terça-feira, 23 de agosto de 2011

Portugal - "uma sociedade pacífica de revoltados" Miguel Torga, Diário (17.09.1961)

Victor Nogueira
‎"É um fenómeno curioso: o país ergue-se indignado, moureja o dia inteiro indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto. Falta-lhe o romantismo cívico da agressão-
Somos, socialmente, uma sociedade pacífica de revoltados"
Miguel Torga, Diário (17.09.1961)
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Jose Eliseu Pinto, Nuno Santos Pereira e 6 outras pessoas gostam disto.

Maria De Fátima Faria Sen dúvida
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Raquel Santos Passado, presente e futuro
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Victor Nogueira Esperemos que não seja assim no futuro. Pelo menos houve um intervalo em 1974/75
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Antonio Mateus ‎"Em Portugal, as pessoas são imbecis ou por vocação, ou por coacção, ou por devoção." Miguel Torga Diário 1946
há 59 minutos · Gosto

Antonio Mateus ‎"Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo."
George Santayana
há 56 minutos · Gosto

Antonio Lança de Carvalho Quem não percebe o passado, nem se interessa pelo presente, não merece o futuro!
há 2 minutos · 




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  • Ana Estrela e Fernando Rodrigues gostam disto.

    • Victor Nogueira Bem, a maioria entende que estamos numa democracia e que fora desta não há outra nem salvação. E, sobretudo, continuamos abençoados ou excomungados pela mesma Santa Madre Igreja: ontem pelo Cerejeira, hoje pelo Policarpo
      há cerca de uma hora · 

    • Aristides Silva E agora apareceu um ministro deste papa, dizer que o aborto é pior que a pedofilia, isto numa estrevista ao jornal El Pais. Eu coloquei isto num post mas não sei porquê desapareceu...
      há 26 minutos ·  ·  1 pessoa

    • Victor Nogueira Aristides - São os Querubins o Espírrito Santo Mello e Companhia !
      há alguns segundos · 
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Ana Ruas, Fernando Rodrigues e 5 outras pessoas gostam disto.

Hugo Galego vou ter que copiar ;)
há cerca de uma hora · Não gosto · 1 pessoa

Henrique Vilallonga Talvez a "revolução" se faça á roda de umas imperiais. Quem sabe?
há 13 minutos · Gosto

Victor Nogueira Ou nas auto-estradas do ciber-espaço, com ""likes", Henrique LOL
há 2 segundos · Gosto



Os mais ricos de Portugal:

Gena Tudor
Os mais ricos de Portugal:
1-Américo Amorim
2-Alexandre Soares dos Santos.
3-Belmiro de Azevedo,este porem perdeu o segundo lugar.
4-Familia Guimarães de Mello
5-Família Alves Ribeiro,
6-Perpétua Bordalo da Silva e Luís Silva
7-Rita Celeste Violas e Sá, Manuel Violas
8-Maria do Carmo Moniz Galvão Espírito Santo
9-Família Cunha José de Mello.
10-António da Silva Rodrigues

Como vêm caros amigos, há muitos ricos em Portugal que podem ajudar.
há cerca de uma hora · Não gosto · · 
Gostas disto.
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Victor Nogueira Ah! Mas esses não pagam impostos pois segundo Passes de Coelho na linha Sócretina é preciso incentivar a poupança ... que eles colocam em paraísos fiscais!
há cerca de um minuto · Gosto
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Victor Nogueira ‎.... onde nós não conseguimos abrir contas, esmifrados que somos até ao tutano !
há alguns segundos · Gosto
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Os aplicados e rafeiros aprendizes de feiticeiro


LEMBRETE sobre o "senhor Silva", segundo Alberto Joãowww.oribatejo.pt
O discurso que há dias o Presidente da República dirigiu ao País tem o suporte da legitimidade eleitoral que lhe foi conferida pelas eleições de Janeiro. Mas carece de legitimidade moral. Em política – como na vida – não basta dizer coisas; é preciso que quem as diz tenha autoridade moral para as po...
há cerca de uma hora · 
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    • Lily Nobrega Guilherme Só é pena não ter sido tão virulante quando o Socrates e companhia lda esteve no governo a dar continuidade ás malfeitorias do Cavaco!!! acordou agora e quanto a "legitimidade moral" ...este senhor tem muito que se lhe diga!
      há 59 minutos · 
    • Victor Nogueira Bem, é verdade, Lily, que o articulista inverte os papéis, segundo ele o PS tem de arcar com o desgoverno do PSD e aparentemente fazer contrariado uma política que não é "socialista", segundo a minha perspectiva e não só ao PS cabe o papel de iniciar e aprofundar uma política anti-laboral e de descrédito da esquerda e do socialismo, que o PSD subsequentemente se limita a prosseguir em velocidade de cruzeiro. Só que desta vez o desnorte, a ganância e a cegueira do Grande Capital são de tal ordem que Passes de Coelho consegue ser mais escavaqueador que o senhor Silva, de que o sócretino foi aplicado discípulo e que Passes de Coelho quer superar, tão rafeiros uns como outros na triade PS(D)CDS. Bjo
      há alguns segundos 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O segredo do polichinelo ou a descoberta da pólvora ... no Milhão




EX-ADMINISTRADOR CONFIRMAAPOIO DO GRUPO AO "SISTEMA" 


O companheiro Augusto Martins, um ex-membro da Administração acima de qualquer suspeita não só pela sua postura de integridade mas também pelas sucessivas demonstrações de neutralidade partidária e lutador anti-sistema, confirmou num post que me enviou todas as suspeitas que eu há muito vinha tendo acerca do comportamento de alguns dos membros do "quartel-general" de "1 Milhão". No topo do Grupo nunca existiu qualquer vontade e empenho de lutar contra o "status quo" actual. Pelo contrário, guerrearam e por vezes até insultaram, quem aqui publicava posts agressivos sobre o lamentável estado do País e a inqualificável classe política que o (des)governa. Uns tantos "administradores" não queriam, e não pretendem qualquer mudança. Usam o Grupo para formar um Movimento e integrarem-se no "sistema" com as possíveis vantagens que daí advierem. Ou seja, temos andado a ser ENGANADOS. 
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Não existe qualquer ataque externo ou Grupo, ou ele não atingiria apenas os elementos mais acérrimos anti-"sistema" de uma forma cirúrgica mas todos em geral. Só quem não sabe como se administra um grupo pode engolir essa desculpa esfarrapada. Quem administra é dono e senhor de admitir ou não A,B ou C ou de excluir a seu bel-prazer D,E ou F. Sou administrador de um Grupo e sei perfeitamente como se faz a triagem dos seus elementos. Afinal a "demissão de toda a classe política" serviu até às últimas eleições ou para promover a "políticos" alguns que viam aqui uma excelente rampa de lançamento para uma vida pública mais ou menos visível? Anti-"sistema" é que a Administração do Grupo não se tem revelado por motivos já mais que óbvios...
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Assim sendo, e para não ser acusado de formular teorias sem fundamento, passo a citar com a devida autorização o post esclarecedor do ex-administrador Augusto Martins:Augusto MartinsActualmente a administração do grupo é composta por: José Francisco de Noronha, Carlos T. Pereira, António Lança de Carvalho e Irene Novais.Todos os outros elementos saíram por vários motivos, sendo o último a sair o próprio Pedro Almeida Ribeiro.A razão da minha saída foi precisamente o meu "engano" quando fui convidado. Muito recentemente vim a descobrir que a génese deste grupo, segundo o próprio Pedro Almeida Ribeiro, sempre acreditou no sistema político existente, nunca pretendeu mudar de sistema social, nunca almejou um novo modelo económico e que o objectivo deste grupo nunca foi o de criar um novo sistema político, social ou económico.
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Concluindo, por estar em total desacordo com a génese deste grupo, segundo as palavras do Pedro Almeida Ribeiro, e sentir nas suas palavras que nunca estive verdadeiramente com o grupo ... saí.Saí pois continuo a acreditar que tem de haver uma mudança radical neste modelo político caduco, tem de haver uma mudança social responsabilizante, e continuo a acreditar que este modelo económico por estar condenado tem que mudar urgentemente... senão ... senão condenaremos irremediavelmente o futuro de Portugal, ... e isso nunca poderei aceitar
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Augusto Martins
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P.S. Toze, se pretender pode divulgar no grupo

«Agências de rating armadilharam Portugal»



Portugal e a sua DÍVIDA no New York Times por Robert M. Fishma


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  • Victor Nogueira Clara, a esperança, simples e virtual esperança, a lado algum leva, se não ao desespero e ao suicídio. Para mudar de agulha ou de linha, é preciso ser como a "formiga no carreiro", remar contra a maré, arriscando mesmo a própria vida e liberdade para defendê-las, tendo sempre presente que, dialecticamente, para o/a camainheiro/a, "caminhando se faz o caminho".
    16/8 às 20:32 ·  ·  3 pessoas

  • Victor Nogueira 
    De Brecht --- Elogio da Dialéctica


    A injustiça avança hoje a passo firme
    Os tiranos fazem planos para dez mil anos
    O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são

    Nenhuma voz além da dos que mandam
    E em todos os mercados proclama a exploração; 
    isto é apenas o meu começo

    Mas entre os oprimidos muitos há que agora dizem
    Aquilo que nós queremos nunca mais o alcançaremos

    Quem ainda está vivo não diga: nunca
    O que é seguro não é seguro
    As coisas não continuarão a ser como são
    Depois de falarem os dominantes
    Falarão os dominados
    Quem pois ousa dizer: nunca
    De quem depende que a opressão prossiga? De nós
    De quem depende que ela acabe? Também de nós
    O que é esmagado que se levante!
    O que está perdido, lute!
    O que sabe ao que se chegou, que há aí que o retenha
    E nunca será: ainda hoje
    Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã

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    - Nada é impossível de mudar

    Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. 
    E examinai, sobretudo, o que parece habitual. 
    Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade .
    desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar. http://www.youtube.com/wat



    A formiga no carreiro Vinha em sentido cantrário Caiu ao Tejo Ao pé dum septuage...Ver mais

    16/8 às 20:55 ·  ·  3 pessoas ·  

  • Maria Clara Roque Esteves Vitor, tendo estado sem entrar na net, recebo esta boa surpresa tua: Brecht, Zeca Afonso, um bom texto teu ( revivalista. mas eu gosto dessa tua faceta...) e a tua achega à minha postagem. Muito obrigada pelos presentes. Beijos. Tens de vir cá em Setembro, divertes-te.
    16/8 às 23:28 ·  ·  2 pessoas

  • Maria Clara Roque Esteves Vitor, ainda volto aqui para te lembrar que podes vir a ter um governo económico muito estranho....Não percebi muito bem. Sorte esta de não ter tempo nem para as noticias...Não há horários nem relógio de ponto por aqui. beijos para todos.
    16/8 às 23:57 · 
    Victor Nogueira Clara - Voltei atrás para reler com mais atenção, não em diagonal, e … Mas o articulista não faz senão um branqueamento do Governo de Sócrates PS, que em sanha pró-neo-liberal contra os trabalhadores e as populações, contra o Estado Social e de cócoras face à especulação financeira só consegue ser suplantado por Passes de Coelho/PSD, o que em nada desvirtua que sejam ambos farinha do mesmo saco. Na troika PS(D)CDS venha o Diabo e que escolha em termos de desumanidade e destruição da vida e da natureza a favor dum punhado de sub-humanos que cavalgam para o abismo arrastando com eles toda a Humanidade e vida na Terra. A banca portuguesa assobiou e lá foram PS(D)CDS a correr de cauda a dar a dar pedir “ajuda” financeira em benefício dos tubarões, piranhas, hienas e polvos que em seu proveito comem a carne e chupam os ossos à Humanidade até ao tutano, como se esta fosse uma criação de suínos em que tudo se aproveita e nem os ossos ficam a branquear ao sol ardente e sufocante do deserto.

As "indignações" e as bem-aventuranças do Cardeal Patriarca de Lisboa


http://www.esquerda.net/artigo/cardeal-patriarca-irrita-sindicatos

www.esquerda.net
‎"Está a fazer-me muita confusão ver, neste anúncio das medidas difíceis que até nos foram impostas por quem nos emprestou dinheiro, que os grupos estejam a fazer reivindicações grupais, de classe, não gosto", afirmou D. José Policarpo na aldeia de Alvorinha, nas Caldas da Rainha, no seu regresso ao ...

há 15 horas ·  ·  · 

    • Victor Nogueira Mas alguém dúvida de que lado está a maioria da hierarquia da Igreja Católica ou sabe quais os compromissos desta e doutras com o sistema capitalista? Viesse Cristo à terra e seria preso em Guantánamo como perigoso subversivo, isto porque já não ardem as misericordiosas fogueiras do Tribunal do Santo Ofício vulgo Inquisição. 
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      Alguém, algum Governo, está preocupado em fiscalizar os montantes em ouro e dinheiro deixados nas caixas de esmolas de igrejas e santuários? Os fundos do PCP, esses sim, tem de ser vista à lupa a sua proveniência. Caridadezinha e bolinha baixa, humildade, passividade e fé em Deus é o que as Igrejas pretendem.
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      A chatice é que João Paulo II veio dizer que afinal o Inferno não existe, depois de milénios a atemorizarem o Pagode ! Claro que há bispos e padres que são metralhados ou perseguidos, como, entre aqueles, Óscar Romero, Helder Câmara ou o da Beira, Sebastião Soares de Resende, durante a guerra colonial. João Paulo II foi beatificado em tempo record, por ter, palavras da Igreja Católica, contribuído para a queda do comunismo.
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      Ainda agora D. Manuel Martins, que foi Bispo de Setúbal, disse que a Igreja vendesse o ouro que enfeita as imagens das procissões (mais o que é derretido e transformado em lingotes, acrescento.) Mas não, a Igreja quer é apropriar-se dos direitos que são assegurados ou deveriam sê-lo pelo Estado Social, substituído pelas IPSS e Misericórdias, a troco de mamar à conta do Estado e dos impostos sacados àqueles a quem pretende assistir caritativamente" , num Estado "Súcial" .
      há 2 minutos



      A Dita e o Balde

      Sábado, 13 de Agosto de 2011


      DE OUTROS

      EXPRESSO

      Cardeal patriarca irrita sindicatos

      Na homilia em que celebrava o cinquentenário de eucaristias, D. José Policarpo disse não gostar dos grupos que fazem "reinvindicações de classe", como os sindicatos, que contrariam as medidas da troika. CGTP e UGT não gostaram das palavras do cardeal.
      O cardeal patriarca de Lisboa diz que os sindicatos põem o interesse individual acima do nacional
      O cardeal patriarca de Lisboa diz que os sindicatos põem o interesse individual acima do nacional. Foto José Goulão/Flickr

      "Está a fazer-me muita confusão ver, neste anúncio das medidas difíceis que até nos foram impostas por quem nos emprestou dinheiro, que os grupos estejam a fazer reivindicações grupais, de classe, não gosto", afirmou D. José Policarpo na aldeia de Alvorinha, nas Caldas da Rainha, no seu regresso ao local onde tinha celebrado a sua primeira eucaristia.
      O discurso do cardeal fez referência aos sindicatos como fazendo parte dos grupos que põem o interesse individual acima do nacional numa altura em que têm que ser vencidas "as visões derrotistas e pessimistas" e "todos somos chamados a vencer o egoísmo, a pensar no nós e não no eu".
      Do lado dos sindicatos, a resposta não se fez esperar. "É interessante que o cardeal patriarca tenha esta posição quando se justificava que defendesse os que mais precisam", afirmou o dirigente da CGTP Arménio Carlos. No entender do sindicalista citado pela agência Lusa, as declarações do patriarca de Lisboa estão deslocadas da realidade do país pois ignoram o aumento do desemprego, da precariedade e das desigualdades sociais e a redução dos salários.
      João Proença, líder da UGT, manifestou "incredibilidade pelo comentário" de Policarpo. "A igreja assume, assim, que ela defende o interesse geral e as restantes instituições sociais defendem interesses particulares", criticou o sindicalista. Proença afirmou ainda que dar prioridade aos problemas do país "passa também pela defesa dos interesses dos trabalhadores, pois sem trabalhadores não há país".