanta gente poderosa e importante David conhecia (há tantos David’s na História, para além daqueles de quem os Anais do Reyno rezam). Como David poderia ter a bolsa cheia de lentilhas, migalhas, se fosse ter com Golias, o Czar, César Augusto, Júlio César, Cleópatra, Ramsés II, Luís XIV e dissesse: «Podem contar comigo, com a minha inteligência, com a minha capacidade, com o meu «savoir faire». Teria uma choruda bolsa com as migalhas, a troco duma travessa de lentilhas.

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A fábula terminou. Quem vir nela qualquer semelhança com personagens ou factos reais, tal como nas fitas de Hollywood ou nos quixotescos rimances de cavalaria, declaro solenemente e sob palavra de honra e para todos os efeitos legais que é mera coincidência.


恩里克 eu tenho uma grande estima por ti, e essa estima cresceu com aquilo que veio a ser a «estórias com picardia». Eu não te conhecia, mas manifestei-te a minha solidariedade perante a infame campanha que te fizeram na coutada do Grande Presidente.

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Eu
na coutada do Grande Presidente escrevo com toda a liberdade. Às vezes no MSN falo com o El Comandante a quem trato por «Presidente Camarada Comandante» e ele trata-me por «vermelho». Eu não acredito na «democracia» da coutada do Grande Presidente. Acredito que face ao que ele me publica, poderia ser alvo de infames campanhas como as que tu e outros lá sofrem. Mas acho que El Comandante, sei eu lá pk. não deixa passar esses textos e me «poupa».


Tu achas que eu sou totalitário? Se achas, desiludes-me.


Um abraço


Victor Manuel

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Que sucedeu a Madddie (23) - A Verdade ou a Mentira ?



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* Victor Nogueira

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Victor Nogueira a dit...

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Viva a Vida :-)

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Como sei que é verdade o que diz? Como sei se não é um esquema «nigeriano» para «juntar» dinheiro à custa de ingénuos, como a fortuna que os Mac Cann têm à sua disposição? A mãe de Joana está presa e os Mac Cann bateram a asa! os Mac Cann em nome da filha raptada (!?) juntam dinheiro à custa de direitos de autor de «filmes» e livros, para alegadamente «procurarem» a Maddie que dizem ter sido raptada e não foram presos pk o cadáver da Maddie não foi encontrado. Mas o cadáver da Joana, uma pobretanas sem amigos influentes ou milionários, nunca foi encontrado. No entanto a mãe e o tio, pobretanas e sem dinheiro para pagar bons advogados, estão presos.Quer dar-me uma resposta inquestionavelmente convincente?
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Todos são considerados inocentes até prova em contrário. Mas todos os acusados de pedofilia mas sem cheta já estão atrás das grades. Quem paga e porquê aos brilhasntes advogados dos presumivelmente inocemtes até prova em contrário de Carlos Silvino e restantes arguidos?
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A montanha da Casa Pia pariu um rato? Sé há pedofilia na Casa Pia? Não há pedofilia feminina e sobre meninas? No célebre mas abafado caso internacionalmente denunciado por Mário Soares estavam envolvidas importantes personalidades do Regime. E agora os «filhotes» de empresários de sucesso ou de (ex-) membros do governo tornaram-se impolutos, acima de qualquer suspeita, com «julgamentos» à porta fechada?
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É Sócrates mais «macho» que certos arguidos? Era Salazar tão virgem e casto como se «dizia», casado com a Pátria e ao serviço da República?
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Poder-se-á dizer com a Voz do Povo já que a Voz do Povo é a Voz de Deus: «vão dar banho ao cão» ou uma «volta ao bilhar grande»?
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Victor Nogueira

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23 mai 2008 12:23

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sex 23-05-2008 17:04

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Hilário Godinho <http://www.blogger.com/profile/02489623745115846983> deixou um novo comentário na sua mensagem "Série Deambulando por Lisboa <http://kantoscriptoriumindex.blogspot.com/2008/02/srie-deambulando-por-lisboa.html> ":

Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Resistência Portuguesa Militar e Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----

Liberdade, Democracia, Justiça, Imprensa, Direitos Humanitários. Sim.
Ditaduras, PIDE/D.G.S.E., Tortura, Fome, Corrupção. Não Obrigado.
Peço Asilo Político, Dinheiro, Doente e Invalido com Fome em Tribunal com Dívidas.
Enviar dinheiro para a Anti Pide/D.G.S.E..
Sr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----

Se não pode impôr a paz, pode convencer pelo exemplo. -----

Peço Asilo Político. -----

Donativos para a Resistência Portuguesa Militar e Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Conta de Épargne UBS CHF --- Nº conta 233-691451.M1F --- Nº de cliente 233-691451 --- Iban CH21 0023 3233 691451M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Suisse. --- Ou --- Sr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Telefone: 0041 765 450 994. Comuniquem na Imprensa Mundial. Eu falo Português, E também Francês. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Résistance Portugaise Militaire et Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----

Liberté, Démocratie, Justice, Presse, Droits Humanitaires. Oui.
Dictatures, PIDE/D.G.S.E., Torture, Faim, Corruption. Non Merci.
Je demande Asile Politique, l'argent, le malade et l'invalide avec la faim devant le tribunal avec des dettes.
Envoyer argent pour l'Anti Pide/D.G.S.E..
Mr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----

Si ne peut pas imposer la paix, peut convaincre par l'exemple. -----

Je demande Asile Politique. -----

Donations pour la Résistance Portugaise Militaire et Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Compte d'Épargne UBS CHF --- Nº de compte 233-691451.M1F --- Nº de client 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Suisse. --- Ou --- Mr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Téléphone: 0041 765 450 994. Communiquent dans la Presse Mondiale. Je parle Portugais, Et aussi Français. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Widerstand Portugiesisches Militärisches und Zivilist Anti Pide/D.G.S.E. -----

Freiheit, Demokratie, Justiz, die Presse, Humanitäre Rechte. Ja.
Diktaturen, PIDE/D.G.S.E., Tortur, Hunger, Bestechung. Nein Danke.
Ich verlange politisches Asyl, das Geld, Kranke und Invalide mit dem Hunger vor dem Gericht mit Schulden.
Senden Geld für Anti Pide/D.G.S.E..
Herr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Schweiz. -----

Wenn nicht aufdrängen kann der Frieden, kann durch das Beispiel überzeugen. -----

Ich verlange politisches Asyl. -----

Schenkungen für den Widerstand Portugiesisches Militärisches und Zivilist Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Compte d'Épargne UBS CHF --- N° des Kontos 233-691451.M1F --- Nº des Kunden 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Schweiz. --- Oder --- Herr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Schweiz. ---
Telefon: 0041 765 450 994. Teilen in der weltweiten Presse mit. Ich spreche Portugiesisch, Und auch Französisch. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Resistance Portuguese Military and Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----

Freedom, Democracy, Justice, The Press, Humane Rights. Yes.
Dictatorships, PIDE/D.G.S.E., Torture, Hunger, Corruption. Not Thank You.
I ask for Political asylum, Money, Sick and Invalid with Hunger in Court with Debts.
To send money for the Anti Pide/D.G.S.E..
Sir. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----

If it can not impose peace, can convince by example. -----

I ask for Political asylum -----

Donations for the Resistance Portuguese Military and Civil Anti Pide/D.G.S.E..
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Telephone: 0041 765 450 994. Communicate in the World Press. speak Portuguese, And also French. -----

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Publicada por Hilário Godinho em scriptorium.index <http://kantoscriptoriumindex.blogspot.com/> a 23 de Maio de 2008 15:31

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domingo, 18 de maio de 2008

As eleições na Primavera Marcelista - 1969 - a «evolução na continuidade» ©







Esta última carta foi colectiamente subscrita por mim e mais dois ou três colegas meus e remetida tal como a anterior aos jornais da oposição
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clicar nas imagens para ler

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Na «Primavera» Marcelista de Marcello, este, num gesto «largo e generoso», mal-citando eu Pessoa (1), permitiu o regresso de dois exildos políticos, Mário Soares e D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto. Para alguém mínimamente (in)formado tratava-se duma operação de cosmética, pois os exilados no Tarrafal, em S.Nicolau, em Caxias ou em Peniche continuaram no exílio com «seguras» medidas de protecção.
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Mas tal foi suficiente para que uma «honrada» e «patriótica» «Oposição» tivesse aceitado cindir as CDE - Comissões Democráticas Eleitorais e concorrer autónomamente nas CEUD - Comissões Eleitorais da Unidade Democrática, apenas em ... Braga (cidade histórica e aberta por ser o berço de patrióticas manifestações e revoluções), Lisboa e Porto.
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Outra parte aceitou a «liberalidade» de integrar as listas da Acção Nacional Popular/ex-União Nacional, tendo sido eleitas.
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A derrota da CEUD foi arrasadora e a «ala liberal» acabou por sair «desiludida». Mas entretanto houve uma diferença. Da «força» das CEUD's renasceu como fénix de «buonna» sorte, no estrangeiro, previdentemente, em 1973, o Partido Socialista Português (PSP), que entretanto deixou cair um «P», de «Português, talvez porque a sigla se confundia com a da PSP (Polícia de Segurança Pública». Entretanto, em Portugal, semi-tolerada existia, uma SEDES, associação de «estudis e reflexão», putativo embrião dum partido socialista que, sendo «nacionalista» e tecnocrata, só surgiu após o 25 de Abril com o nome de Partido Popular Democrático, cuja adesão à Internacional Socialista foi encerrada pelo PSP/PS.
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Em 1973 não surgiu qualquer CEUD ou Partido Sicialista, embrionário ou «estrangeirado», pelo que havia dois candidatos, as CDE(cêud) e a ANP/UN. A «ala liberal» já tinha deixado Marcelo a falar sózinho e a CDE desistiu à boca das urnas para não «caucionar» a liberdade eleitoral mercellista da evolução na continuidade. (2)
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Os textos acima reproduzidos dão conta da lisura do recenseamento eleiroral e da sua fiscalização em 1969. Cada eleitor era uma «ficha» arquivada numa «caixa» que só podia ser manuseada pelo «servidor» público. Claro que a minha inocência permitiu passar no crivo e ser «admitido» como eleitor.
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Em 1969 vim propositadamente de comboio de Lisboa a Évora para votar na CDE mas com tanto azar que, chegando a horas, encontrei as urnas já encerradas.
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Assim, em 25 de Abril, havia de facto e apenas 3 «partidos»: o PCP, o PSP/PS e a ANP. Uma análise semântica discutível que entre Nação e Povo não havia então relevante distinção distinção - era tudo a mesma Nação, o mesmo Povo e a mesma Raça do Minho a Timor.
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Mas o Poder caíu na Rua e Spínola foi forçado a «aceitar» a legalização do PCP, do PSP/PS e duma míriade de constelações que corajosamente tinham duas frentes de batalha: derrubar o Poder da Burguesia e do Capitalismo e derrotar o «Capitalismo de Estado» «social-fascista». E foi porque o Poder caíu na Rua que surgiram «legalmente» e contra a «pureza» dos princípios do «revolucionário» MFA uma constelação de partidos «trabalhistas», democráticos», «democratas-sociais», «cristãos-democratas», «liberais», «marxistas-leninistas ©», «trotsquistas anti-estalinistas«, «ML estalinistas maoístas» .... (3)
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A maioria deles desapareceu mas manteve o selo de garantia e o seguro de vida que que lhes permite renascerem qual fénix nas campanhas eleitorais, «isentos» da prova de vida dos cinco mil militantes.
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(2) - Em 2004, curiosamente, o Governo «transformou» os 30 anos da «Revolução» em ... 30 anos de «Evolução» (cf. grao de areia). Na verdade a «Revolução» pouco mais durou que um ano e não resistiu ao «calor» do Verão Quente. Pelo que em coerência e na minha modesta opinião o «Governo» teve apenas um ligeiro erro de cálculo, pois o que pretenderia seria comemorar os 29 anos de «involução na continuidade» interrompida pela ditadura de do 25 Abril após a «Revolução» do 28 de Maio, a mãe da «evolução na continuidade». Ai Braga das bragas curtas vista por um canudo invertido !
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Eleições legislativas de 1969
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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As eleições legislativas portuguesas de 1969 foram as primeiras realizadas após a saída de António de Oliveira Salazar da Presidência do Conselho. Decorreram num clima de aparente abertura política, designado por Primavera Marcelista. Realizaram-se no dia 26 de Outubro, tendo concorrido quatro listas: União Nacional, Comissão Eleitoral de Unidade Democrática, Comissão Democrática Eleitoral e Comissão Eleitoral Monárquica. A União Nacional elegeu a totalidade dos 120 deputados, obtendo 980 mil votos. As listas oposicionistas obtêm 133 mil.
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Fonte: Centro de Estudos do Pensamento Político. [1]
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Eleições legislativas portuguesas de 1973
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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As eleições legislativas portuguesas de 1973 foram as últimas realizadas durante a vigência da Constituição de 1933. Realizaram-se em 28 de Outubro, tendo sido eleitos os 150 deputados da Assembleia Nacional. A Acção Nacional Popular elegeu a totalidade dos deputados, tendo o Movimento Democrático, coligação entre o PCP e o PS, desistido por considerar que não existiam condições para a realização de eleições livres.
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Artigos na categoria "Eleições legislativas de Portugal"
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Eleições legislativas de Portugal
E
Eleições legislativas de 1969
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Eleições legislativas portuguesas de 1983
E (continuação)
Eleições legislativas portuguesas de 1985
Eleições legislativas portuguesas de 1987
Eleições legislativas portuguesas de 1991
Eleições legislativas portuguesas de 1995
Eleições legislativas portuguesas de 1999
Eleições legislativas portuguesas de 20 de Fevereiro de 2005
Eleições legislativas portuguesas de 2002
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